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Entrevista coletiva especial relativa à próxima Conferência da Casa Branca sobre as Américas

Entrevista coletiva especial relativa à próxima Conferência da Casa Branca sobre as Américas
SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Obrigado por terem vindo. Na verdade esse foi um teste para ver quantas pessoas estariam aqui às 16h00 de uma tarde de sexta-feira, mas somos muito gratos pela presença de todos. Só queríamos – mesmo que de forma breve ? que todos tomassem conhecimento, embora talvez já saibam do que se trata, ou seja, na segunda-feira, 9 de julho, o presidente e a sra. Bush serão os anfitriões da Conferência da Casa Branca sobre as Américas no Hyatt Crystal City Hotel em Arlington, Virgínia.

Esta conferência reunirá organizações voluntárias, organizações não-governamentais, o setor privado e fundações para discutir e ressaltar o amplo leque de interações sociais entre os Estados Unidos e seus vizinhos para melhorar a vida dos cidadãos da região. Vocês talvez se lembrem de que o presidente sinalizou que convocaria tal conferência no discurso de 5 de março, na Câmara Hispânica de Comércio, antes de sua viagem à região. Naquele pronunciamento ele afirmou, e me permito citá-lo: “Atualmente, os vínculos mais importantes entre as Américas do Norte e do Sul não são de governo para governo, mas sim de povo para povo. E esses vínculos estão se fortalecendo. Esses laços se fortalecem porque nossas igrejas e instituições religiosas entendem que o apelo para amar ao próximo como a nós mesmos não se limita às nossas fronteiras.”

A própria conferência destacará os temas desse discurso. Entre os tópicos abordados estarão o investimento na educação, o fortalecimento da assistência médica, o aumento das oportunidades econômicas entre os cidadãos e a construção de parcerias público-privadas. Ela examinará a maneira como nós, na condição de país, governo, setor privado ou cidadãos comuns, trabalhamos juntos com nossos vizinhos para melhorar a vida de todos e fazer avançar a causa da justiça social nas Américas. Representantes de aproximadamente 150 organizações sediadas na região e cerca de 70 grupos dos EUA foram convidados para o evento.

O presidente abrirá a conferência participando de uma conversa com convidados selecionados do hemisfério e dos Estados Unidos sobre suas experiências na ajuda a cidadãos da região. A primeira-dama proferirá o discurso principal durante o almoço e o evento terá a presença de vários membros do governo. Também participarão do programa a subsecretária Hughes, a subsecretária Fore e outras autoridades do Departamento de Estado.

Mais uma vez, como mencionei, esta é uma conferência que o presidente já havia anunciado em discurso anterior. A viagem do presidente teve o propósito de ressaltar como nosso envolvimento na região privilegiava a agenda social local centrada na luta contra a pobreza, contra a desigualdade e contra a exclusão social e como nosso compromisso político e nossa assistência externa eram direcionados para essa agenda. Esta conferência foi realmente elaborada para mostrar que não é apenas o governo dos Estados Unidos da América que está se relacionando com a região em resposta à pauta social e em busca de justiça social. São os Estados Unidos como sociedade que estão colaborando com essa parte do mundo.

Mas, ainda mais importante, mostrar que a própria região está trabalhando conosco e desenvolvendo cooperação com outros países vizinhos; que há realmente o que a secretária Rice, num discurso pronunciado em evento do Conselho das Américas, chamou de aliança de povos; e que é profundo o nível de interação e assistência do setor privado, das instituições religiosas, da sociedade civil e das entidades beneficentes nessa região.

E, conforme estimativa dos economistas, no Hemisfério Ocidental, como em outras partes do mundo, para cada dólar de assistência oficial para o desenvolvimento, há cerca de quatro dólares de ajuda não oficial ou particular vinda de igrejas, de universidades e de grupos do setor privado. E essa é uma grande fonte de apoio à causa da justiça social na região. No meu entender, ela destaca os recursos disponíveis, além de nos mostrar que de certa forma precisamos fazer com que essa questão venha à tona, permitir que apareça, ou seja, que se torne de conhecimento público. Dessa maneira, as pessoas terão melhor entendimento do seu significado, melhor entendimento das ligações existentes na região ? e também perceberão que esses grupos por si só começam a estabelecer contato entre si de modo a poder compartilhar as melhores práticas e, da forma mais adequada, trabalhar juntos para canalizar seus recursos.

Esses são os comentários iniciais que queria fazer. Estou à disposição para responder a quaisquer perguntas sobre a conferência.

Por favor.

PERGUNTA: Quantos países participam dessa reunião com o presidente Bush? Todos os países da região ou todos os representantes – de todos os…

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Acho que vamos ter representantes de todos os países da região com exceção de Cuba, naturalmente.

PERGUNTA: Qual é a exceção?

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Cuba.

PERGUNTA: E a Venezuela?

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: A Venezuela, acho que sim.

PERGUNTA: Sim?

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Sim.

PERGUNTA: É possível ter a lista?

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Não está comigo.

SRA. TAMBURRI: Não temos… não temos uma relação, uma lista de convidados, mas vamos ver o que é possível fazer para lhe passar alguma informação. Quero dizer, quando eles chegarem é que vamos saber.

PERGUNTA: Esses grupos… uma vez que o governo dos EUA está sediando o evento, pergunto, esses grupos estão pagando suas próprias passagens aéreas até aqui ou é o governo americano quem paga? E o senhor tem uma… uma estimativa de custo? Qual é o valor desse dessas despesas?

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Temos uma estimativa de custo?

SRA. TAMBURRI: Posso consegui-la para você.

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Sim, não a tenho à mão.

SRA. TAMBURRI: Esse processo ainda está em andamento, pois a conferência não terminou (inaudível); assim, podemos consegui-la para você.

PERGUNTA: Está certo. E o governo dos Estados Unidos está pagando para que esses grupos venham ou…

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Sim, são nossos convidados.

PERGUNTA: Os senhores os estamos convidando.

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Sim, são nossos convidados. Certo.

Sim.

PERGUNTA: Tom, uma das maiores dores de cabeça, acredito, com as Américas Central e do Sul tem sido sempre esses cartéis da droga, bem como a luta contra grupos rebeldes, por exemplo, a que está acontecendo agora na Colômbia com as Farc. E temos visto, suponho, nos últimos dois anos, o presidente Hugo Chávez tentando conseguir algumas alianças com o Brasil e a Bolívia, e recentemente o presidente Bush visitou a Bolívia e…

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: O Brasil, o Brasil.

PERGUNTA:… desculpe, o Brasil, e parece que isso está mudando. Haverá parcerias para o desenvolvimento de algum tipo específico de negócio e também para fortalecer comunidades não necessariamente em áreas urbanas, mas em áreas rurais com agricultura e outros tipos de pequenos empreendimentos que possam ser considerados?

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Bem, como você sabe, quando o presidente viajou pela região, uma das coisas que fez foi ressaltar os programas americanos de assistência existentes atualmente por lá e, em especial, o fato de que durante o governo Bush nós dobramos a ajuda externa direta à região. E essa assistência externa direta abrange vários programas no hemisfério.

A finalidade específica dessa conferência não será anunciar novas iniciativas do governo dos EUA. Repito, o objetivo será ressaltar o tipo de relacionamento saudável que há no hemisfério fora dos governos e, em especial, com o setor privado, as universidades e igrejas e com outras entidades beneficentes porque isso é realmente admirável. Bem, não sei quantos de vocês conhecem o tipo de trabalho feito na América Central e no Caribe, especialmente por meio das igrejas americanas, mas quem passa algum tempo no aeroporto de Miami durante o verão vê esses grupos transitando o tempo todo. E isso é exatamente como a ponta do iceberg do que está lá. E, desse modo, a questão é de fato mostrar que este é na verdade um hemisfério com sólida integração, não apenas no âmbito governamental mas também na esfera social.

PERGUNTA: O senhor disse que, evidentemente, Cuba não está representada. Por que razão? É porque o senhor não tem nenhum contato com Cuba ou porque nenhuma organização cubana foi autorizada a vir?

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Nós não… nós temos nosso Escritório de Interesses em Cuba. Não temos relações diplomáticas com Cuba. Contudo, as ONGs com que basicamente trabalhamos nesse país não têm sedes lá. São grupos como a [ONG] Serviços Católicos de Assistência. E o que queríamos eram ONGs nativas, locais, não dominadas pelos governos, que fossem de fato representantes da sociedade.

PERGUNTA: E não há nenhuma – nenhuma organização desse tipo em Cuba?

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Deve haver. Mas decidimos nos concentrar nas 34 democracias do hemisfério.

PERGUNTA: Só para deixar claro – na realidade, o senhor não convidou ninguém de Cuba?

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Isso mesmo.

PERGUNTA: O senhor diz que o evento é entre o governo dos EUA e a sociedade civil dos países da região. E os governos? O senhor já… seu governo já discutiu a respeito disso ou o senhor tem alguma idéia de qual será a reação dos governos em geral sobre essa reunião do presidente Bush com os líderes da sociedade civil?

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Bem, lembre-se, o presidente Bush vai abrir a conferência com uma palestra, mas estarão presentes vários outros membros do governo que também participarão dessa conversa. Convidamos os corpos diplomáticos dos países da América Latina e do Caribe, a maioria dos quais, acredito, estará presente. Mas insisto em deixar claro que não tratamos nem coordenamos nossos convites com eles porque a intenção era não utilizar os governos como canais de ligação, mas mostrar como a própria sociedade se inter-relaciona por si mesma por meio de sua ação e comportamento.

E isso na verdade nos traz de volta ao que falei anteriormente sobre o que a secretária Rice quis dizer quando usou a frase “aliança de povos”. Ocorre no hemisfério uma integração autônoma. Há uma aliança de povos que acontece por iniciativa própria quando pessoas com o mesmo objetivo e com problemas semelhantes se procuram para compartilhar soluções, compartilhar recursos, e isso é bom. É uma coisa importante na região. E o que os governos precisam fazer é procurar formas de facilitação, uma espécie de canal, obviamente uma espécie de estrutura com base no Estado de Direito, mas de forma a acabar encontrando maneiras de promover essa aliança.

PERGUNTA: Imagino que alguns desses grupos que participarão da reunião recebem recursos do governo dos EUA para financiar suas atividades. Estava me perguntando se o senhor não teria um número aproximado sobre… quero dizer, sobre a quantidade de dinheiro dada pelos EUA a esses grupos por ano?

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Essa é uma boa pergunta, para a qual eu não tenho resposta. Muitos dos grupos que estarão participando, no entanto, não devem ser beneficiários da ajuda americana, pelo menos não da ajuda oficial dos EUA. Dependendo de suas ligações com grupos americanos do setor privado ou igrejas e outras instituições americanas, eles podem estar recebendo apoio de fontes privadas. Mas é uma boa pergunta. Eu vou verificar isso.

PERGUNTA: Quando se fala sobre o tipo de integração, um país onde há certo grau de desintegração, pelo menos economicamente, é a Venezuela, onde, com as nacionalizações, houve praticamente a expulsão de algumas empresas petrolíferas estrangeiras, sobretudo envolvendo a Exxon e a Conoco. O senhor saberia se essas duas empresas ? a Exxon e a ConocoPhillips – planejam pedir arbitragem ou se tentarão negociar alguma forma de compensação da parte do governo da Venezuela pelos eventos recentes e a perda de seus ativos naquele país?

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Bem, como isso envolve ativos e esses ativos são muitos, serão os dois países que responderão a essa pergunta. Eu apenas observaria que, de modo geral, se a intenção for construir uma indústria do tipo moderno, com tecnologia de ponta, então é preciso trabalhar com empresas modernas, com tecnologia de ponta. E, em última análise, os verdadeiros perdedores em situações como essa são os países que expulsam empresas como a Exxon e outras. Elas são muito ricas em experiência e, acreditamos, agem de boa-fé em suas relações com os governos.

PERGUNTA: Poderia fazer outra pergunta sobre a Venezuela? O senhor sabe se esse país na realidade chegou a um acordo para adquirir submarinos da Rússia ou se ainda está simplesmente estudando essa possibilidade? E o fato de estarem analisando essa possibilidade, se for esse o caso, é algo que o deixa preocupado?

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Até onde entendemos, eles estão em conversações sobre possíveis compras desse tipo de armas. Essa é uma decisão nacional que a Venezuela e a Rússia têm que tomar. Vamos ficar por aqui.

PERGUNTA: Sr. Shannon, duas perguntas sobre a conferência. A primeira é: como esses grupos foram selecionados, se foram contatados diretamente em cada país ou qual foi o procedimento adotado? E a segunda pergunta é sobre o que se espera no final dessa conferência. Os conferencistas assinarão algum tipo de declaração ou algo semelhante…

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Sim.

PERGUNTA: … na conferência?

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Não haverá declaração simplesmente porque esse é um grupo muito grande e diversificado. E, repito, a finalidade não é necessariamente emitir um documento. A finalidade é ressaltar esse tipo de riqueza do trabalho que está sendo feito no hemisfério nos âmbitos da sociedade civil e do setor privado e o quanto está centrado em uma agenda social, o que é um ponto importante a destacar porque demonstra o que achamos estar ocorrendo em eleições. Ou seja, o povo está em busca de candidatos preparados para tratar da pauta social e conscientes de que, para que a democracia seja duradoura, é importante enfocar as enormes questões de desenvolvimento social e econômico enfrentadas pelos países da região. E é isso que vemos acontecer hoje, não apenas em termos eleitorais mas também em termos social, uma vez que essas diferentes instituições sociais ? empresas, universidades, igrejas ou entidades beneficentes ? trabalham com esses itens específicos da agenda social.

Sobre como escolhemos esses países, trabalhamos em estreita colaboração com nossas Embaixadas, que construíram algo como uma rede ampla de contatos por meio da nossa atividade de assistência externa, e foi essa a fonte da maioria dos contatos. Alguns são resultado de viagens anteriores que fizemos pela região, quando conhecemos algumas dessas instituições e organizações.

PERGUNTA: Há organizações que possam ter ligações ou ser simpatizantes, digamos, da coalizão ou do grupo de Evo Morales na Bolívia ou talvez de alguns círculos bolivarianos de alguma forma afiliados aos chavistas?

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Quando mantivemos contato com esses grupos não nos preocupamos com sua política partidária. Nosso enfoque era tentar determinar quais grupos estavam executando trabalho realmente interessante, de ponta e eficaz. Na verdade, como na política, não estamos de fato interessados em saber se… quais são as tendências políticas das pessoas. Nesse caso, não é importante você ser de direita ou de esquerda. O que importa é saber até que ponto você é eficaz em seu trabalho, até que ponto você está usando sua capacidade e seus recursos de modo criativo e até que ponto você está causando impacto.

PERGUNTA: Esse vai ser um evento único ou… o governo está procurando instituí-lo como uma espécie de reunião anual?

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: A esta altura, ainda não pensamos em transformá-lo em uma reunião anual, mas acho que muito dependerá de seus resultados. Quer dizer, tenho a esperança de que sairemos com uma imagem realmente clara e estimulante da interligação da região e de que isso será usado como um tipo de plataforma com a qual muitas instituições e organizações poderão contar para se interligar. Além do mais, se acharmos que é útil continuar, certamente cogitaremos isso.

Por favor.

PERGUNTA: Na Avenida Nova York encontra-se o Banco Interamericano de Desenvolvimento e aqui fica a OEA, e o ex-subsecretário de Estado Zoellick acaba de assumir seu cargo no Banco Mundial. O senhor será o anfitrião dessa conferência para que esses grupos também participem?

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Sim, eles serão convidados, certamente.

PERGUNTA: O senhor afirmou que o presidente fará uma palestra na abertura da reunião. Ele responderá a perguntas desses grupos? Ele…

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Ele se reunirá com vários representantes de algumas dessas organizações. E a idéia é ter uma conversa sobre como essas organizações enfrentam os desafios apresentados por agendas sociais nos países em que operam.

PERGUNTA: Como essas organizações foram escolhidas?

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Bem…

PERGUNTA: As que vão reunir-se com ele.

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Bem, quero dizer, dividimos essas conversas por tipo de grupos temáticos.

PERGUNTA: Está certo.

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: E a palestra inicial do presidente vai realmente… será mesmo uma conversa de abertura em geral mais centrada nos tipos de desafios sociais com que a região se defronta e nas formas como os diferentes grupos os estão enfrentando. Passaremos então a mesas-redondas, todas conduzidas por diversas autoridades do governo, que se concentrarão em questões específicas como oportunidades econômicas e desenvolvimento, digamos, habitação, criação de emprego e saúde.

Mas o grupo com que o presidente se reunirá foi escolhido quando fizemos uma espécie de análise entre todos os grupos convidados para selecionar os que julgávamos ter condições de oferecer um tipo de visão global de certa forma interessante e singular.

PERGUNTA: O senhor mencionou assistência externa, mas, veja, essa questão é muito delicada. O senhor já tem algum plano ou tipo de programação para realizar essa ajuda externa pelo governo dos EUA ou já sabe quem participará dela? Ou tem…

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Bem, quando falei sobre assistência externa, o que quis dizer foi nossos programas normais de ajuda bilateral, tipicamente operados pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional. Isso difere da assistência que muitas dessas organizações recebem e que provém com muita freqüência de fontes privadas, seja de igrejas ou de grandes instituições do setor privado. Isso responde à sua pergunta? Não tenho certeza… não tenho muita certeza se entendi a pergunta.

PERGUNTA: Sim, mas… sim e não, porque o senhor sabe que o governo venezuelano já rejeitou certo tipo de ajuda proveniente da USAID. Existe algum plano B para substituir ou fazer – ou continuar – essa ajuda à Venezuela – no caso específico desse país?

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Bem, continuamos a ter na Venezuela programas de assistência com grupos e instituições que se encontram preparados para trabalhar conosco. Muitos deles são administrados por entidades como o Instituto Nacional Democrático ou o Instituto Republicano Internacional ou outros contratados que trabalham em uma variedade de áreas de desenvolvimento institucional e de resolução de conflitos.

PERGUNTA: O México solicitou um aumento substancial na assistência de combate aos narcóticos para o próximo ano. O senhor tem algum resultado, alguma previsão… alguma previsão do que pode estar vindo do México?

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Não.

SR. GALLEGOS: Ainda há tempo para mais uma pergunta.

PERGUNTA: Só uma pergunta sobre o horário, a forma de cobertura e o local onde deveremos estar e…

SR. GALLEGOS: Acabamos de divulgar uma nota para a imprensa, Pablo.

PERGUNTA: Verdade?

SR. GALLEGOS: Assim, caso ainda não tenha recebido, você deve vê-la na sua tela em poucos minutos.

PERGUNTA: Está certo.

SECRETÁRIO ADJUNTO SHANNON: Tudo bem, ótimo. Meus agradecimentos a todos vocês.

PERGUNTA: Obrigado

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