COCA-COLA VOLTA A COMERCIALIZAR GARRAFAS RETORNÁVEIS EM SANTA CATARINA

COCA-COLA VOLTA A COMERCIALIZAR GARRAFAS RETORNÁVEIS EM SANTA CATARINA

Coca-Cola volta a comercializar garrafas retornáveis em Santa Catarina

A iniciativa reduz o consumo de embalagens, oferece opções mais acessíveis, ecológicas e econômicas para o consumidor.

A Coca-Cola FEMSA Brasil amplia seus investimentos no consumo sustentável e traz para Santa Catarina o projeto RefPET, embalagens PET de 2 litros retornáveis que reduzem o impacto ambiental e ainda geram economia para os consumidores adquirirem a  sua Coca-Cola. A novidade já estava sendo comercializada em outras regiões do País e agora chega ao Estado. A nova opção já está à disposição dos catarinenses em diversos pontos de venda em todo o estado.

As novas embalagens resgatam um hábito de compra em que o consumidor leva a sua garrafa vazia e troca por uma cheia pagando apenas pelo líquido. A iniciativa reduz o consumo de embalagens e oferece opções mais rentáveis, acessíveis e ecológicas, uma vez que cada garrafa é reutilizada até 25 vezes. Como resultado, 70 milhões de novas garrafas PET deixam de ser comercializadas no mercado brasileiro a cada ano. Ao reutilizar a RefPET 2 litros retornável, o cliente paga apenas R$ 3,99 para levar outra cheia pra casa.

Para garantir o reaproveitamento das embalagens, elas passam por um rigoroso sistema de higienização e seleção, com a finalidade de manter o alto nível de qualidade dos requisitos da Coca-Cola Brasil.  Mais resistente do que as garrafas convencionais e de fácil manuseio, a RefPET exige alguns cuidados especiais por parte da indústria, consumidores e pontos de venda. A indicação é não depositá-las no chão ou próximo a produtos químicos. Elas também não podem ser reutilizadas para armazenar outro produto e devem ser sempre guardadas em locais cobertos, longe da luz solar e do calor.

Sobre a Coca-Cola FEMSA

Coca-Cola FEMSA, SAB de C.V produz e distribui Coca-Cola, Fanta, Sprite, Del Valle, Schweppes e outras bebidas do portfólio da The Coca-Cola Company em 10 países: México (uma parte substancial da região central, incluindo a Cidade do México, bem como sudeste e nordeste do país); Guatemala (Cidade da Guatemala e região metropolitana); Nicarágua (todo o país); Costa Rica (todo o país); Panamá (todo o país); Colômbia (maior parte do país); Venezuela (todo o país); Brasil (parte do país); Argentina (Buenos Aires e arredores) e Filipinas (todo o país). A empresa, maior franquia do sistema Coca-Cola no mundo, também engarrafa e distribui água, sucos, chás, isotônicos, cervejas e outras bebidas em alguns desses territórios. Ao todo, possui 63 fábricas e 327 centros de distribuição, atendendo mais de 358 milhões de consumidores por meio de aproximadamente 2,8 milhões de pontos de vendas e conta com mais de 120 mil funcionários em todo o mundo.

No Brasil, a empresa está presente como Coca-Cola FEMSA Brasil em 48% do território nacional, empregando cerca de 20 mil funcionários e atendendo mais de 88 milhões de consumidores, distribuídos nos estados de São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e em parte do estado de Goiás. São 42 centros de distribuição e 11 fábricas no País, sendo a unidade de Jundiaí (SP) a maior no mundo em volume de vendas em produtos Coca-Cola.

Fonte: ndonline.com.br

A BENEFICÊNCIA PORTUGUESA DE SÃO PAULO E JOHNSON & JOHNSON UNEM FORÇAS NO COMBATE À INFECÇÃO HOSPITALAR

A BENEFICÊNCIA PORTUGUESA DE SÃO PAULO E JOHNSON & JOHNSON UNEM FORÇAS NO COMBATE À INFECÇÃO HOSPITALAR

A Beneficência Portuguesa de São Paulo e Johnson & Johnson unem forças no combate à infecção hospitalar

Monitoramento constante, boas práticas e investimento em tecnologia de ponta contribuem no combate à infecção hospitalar.

São Paulo, 25 de maio de 2017 – Quando o assunto é a segurança do paciente nos serviços de saúde, a infecção hospitalar (IH) figura como uma das principais vilãs. De acordo com a OMS – Organização Mundial de Saúde, três a cada vinte pacientes hospitalizados nos países em desenvolvimento podem adquirir pelo menos uma IH . Anualmente no Brasil, ainda segundo à entidade, aproximadamente 14%  dos pacientes internados contraem algum tipo de infecção hospitalar. Tratado muitas vezes como um tabu entre os hospitais, o problema se torna ainda mais sensível considerando a escassez de dados e informações oficiais atualizadas.

O fato é que além de colocar a segurança dos pacientes em risco, uma vez que pode ser adquirida durante a internação ou após algum procedimento realizado no hospital – podendo se manifestar inclusive após a alta -, a infecção hospitalar é responsável também por perdas financeiras do sistema de saúde. Um estudo recentemente publicado no Brasil, que avaliou pacientes submetidos à artroplastia de joelho, mostrou que o custo adicional médio de uma infecção hospitalar foi de US$ 2,701.29 por paciente internado.

“Além dos custos indiretos envolvidos, como a impossibilidade de retorno das atividades laborais, temos também os custos intangíveis, relacionados ao sofrimento físico e psíquico pelos quais o paciente passa em decorrência da infecção hospitalar. Estes custos, geralmente, não são aferidos nos cálculos do valor total gasto com as complicações causadas pela infecção hospitalar”, explica Daiane Oliveira, médica e gerente da área de Economia da Saúde e Acesso ao Mercado da Johnson & Johnson Medical Devices.

Vale lembrar que cerca de 234 milhões de pacientes são operados por ano em todo o mundo, de acordo com a OMS . Destes, 0,5% morre em decorrência de eventos adversos – dentre os quais a infecção hospitalar é o mais frequente . Em países em desenvolvimento, um terço dos pacientes cirúrgicos desenvolvem infecção do sítio cirúrgico5, dobrando o risco de óbito e de ficar internado em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em comparação com pacientes que não desenvolvem este tipo de infecção.

A ocorrência de uma infecção dependerá principalmente da relação de desequilíbrio entre três fatores: condição clínica do paciente, virulência e inóculo dos micro-organismos e fatores relacionados à hospitalização – procedimentos invasivos, condições do ambiente e atuação do profissional de saúde . Um trabalho recente da OMS, denominado Clean Care is Safer Care, revela que a infecção do sítio cirúrgico (ISC) é o tipo mais frequente de IH em países de baixa e média renda , e corresponde a 37% de todas as IH6 de pacientes cirúrgicos.

Por isso, cada vez mais, o setor tem se preparado para combater o problema, cercando os pacientes de cuidados e boas práticas, que se completam com a adoção de equipamentos de alta tecnologia para garantir a eficácia da esterilização dos ambientes e materiais hospitalares.

Prevenção de infecção no ambiente hospitalar

De acordo com a Portaria nº 2.616 de 12 de maio 1998, estabelecida pelo Ministério da Saúde, todo hospital é obrigado a constituir uma Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), cuja função é assessorar a direção da instituição a implantar e executar as ações do Programa de Controle de Infecções Hospitalares (PCIH) . Por isso, a CCIH deverá ser composta de equipe multidisciplinar de profissionais da saúde com nível superior que exercerão duas funções distintas: consultores e executores.

“O Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) da BP é o órgão consultor e executor, já que é responsável pelo planejamento e acompanhamento das ações que nos ajudam a manter a vigilância epidemiológica das infecções em nossas unidades hospitalares, por meio da análise de culturas positivas de material biológico, do controle de antimicrobianos, de visitas diárias as Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) entre outras medidas”, esclarece Maria Lúcia Biancalana, gerente médica da SCIH da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo e médica do corpo clínico do BP Mirante, unidade hospitalar premium da BP.

Ela ressalta a necessidade e a importância de todos – instituições hospitalares e profissionais da saúde, autoridades governamentais e população em geral -, estarem comprometidos com a prevenção e o combate da infecção hospitalar, um grave problema que impacta diretamente nos custos dos sistemas de saúde pública e privada ao causar absenteísmo, sequelas físicas e emocionais, muitas vezes intangíveis e até óbitos.

“A BP é referência no atendimento de casos de alta complexidade, especialmente nas áreas de Oncologia e Cardiologia. Por sermos um polo de saúde, temos uma casuística ímpar no suporte a casos críticos, nos quais os clientes estão muito mais vulneráveis às infecções. Entretanto, temos condições de implementar todas as medidas necessárias no combate e prevenção dessas infecções”, complementa a médica.

Tecnologia para proteger o paciente

O avanço da tecnologia tem contribuído com os hospitais no combate à infecção. Um dos exemplos disso é a STERRAD®, da Johnson & Johnson Medical Devices, esterilizador a baixa temperatura que utiliza peróxido de hidrogênio para esterilização de materiais médico-hospitalares. Por oferecer menor tempo de esterilização, a tecnologia presente em STERRAD é mais custo-efetiva, já que torna possível manter uma quantidade menor de material em inventário, aumentando a produtividade das Centrais de Materiais e Esterilização e garantindo o atendimento à demanda dos centros cirúrgicos.

A tecnologia STERRAD® se destaca pela segurança, já que após a esterilização, o peróxido de hidrogênio seja convertido em água e oxigênio, não existindo sub-produtos tóxicos no final do processo – diferentemente de outras tecnologias de baixa temperatura como óxido de etileno e formaldeído . O produto possui ainda um dispositivo que não permite que o ciclo seja concluído no caso de possíveis desvios do processo de esterilização, evitando que materiais contaminados sejam utilizados. Além disso, o produto não utiliza água no processo, ao contrário de outros processos de esterilização (autoclave e óxido de etileno) , e consome 51 vezes menos energia que uma autoclave.

“A tecnologia está presente no mercado brasileiro há mais de 20 anos, trazendo segurança para pacientes e profissionais e otimização de recursos para as instituições de saúde. Possuímos a maior base instalada de esterilizadores a baixa temperatura do País, com mais de 500 equipamentos espalhados por todas as regiões. Só na BP estão duas delas”, conta Thiago Vicenzi, responsável pelo Marketing da ASP / Johnson & Johnson Medical Devices.

Fonte:jornaldiadia.com.br

DESIGN NA AVIAÇÃO BRASILEIRA, NO MCB

DESIGN NA AVIAÇÃO BRASILEIRA, NO MCB

Design na aviação brasileira, no MCB

O Museu da Casa Brasileira, apresenta, em parceria com o Instituto Embraer, o universo de criação do design nacional para artefatos concebidos para voar.

O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, apresenta, em parceria com o Instituto Embraer, o universo de criação do design nacional para artefatos concebidos para voar. Como instituição dedicada às questões do design – com o qual busca contribuir anualmente por meio da realização do Prêmio Design MCB – traz, por meio da mostra design na aviação brasileira, o caso de sucesso da Embraer S.A., que apostou, desde sua fundação em 1969, no potencial inovador da engenharia e da criatividade nacional. A abertura é dia 1º de junho, às 19h30 com entrada gratuita, e a exposição permanece em cartaz até 20 de agosto.

“Como único museu no Brasil dedicado às questões do design, a oportunidade de mostrar esta tradição brasileira e trazer a trajetória de sucesso da Embraer ao grande público é um importante momento de reforço da missão da instituição”, comenta a diretora geral do MCB, Miriam Lerner.

A atuação de vanguarda do Brasil na aviação é um ponto de destaque para Paulo Cesar de Souza e Silva, diretor-presidente da Embraer. “A indústria aeronáutica faz parte de um ambiente global altamente competitivo, repleto de desafios e com demanda intensiva por tecnologia e inovação. O Brasil tem historicamente se destacado por transformar ciência em design que influencia tendências do setor. É uma satisfação poder contribuir e se inspirar com essa história”, completa.

Ingressos: R$ 8 e R$ 4 (meia-entrada) | Crianças até 10 anos e maiores de 60 anos são isentos | Pessoas com deficiência e seu acompanhante pagam meia-entrada

*Gratuito aos finais de semana e feriados

Design na aviação brasileira, no MCB

Quando: 01/06 até 20/08

Dias: Terças, Quartas, Quintas, Sextas, Sábados e Domingos

Horário: Terça a domingo, das 10h às 18h

Onde: Museu da Casa Brasileira

Ingressos: R$ 8

Fonte:http://www.vadecultura.com.br/

UFPB É RECREDENCIADA NO PROGRAMA IDIOMAS SEM FRONTEIRAS

UFPB É RECREDENCIADA NO PROGRAMA IDIOMAS SEM FRONTEIRAS

UFPB é recredenciada no Programa Idiomas sem Fronteiras

Programa que visa a internacionalização das universidades brasileiras é apoiado pelo Grupo +Unidos desde 2014.

A UFPB foi recredenciada junto ao Ministério da Educação (MEC) para atuar como Núcleo de Línguas, dentro do Programa Idiomas sem Fronteiras (IsF), para os próximos quatro anos. Além do inglês, que já vinha sendo ofertado, o programa passa a oferecer aulas de francês e espanhol.

O coordenador do programa, professor Edmilson Borborema, afirma que o IsF passou por uma readequação às necessidades institucionais. “O novo foco é a internacionalização da universidade e também o apoio aos professores da educação básica do Estado e municípios que estão num raio de 100km de João Pessoa”, explica. Com a reformulação, o programa passa a apoiar, ainda, os programas de extensão da UFPB que atuam na área de línguas estrangeiras.

Outra novidade do Núcleo de Línguas é a oferta de cursos para alunos da graduação e pós-graduação e para servidores docentes e técnico-administrativos da UFPB. De acordo com Borborema, em junho deve ser lançado um edital para os interessados em aprender uma das três línguas oferecidas. “O recredenciamento só confirma todo o trabalho pioneiro da UFPB que foi feito junto ao Programa”, avalia o professor.

Fonte:

ACS | Lis Lemos

DOW COMEMORA 40 ANOS NA BAHIA

DOW COMEMORA 40 ANOS NA BAHIA

Dow comemora 40 anos na Bahia

Neste período, criou iniciativas de apoio às comunidades, alinhadas às suas metas de sustentabilidade

Salvador, 23 de maio de 2017 – A Dow, empresa do setor químico, completou 40 anos de suas operações no Estado da Bahia. Hoje, o complexo é o maior da empresa no país, reunindo uma mineradora de salgema e três unidades operacionais: as fábricas de cloro-soda, óxido de propeno e propilenoglicol e um terminal marítimo, que movimenta cargas para os mercados brasileiro, dos Estados Unidos, Ásia, Europa e demais países da América Latina.

Uma das dimensões mais importantes da estratégia Dow é a gestão centrada nas pessoas. A empresa considera que o mais fundamental dos elementos não aparece na tabela periódica. Para a Dow, o elemento humano (Hu) é o único recurso capaz de criar vantagens competitivas e sustentáveis. A gestão de pessoas contempla a diversidade, a inclusão, o gerenciamento de desempenho e o desenvolvimento de lideranças, por isso, a prioridade é criar um ambiente de trabalho motivador e inovador para atrair e reter profissionais.

Durante essas quatro décadas, a empresa investiu em importantes projetos que contribuíram para o desenvolvimento econômico do estado da Bahia, bem como iniciativas de apoio às comunidades, alinhadas às suas metas de sustentabilidade. Essas ações buscam colocar em prática o compromisso da empresa para avançar o progresso humano e desenvolver comunidades sustentáveis, criando soluções que promovem o desenvolvimento econômico, a sustentabilidade e a educação, colaborando para a construção de comunidades socialmente saudáveis e resilientes. A estratégia de cidadania corporativa da Dow tem como objetivo promover mudanças significativas e de longo prazo para que as comunidades se envolvam em soluções integradas e colaborações multissetoriais.

Confira, abaixo, algumas das iniciativas desenvolvidas pela Dow na região:

Rede Matarandiba de Economia Solidária e Cultura (Ecosmar)

A Dow é uma das principais apoiadoras da Ecosmar, que apoia e fortalece ações de desenvolvimento social e econômico na comunidade de Matarandiba, no Munícipio de Vera Cruz (BA). A comunidade, que tem aproximadamente 900 habitantes, vem protagonizando uma experiência de desenvolvimento local, que vem não apenas fortalecendo sua economia, mas também preservando os recursos naturais e as manifestações culturais da região.

Passados nove anos do início do projeto, a comunidade conta com um sistema monetário próprio – a moeda social ‘Concha’ – e diversos empreendimentos solidários, como a Padaria Sonho Real e o Grupo de Turismo de Base Comunitária ViverTur, os mais recentemente inaugurados.

A Rede foi desenvolvida para aumentar a conscientização, a participação e o engajamento dos moradores de Matarandiba entorno dos problemas comuns que afetam as suas vidas, propondo e desenvolvendo iniciativas comunitárias e empreendimentos coletivos que pudessem contribuir, por exemplo, para a superação da baixa oportunidade de trabalho e renda e empobrecimento da comunidade. Assim, a organização da economia local e seu funcionamento foi redesenhada, se atentando também para o resgate e preservação da cultura local, unindo as dimensões econômica, política e cultural para essa estratégia de desenvolvimento local.

O Futuro começa em casa

A Dow e a organização Habitat para a Humanidade Brasil estão empenhadas em contribuir para a melhora das moradias precárias da comunidade Vila Esperança, em Candeias (BA). Há dois anos, “O Futuro Começa em Casa” tem beneficiado prioritariamente famílias com crianças em idade escolar, chefiadas por mulheres ou que possuam uma pessoa portadora de doença agravada pelo ambiente, e que ganhem até três salários mínimos.

Em 2016, o projeto mudou a vida de mais de 100 pessoas dessa comunidade, incluindo 46 crianças, e promoveu melhorias habitacionais em 30 moradias precárias e insalubres.  A ação contou com o apoio de 24 funcionários voluntários.

OGUNTEC

Realizado pela ONG Steve Biko, o projeto OGUNTEC comemora 15 anos lutando pela diminuição das diferenças entre estudantes negros e de outras etnias nas carreiras ciência e tecnologia. Neste ano, o projeto contará com o patrocínio da Dow para buscar soluções para a comunidade do Garcia, em Salvador. Através do projeto, alunos são desafiados a terem ideias inovadoras para lidar com questões socioambientais como o lixo, saneamento e energia elétrica.

A parceria com o projeto faz parte da estratégia de cidadania corporativa da Dow, que prevê, entre seus focos de atuação, desenvolver iniciativas que buscam despertar o interesse e melhorar a preparação dos alunos na área de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM), por meio do engajamento dos funcionários da empresa e de parcerias estratégicas.

Sobre as ações de cidadania da Dow

Ações de cidadania corporativa da Dow buscam colocar em prática o compromisso da empresa para avançar o progresso humano e desenvolver comunidades sustentáveis. Desta forma, a companhia desenvolve soluções na interseção entre a inovação, sustentabilidade e cidadania para identificar, entender e endereçar os desafios globais. Para isso, o Dow colabora com governos, ONGs, corporações e instituições educacionais para promover comunidades socialmente saudáveis e resilientes, ao mesmo tempo que reforça o sucesso nos negócios e trabalha em alinhamento com as Metas de Sustentabilidade 2025 da empresa.

A estratégia de Cidadania Corporativa da empresa é baseada em 3 pilares prioritários:

• Soluções para a Força de Trabalho – que inclui a capacitação de educadores para construir habilidade de ensino e desenvolver ações para melhorar a preparação e o interesse dos estudantes nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM).

• Soluções de Negócios – este pilar é dividido em ações para aumentar a produtividade e evitar o desperdício de alimentos, fornecer acesso à água e reuso, oferecer eficiência energética e moradias a preços acessíveis.

• Soluções Comunitárias – envolve ações que contribuem para a saúde física e mental das comunidades, bem como sua segurança, o desenvolvimento econômico e a preservação do meio ambiente.