Conferência da Casa Branca sobre o Hemisfério Ocidental

Resumo das iniciativas dos EUA para fazer avançar a justiça social nas Américas
(início do informativo)

Casa Branca
Escritório do Secretário de Imprensa

Avanço da Causa da Justiça Social nas Américas

“Nos próximos meses, este governo convocará uma conferência na Casa Branca sobre o Hemisfério Ocidental, que reunirá representantes do setor privado, de organizações não-governamentais, grupos religiosos e associações de voluntariado. O objetivo é compartilhar experiências e discutir modos eficazes de prestar ajuda e construir as instituições necessárias para uma sociedade civil forte.” — Presidente George W. Bush, 5/3/2007

Hoje o presidente e a primeira-dama Laura Bush estão promovendo a Conferência sobre as Américas para destacar o envolvimento dos Estados Unidos e discutir maneiras mais eficazes de prestar ajuda e fortalecer a sociedade civil. Com o tema “Avanço da Causa da Justiça Social nas Américas”, a conferência inclui representantes de aproximadamente 150 organizações regionais e 100 grupos dos Estados Unidos. Ela se concentra no compartilhamento das lições aprendidas sobre como promover a educação, a assistência médica e as oportunidades econômicas dos cidadãos comuns, além de parcerias público-privadas, em todo o hemisfério.

Este ano, o governo lançou novas iniciativas para atender às necessidades básicas de saúde, ampliar as oportunidades econômicas e investir em educação no Hemisfério Ocidental

1) Atendimento das necessidades básicas de saúde

Os EUA investiram mais de US$ 950 milhões para melhorar a assistência médica no Hemisfério Ocidental desde 2001.

O presidente determinou que o navio-hospital USNS Comfort desse início a uma viagem de quatro meses para prestar atendimento médico a 12 países latino-americanos e caribenhos. O Comfort partiu em junho e fez paradas em Belize e na Guatemala. Também está programado para parar nos seguintes países: Panamá, Nicarágua, El Salvador, Peru, Equador, Colômbia, Haiti, Trinidad e Tobago, Guiana e Suriname. Sua equipe médica planeja oferecer tratamento a 85 mil pacientes e realizar até 1,5 mil cirurgias.

Em junho, o secretário do Departamento de Saúde e Serviço Social, Michael Leavitt, inaugurou um centro de treinamento em assistência médica no Panamá. Até agora, cem profissionais de saúde de seis países da região assistiram aos dois primeiros cursos e mais 50 estudantes serão capacitados em setembro.

Hoje a primeira-dama Laura Bush anunciou o lançamento da Parceria das Américas para a Conscientização e Pesquisa sobre o Câncer de Mama. Essa iniciativa unirá especialistas dos Estados Unidos, do Brasil, da Costa Rica e do México na luta contra o câncer de mama, que é a causa mais comum de morte de mulheres por câncer no mundo todo. Essa parceria une o Centro de Câncer M.D. Anderson da Universidade do Texas, a Susan G. Komen for the Cure e o governo dos EUA. Esses parceiros vão trabalhar para capacitar a região, fomentando a pesquisa, o treinamento e as iniciativas de alcance comunitário e ajudando as mulheres a ganhar o conhecimento e a confiança para cuidar de sua saúde.

2) Ampliação das oportunidades econômicas

Os Estados Unidos ajudam a construir um mercado para maior acesso à casa própria na América Latina. Este ano, a Corporação para Investimentos Privados Internacionais (Opic) já aprovou US$ 305 milhões em recursos para ajudar a financiar hipotecas e construir moradias em nosso hemisfério. A Opic também pretende investir mais de US$ 250 milhões em recursos adicionais este ano para oferecer empréstimos destinados a hipotecas de casas e construção de moradias de pessoas de média e baixa renda em dez países latino-americanos. Por meio da Opic, por exemplo, os EUA forneceram US$ 10 milhões para financiar hipotecas que beneficiarão famílias de média e baixa renda da Nicarágua.

Em junho, o Departamento de Comércio promoveu o primeiro Fórum de Competitividade das Américas. Novecentos participantes de mais de 30 países discutiram maneiras de tornar as Américas mais competitivas no mercado internacional. Reuniões de seguimento serão realizadas durante o ano neste hemisfério.

O Departamento do Tesouro apresentou um plano para ajudar bancos americanos e regionais a melhorar sua capacidade de conceder empréstimos a pequenas empresas da América Latina. O plano abrirá novas oportunidades para o crescimento de pequenas empresas. O aumento do acesso ao capital em todas as Américas ajudará empresários a criar novos empregos e oportunidades para seus cidadãos.

Na semana passada, o Departamento do Tesouro anunciou uma nova iniciativa para a América Latina e o Caribe para catalisar financiamentos privados para infra-estrutura. Os Estados Unidos farão parceria com a Corporação Financeira Internacional (CFI), o braço privado do Grupo do Banco Mundial, na criação de um programa para catalisar investimentos privados em infra-estrutura na América Latina. Esse programa de desenvolvimento de projetos de infra-estrutura com investimento inicial de US$ 17,5 milhões incluirá uma contribuição de US$ 4,6 milhões por parte dos EUA e de US$ 1,9 milhão do Brasil.

O presidente exorta o Congresso a aprovar o Acordo de Livre Comércio com o Peru antes do recesso de agosto e a adotar medidas rápidas para aprovar os acordos pendentes com o Panamá, a Colômbia e a Coréia do Sul. Em 10 de maio, o governo e o Congresso chegaram a um consenso sobre os futuros rumos de nossos acordos de livre comércio com o Peru, o Panamá, a Colômbia e a Coréia do Sul. O Congresso deve agora mostrar boa-fé, tomando providências em relação a esses acordos.

3) Investimentos em educação

Em março, o presidente anunciou uma nova iniciativa no valor de US$ 75 milhões para ajudar um maior número de jovens a aprender inglês e estudar nos Estados Unidos. O governo também já forneceu a verba inicial de US$ 1,5 milhão para essa iniciativa, dando oportunidade a 120 líderes universitários de estudar nos EUA a partir de janeiro de 2008. O programa proporcionará aos estudantes maior entendimento sobre a sociedade e a cultura americana e aperfeiçoará suas capacidades de liderança.

Os EUA doaram mais de US$ 150 milhões para programas educacionais no Hemisfério Ocidental desde 2004.

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