GRUPO +UNIDOS E MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INAUGURAM LABORATÓRIO DE IDIOMAS NA UFTM

GRUPO +UNIDOS E MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INAUGURAM LABORATÓRIO DE IDIOMAS NA UFTM

Triângulo Mineiro, dezembro de 2017 – O grupo +Unidos – uma parceria entre a Embaixada dos EUA por meio da Agência de Desenvolvimento Internacional Americana (USAID) e empresas americanas no Brasil – e o Ministério da Educação (SESu), vai inaugurar na próxima sexta-feira, dia 15 de dezembro, um novo laboratório de idiomas com foco no ensino da língua inglesa, na Universidade Federal do Triângulo Mineiro.  Junto à essa inauguração serão cinco laboratórios de idiomas abertos esse ano (UFPE, UFRGS, UFC, UFPA e UFTM). Ao todo, serão beneficiados mais de 10 mil alunos. 

A entrega do novo laboratório faz parte da iniciativa do grupo +Unidos em apoio ao MEC no Programa Idiomas Sem Fronteiras (IsF) investindo na aquisição computadores equipados com acessórios que garantem a comunicação à distância para o ensino do idioma, preferencialmente, aos alunos da Universidade. Essa iniciativa, tem vistas ao intercâmbio em universidades estrangeiras.

“Mais uma inauguração em 2017 e sem dúvidas mais uma grande conquista do +Unidos. Para alcançarmos a meta de capacitar 1 milhão de estudantes nos próximos 10 anos, é fundamental que os laboratórios estejam funcionando impecavelmente e a todo vapor.” afirma Michael Eddy, Diretor da USAID Brasil.

Para a Presidente do Programa Idiomas sem Fronteiras, Denise Martins Abreu e Lima, a parceria é um grande incremento para o processo de internacionalização do Ensino Superior. “A parceria entre o Programa Idiomas sem Fronteiras e o Grupo +Unidos tem auxiliado as atividades de ensino-aprendizagem de língua inglesa para toda a comunidade acadêmica, fortalecendo ainda mais e dando maior visibilidade ao Programa nas universidades federais do país em que os laboratórios foram instalados”, comenta. “Em 2018, essa parceria se perpetuará com a inauguração de ao menos mais três laboratórios”, completa.

Para saber mais sobre o Programa Idiomas Sem Fronteiras, acesse: http://isf.mec.gov.br/

EMPRESAS DO SETOR DE ENERGIA SE DESTACAM NO PRÓ-ÉTICA 2017

EMPRESAS DO SETOR DE ENERGIA SE DESTACAM NO PRÓ-ÉTICA 2017

O Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) divulgou na última quarta-feira, 6 de dezembro, as 23 empresas aprovadas na edição 2017 do Pró-Ética. As companhias foram reconhecidas, por relevantes instâncias governamentais e da sociedade civil, como íntegras e éticas nas suas relações entre os setores público e privado. O anúncio foi realizado durante a 4º Conferência Lei da Empresa Limpa, em Brasília (DF).

Entre as vencedoras, estão empresas ligadas aos setores de energia: 3M do Brasil, ABB, Alubar Metais e Cabos, Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, CPFL Energia, Elektro Redes, Enel Brasil, Neoenergia e Siemens.

Também foram premiadas as empresas: Chiesi Farmacêutica, Duratex, Ernst & Young Auditores Independentes, Fleury, GranBio Investimentos, GranEnergia Investimentos, ICTS Global Serviços de Consultoria em Gestão de Riscos, Itaú Unibanco Holding, Natura Cosméticos, Nova/sb Comunicação, Radix Engenharia e Desenvolvimento de Software, Souza Cruz, Tecnew Consultoria de Informática e Unimed Belo Horizonte Cooperativa de Trabalho Médico.

O Pró-Ética, iniciativa pioneira na América Latina, foi criado pela CGU em 2010 em parceria com o Instituto Ethos. O objetivo é incentivar nas empresas a adoção de políticas e ações necessárias para se criar um ambiente íntegro, que reduza os riscos de ocorrência de fraude e corrupção.

As inscrições para o Pró-Ética 2017 ocorreram entre fevereiro e maio deste ano. O número de solicitações de inscrição foi recorde pelo segundo ano consecutivo, com aumento de 92% em relação à edição anterior. Destas, 198 enviaram o questionário devidamente preenchido. Após análise preliminar do comitê-gestor, 171 cumpriram os requisitos de admissibilidade e tiveram os respectivos programas de compliance avaliados – número 131% superior a 2016.

Das vencedoras nesta edição, 16 também constam na relação de premiadas no ano passado: 3M do Brasil, ABB Ltda, CCEE, Chiesi Farmacêutica Ltda., Duratex S.A., Elektro Redes S.A, Enel Brasil S.A., GranBio Investimentos S.A., ICTS Global Serviços de Consultoria em Gestão de Riscos Ltda., Itaú Unibanco Holding S.A., Natura Cosméticos S.A., Neoenergia S.A., Nova/sb Comunicação Ltda., Radix Engenharia e Desenvolvimento de Software S.A., Siemens Ltda. e Tecnew Consultoria de Informática Ltda.

Fonte: https://www.canalenergia.com.br

PLATAFORMA QUER ENGAJAR EMPRESAS NA ECONOMIA SUSTENTÁVEL DA AMAZÔNIA

PLATAFORMA QUER ENGAJAR EMPRESAS NA ECONOMIA SUSTENTÁVEL DA AMAZÔNIA

O que faz com que Ambev, Coca-Cola, Natura e outras oito empresas sentem na mesma mesa para conversar é o princípio que rege a Plataforma Parceiro pela Amazônia (PPA). A iniciativa, que será lançada nesta quarta-feira (5) em Manaus, quer atrair grandes empresas para fechar a equação que soma desenvolvimento econômico sustentável e conservação da floresta.

 

O objetivo é aliar lucratividades e crescimento nos negócios ao desenvolvimento regional, com apoio ao empreendedorismo das populações locais. “O desafio que vamos encarar foi baseado em três premissas: criar uma aliança em que as empresas estejam com governança total, a segunda é que tivéssemos uma diversidade, com diferentes setores, e a terceira é gerar economia na floresta”, diz Mariano Cenano, do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam).

Segundo ele, ao conseguir o engajamento e participação das empresas na plataforma, para que elas incluam atividades sustentáveis dentro de sua cadeia de fornecimento. “Quase todas as empresas no Brasil consomem algum tipo de produto da Amazônia. Seja madeira, castanha, proteína animal, soja, óleo de babaçu ou açaí, tem uma infinidade de produtos que poderiam ser incorporados de forma a termos uma cadeia sustentável”, diz Cenamo.

A PPA já conta com 11 empresas em seu conselho, mas esse número deve aumentar com o lançamento da plataforma. Além de Ambev, Natura, Coca-Cola, a lista inclui o Grupo Bemol/Fogás e a colombiana Mariana Cocoa. A coordenação está a cargo do Idesam, com apoio da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e do Centro Internacional de Agricultura Tropical (CIAT). A preocupação em atrair a iniciativa privada encontra uma reposta na mesma busca por representantes de outras áreas, incluindo startups e negócios da floresta.

Em última análise, há uma vontade de mudar a balança do que acontece hoje na região, onde o desmatamento tem um impacto direto na vida das pessoas e no país.

“Se a gente juntar uma mudança de uso da terra na Amazônia com o setor do agronegócio, a gente tem aí 70% das emissões de gases de efeito estufa”, diz Cenamo. “Eu acho que sem o setor privado a gente não vai conseguir mudar essa balança e essa é a nossa aposta”.

Extração de açaí na Amazônia: negócios da floresta promovem economia sustentável (Foto: Divulgação/SECOM AM)
Fonte: http://epocanegocios.globo.com

NÍVEL DE GOVERNANÇA DAS EMPRESAS MELHORA, MAS EXIGÊNCIAS DO MERCADO DITAM AS REGRAS

NÍVEL DE GOVERNANÇA DAS EMPRESAS MELHORA, MAS EXIGÊNCIAS DO MERCADO DITAM AS REGRAS

Ana Neira, O Estado de S.Paulo

Uma pesquisa inédita realizada pela consultoria KPMG revela que entre 2010 e 2017, a quantidade de empresas que contam com um comitê de auditoria cresceu 32% em um total de 223 empresas avaliadas. Além disso, 73% dessas companhias possuem auditoria interna. Números positivos, mas que causam certa preocupação por refletirem apenas a realidade de companhias integrantes do Novo Mercado ou dos níveis I, II e Básico da B3. Na prática, nem mesmo a listagem em bolsa garante as melhores práticas de governança em sua totalidade.

Essa é a avaliação do professor da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap) e sócio-fundador da Direzione Consultoria, Alexandre Di Miceli. “No geral, as empresas ainda estão muito focadas no curto prazo e as boas práticas ficam sempre para depois, falta priorização desse setor. A preocupação vem quando desejam integrar o Novo Mercado, fazem o mínimo necessário e depois esse tema deixa de mrecer atenção”, diz.

Outro dado do estudo indica que a composição dos conselhos também mudou com o passar dos anos: entre 2016 e 2017, a presença de conselheiros externos passou de 41% para 52% no Novo Mercado  – o mais alto patamar de governança da B3 – (com 127 empresas listadas) e de 35% para 56% no Nível 2 (com 26 companhias). As participantes possuem ações entre as 50 mais negociadas no segmento Básico.

Parte dessa evolução explica-se pela própria legislação brasileira, observa o advogado André Castro Carvalho, sócio do Braga Nascimento e Zilio Advogados. Ele destaca a Lei Anticorrupção, promulgada em 2015; o Código Brasileiro de Governança Corporativa, de 2016; e a Lei das Estatais, sancionada no ano passado e que passará a valer a partir de 2018.

“É um conjunto de regras que obrigam as empresas a seguirem padrões mais rígidos de ética, com processos mais isentos. Com elas, é natural que haja mais adequação e, por consequência, maior valor de mercado”, avalia.

Perspectivas. Para Sidney Ito, sócio-líder da KPMG em consultoria de governança corporativa e riscos, leis maduras trazem uma conscientização inevitável sobre a importância do tema.

“Uma empresa que não se preocupa em desenvolver sua área de governança perde valor de mercado, perde a confiança de seu público e seus investidores. Daqui algum tempo não iremos mais discutir isso porque qualquer empresa listada, por exemplo, estará cumprindo toda e qualquer regra de boas práticas”, aposta.

No entanto, Alexandre Di Miceli, da Direzione Consultoria, acredita que esse momento já passou quando o ambiente empresarial brasileiro é analisado e comparado a outros países vizinhos como Argentina e México.

“Nem estou citando mercados muito avançados. Valorizar auditoria e afins não é ponto de partida, é ponto de chegada. É preciso discutir seu funcionamento e não ficar apenas na implementação. Enquanto tudo isso for check list para listagem na Bolsa, não avançamos”, critica.

Fonte: http://economia.estadao.com.br

EM QUAIS ÁREAS AMAZON, GOOGLE, FACEBOOK, APPLE E MICROSOFT QUEREM INOVAR

EM QUAIS ÁREAS AMAZON, GOOGLE, FACEBOOK, APPLE E MICROSOFT QUEREM INOVAR

Amazon, Google, Facebook, Apple e Microsoft não são apenas as empresas mais valiosas do mundo da tecnologia. Elas também estão impulsionando a inovação que terá um tremendo impacto sobre os negócios e a sociedade no futuro. Mas qual o peso que cada uma tem nas pesquisas de carros autônomos ou com inteligência artificial? Como podemos saber qual o setor de tecnologia que eles priorizam e de onde virão as próximas inovações? Uma boa forma de responder a essas questões é analisar o registro de patentes requisitado por essas empresas. A CB Insights fez isto e apresentou as patentes conseguidas por essas cinco empresas nos últimos nove anos. Um bom indício para descobrir para onde Apple, Google, Facebook, Amazon e Microsoft estão investindo e querem inovar.

 

O Google está por trás de patentes consideradas prioritárias para diversas áreas, como inteligência artificial em robôs, visão computacional e carros e drones autônomos. Isto para não citar armazenamento em nuvem, dispositivos móveis, tecnologias wearable, fios têxteis tecnológicos, realidade virtual e realidade aumentada e dispositivos inteligentes para casa.

Já a Amazon, de Jeff Bezos, tem o foco em automatizar e aumentar os seus processos de armazenagem e logística. Além disso, busca melhorar a capacidade da assistente de inteligência artificial que criou – a Alexa – em compreender a linguagem humana. A computação em nuvem também está desempenhando um papel importante nas possíveis inovações futuras, principalmente por conta do serviço de computação em nuvem Amazon Web Services.

O Facebook está focado na segurança cibernética e em inovações na experiência do usuário e no design de sua plataforma no mobile (o chamado UX e UI). A empresa também está priorizando o rastreamento ocular, a detecção de emoções e a análise de sentimentos para melhorar a publicidade customizada na rede social. Outras patentes do Facebook incluem simulações de realidade virtual e drones.

Os pedidos de patentes da Apple podem ser vinculados a inovações para o iPhone e dispositivos periféricos que podem ser conectados a ele. A Apple também está buscando inovar em termos de realidade aumentada para oferecer novas experiências aos usuários do iPhone iPad.  A despeito disso, é notável, segundo analisa o CB Insights, que a empresa fundada por Steve Jobs está fazendo o maior esforço dentre os as cinco empresas aqui analisadas para estar bem posicionada no futuro da saúde digital. A Apple solicitou uma patente para transformar o telefone em um dispositivo de diagnóstico, além de outra que prevê a realização de eletrocardiograma través de um equipamento portátil e simples.

A Microsoft possui a maioria dos pedidos de patente entre as 5 empresas analisadas. As aplicações da empresa estão concentradas na melhoria das operações de desenvolvimento de software, bem como nas inovações relevantes para os dispositivos de hardware da empresa. A Microsoft também se concentrou em computação em nuvem, realidade aumentada, realidade virtual, em integrações na experiência dos serviços oferecidas no mobile, em componentes para veículos aéreos não tripulados e inovações de segurança cibernética.

Inteligência artificial (IA)
O Google solicitou a maioria das patentes de IA: quase 300 desde 2009. A Microsoft segue atrás com cerca 270, seguido da Amazon e do Facebook, cada uma com mais de 70. A Apple tem menos de 30 pedidos de patente. O desenvolvimento de todas elas, porém, foca no machine learning (aprendizado em máquina) que, dentre outros aspectos, visa ensinar aos computadores a visualizarem e classificar em imagens, bem como entender e reagir à linguagem humana natural. A ideia é conseguir prever o comportamento do usuário – para oferecer experiências altamente personalizadas. As aplicações para patentes de IA se concentram em habilitar robôs inteligentes, carros autônomos, aviões de entrega automatizados, assistentes de inteligência artificial. Reconhecimento facial é prioridade para Google, Facebook e Microsoft.

Carros e drones autônomos
O Google domina quase 500 patentes desde 2009. A Amazon segue em segundo lugar com cerca de 150 requerimentos, que envolvem principalmente serviços de entrega de produtos. Já a Apple solicitou um pouco mais de 70. Enquanto a Microsoft ficou em quarto lugar com menos de 70 patentes solicitadas.  O Facebook está em último lugar neste quesito, tento solicitado apenas 10 patentes de veículos autônomos ou drones durante o mesmo período de tempo.

O Google é, segundo análise da CB Insights, o mais próximo de conseguir desenvolver um carro autônomo, através das tecnologias aplicadas na Waymo, empresa da Alphabet. Tanto o Google quanto a Microsoft estão em busca de inovações para sensores nos carros autônomos que aumentem a segurança do passageiro, bem como detecção e a amplitude da luz – para melhorar tomada de decisão.

Considerando os drones, a Amazon é a mais avançada de todas quando o assunto é o uso de drones autônomos para entrega de pacotes nas cidades. A empresa está claramente olhando para um futuro em que drones fazem entregas em sua casa. Isto é evidenciado por pedidos de patentes para dispositivos de segurança que podem detectar quando seres humanos ou animais de estimação se aproximam dos objetos voadores, dispositivos para amarrar os pacotes e outros que amortecem os sons produzidos pelos drones.

Sem dúvida, a experiência da Amazon em entrega e logística é uma vantagem sobre a concorrência. Mas, o Google está correndo atrás da desvantagem explorando vários usos dos veículos aéreos não tripulados. Recentemente, patenteou um sistema que controla o drone quando ele interage com a pessoa que recebe a entrega. A empresa também tem diversas ideias e patentes para montar uma frota de drones focada em oferecer serviço médicos. Já o Facebook, está buscando soluções que permitam que estes drones levem internet para áreas remotas e ainda não conectadas do planeta.

Segurança cibernética 
A Microsoft tem de longe o maior número de pedidos de patentes de segurança cibernética: 900 desde 2009. A maioria é para a segurança de redes corporativas em geral. O Google vem em segundo lugar com cerca de 650, seguido da Apple com aproximadamente 530 e a Amazon com quase 450. O Facebook requisitou quase 90 patentes. Todas as empresas possuem pedidos de patentes relacionados ao gerenciamento de identidade e acesso para garantir a identificação pessoal dos usuários e impedir o acesso não autorizado às contas. A segurança para ambientes de computação em nuvem, criptografia de dados e autenticação também são temas comuns.

Realidade virtual e aumentada 
A Microsoft solicitou mais de 600 patentes de realidade virtual (RV) e aumentada (RA), enquanto o Google cerca de 400, a Apple e Amazon cerca de 250 e o Facebook quase 100. Essas empresas veem os benefícios dessas tecnologias para jogos e entretenimento. Cada uma delas tem pelo menos um pedido de patente em 2017 a este respeito. Também existem inovações para o futuro do trabalho. As cinco empresas estão projetando hardwares e softwares para fazer simulações RA/RV em áreas que podem aumentar diretamente a produtividade no mundo real. Isso inclui até displays montados na cabeça para trabalhadores em centrais de atendimento.

Futuro da saúde
Pelo menos três das cinco empresas estão lutando para estar bem posicionada no setor de saúde. A Microsoft possui o maior número de patentes nos últimos nove anos com pouco mais de 120 aplicativos. Apple e Google estão lado a lado: 40 pedidos de patentes cada uma desde 2009. Essas empresas, como analisa o CB Insights, possuem uma enorme vantagem em relação aos outros operadores históricos do setor de saúde como hospitais e farmácias: não precisam perseguir os reembolsos das seguradoras. Em vez disso, podem se dar ao luxo de estarem focadas apenas na experiência do paciente e nos resultados do paciente.  A Amazon possui uma patente para detecção de frequência cardíaca em um dispositivo sem fio. Microsoft, Apple e Google estão todos preocupados com a coleta, disseminação e análise automática de registros eletrônicos de saúde (RES). No entanto, cada empresa possui seu próprio caminho único para coletar e sintetizar os dados pessoais de saúde dos usuários.

 Fonte: http://epocanegocios.globo.com