COLETIVO ABRE 360 VAGAS DE CAPACITAÇÃO EM MANAUS PARA JOVENS DE 16 A 25 ANOS

COLETIVO ABRE 360 VAGAS DE CAPACITAÇÃO EM MANAUS PARA JOVENS DE 16 A 25 ANOS

O Coletivo Jovem inicia o ano com a abertura de mais um ciclo de capacitação para jovens de 16 a 25 anos que estão cursando ou já concluíram o Ensino Médio, com o objetivo de conectá-los a novas oportunidades de desenvolvimento profissional. As inscrições iniciam-se no dia 24 de janeiro e são ao todo 360 vagas para cursos gratuitos de desenvolvimento profissional e capacitação nas áreas de Comunicação e Tecnologia, Marketing e Vendas e Produção de Eventos.

As inscrições devem ser realizadas até o dia 23 de fevereiro ou enquanto houver vagas e é necessário que os jovens estejam com os seguintes documentos em mãos: duas fotos 3x4, xerox do RG e CPF, comprovante de escolaridade e residência. Se for menor de idade, deve ir acompanhado do responsável, que deve estar portando cópia e original do RG.

Os interessados devem dirigir-se a uma das três unidades do Coletivo Jovem em Manaus, que ficam localizadas na Oficina Escola de Lutheria da Amazônia, que fica na Rua Francisco Oliveira (antiga Rua 22), nº 8, Conjunto São Cristóvão, no Zumbi II. O número de contato é (92) 3017-6761 / 99269-7159; no Clube de Mães Japiinlandia, que fica na Rua Maria Mansour, 533, Japiim. O número de contato é (92) 3663-4470 / 99238-1473; e no Lar Fabiano de Cristo (Casa Joana de Ângelis), que fica na rua Jasmim Imperador (antiga Projetada), 2, no Conjunto Hileia II, Redenção. O número de contato da sede é (92) 99302-2361.

Com aulas duas vezes por semana, com duração de duas horas, a capacitação tem início no dia 26 de fevereiro e vai até 19 de abril. Em sala de aula, o método de ensino abrange não só conteúdos sobre temas e orientações comportamentais, mas também aplicações lúdicas e exercícios práticos, nos quais os alunos conseguem executar a teoria aprendida.

Além disso, ao longo do curso os jovens participam de um workshop que permite que conheçam de perto o mercado de trabalho através da ótica de profissionais mais experientes, além de entenderem a importância da qualificação e o desenvolvimento de competências profissionais essenciais para quem quer conquistar o primeiro emprego.

Ao final da capacitação, os jovens poderão ser encaminhados para participação em processos seletivos de grandes empresas parceiras do projeto, além das fábricas do Sistema Coca-Cola Brasil.

Presente em mais de 100 comunidades brasileiras, a iniciativa nasceu em 2009 e é realizada pelo Instituto Coca-Cola Brasil em parceria com o Grupo Simões. No Coletivo Jovem, o aluno é convidado a pensar no seu plano de vida e desenvolver projetos práticos nas comunidades onde vive.

Outras informações sobre o Coletivo Jovem podem ser obtidas através do site http://www.cocacolabrasil.com.br/institutococacolabrasil ou no telefone 0800-021-2121.

Fonte: www.acritica.com

COMO A INOVAÇÃO PODE AJUDAR A SALVAR O PLANETA? A MICROSOFT TEM UMA IDEIA!

COMO A INOVAÇÃO PODE AJUDAR A SALVAR O PLANETA? A MICROSOFT TEM UMA IDEIA!

Aumento da temperatura, extinção de espécies, escassez de água. Esses são alguns dos problemas ambientais mais sérios com os quais a humanidade precisa lidar rapidamente. Afinal, é questão de sobrevivência.

Embora existam acordos políticos voltados para a sustentabilidade e a noção de que salvar o planeta deve ser um esforço de todos, a Microsoft acredita que a tecnologia pode ser uma grande aliada nessa luta.

Para isso, a empresa destinou ao programa AI for Earth uma verba de US$ 50 milhões para os próximos 5 anos. O objetivo é que organizações e pessoas do mundo todo que estão trabalhando em ações inovadoras para conter as consequências dos problemas ambientais possam ter recursos para colocar em prática suas soluções.

“Na Microsoft, acreditamos que a Inteligência Artificial vai mudar tudo como conhecemos. Nossa abordagem como empresa está focada na democratização da tecnologia, de modo que suas características e capacidades possam ser utilizadas por indivíduos e organizações em todo o mundo. Existem poucas áreas sociais onde a IA pode ser mais impactante do que ajudar a abordar, monitorar, modelar e gerenciar os sistemas naturais da Terra”, afirma o presidente da Microsoft e diretor jurídico, Brad Smith.

Inteligência artificial para acelerar o processamento de dados

Muitos dados são coletados para monitorar as mudanças climáticas no planeta. Eis que a inteligência artificial pode agilizar o processamento desses dados e repassá-los com mais precisão para as pessoas.

Imagine que uma área com sensores no solo, capazes de coletar informações de dados ambientais, enquanto a inteligência artificial é treinada para classificar automaticamente os dados brutos para a interpretação humana.

“Fundamentalmente, a Inteligência Artificial pode acelerar nossa capacidade de observar os sistemas ambientais e como eles estão mudando em uma escala global, converter os dados em informações úteis e aplicar essa informação para gerenciar melhor nossos recursos naturais”, acrescentou Smith.

AI for Earth: entenda o programa

O plano estratégico expandido, que inclui os US$ 50 milhões, é voltado para testar trabalhos em quatro frentes do AI for Earth: clima, água, agricultura e biodiversidade.

Seguindo essa divisão, o plano da empresa em ampliar os estudos em todas essas áreas está dividido em três etapas:

  • expandir concessões em todo o mundo para criar e testar novas aplicações de AI;
  • identificar projetos promissores e investir neles para crescerem no mercado;
  • buscar oportunidades para incorporar novos avanços de AI em serviços de plataforma para que outros possam utilizá-los para suas próprias iniciativas de sustentabilidade.

Além disso, a empresa se compromete em realizar um treinamento avançado para universidades e ONGs interessadas no assunto inteligência artificial e meio ambiente e, inclusive, está investindo em uma equipe interna multidisciplinar para atuar com sustentabilidade.

Quem sabe a iniciativa da Microsoft incentive outras companhias do mercado a adquirirem compromissos em prol do planeta? É esperar para ver os resultados e torcer para que sejam positivos.

Fonte: www.tecmundo.com.br

O MOBILE ESTÁ MUDANDO O MUNDO

O MOBILE ESTÁ MUDANDO O MUNDO

Não é questão de opinião. Nem de otimismo exagerado pelas maravilhas da tecnologia – embora, muitas vezes, ela seja mesmo maravilhosa. A verdade é que o mobile está, sim, transformando o cotidiano das pessoas, facilitando o modo como pagam contas, pedem comida, se locomovem, preenchem formulários, se relacionam com os amigos via redes sociais, assistem a suas séries favoritas, fazem compras em qualquer e-commerce do mundo etc. etc.

Como costumo dizer, o smartphone se tornou o controle remoto do mundo. Ele é muito mais do que um simples equipamento de comunicação – aliás, o que a gente menos faz, hoje em dia, é usá-lo como telefone.

Os números são impressionantes: segundo a FGV-SP, fechamos 2017 com um smartphone por habitante no Brasil; e, de acordo com pesquisa da Mobile Time em parceria com a Opinion Box, nas casas em que há smartphones, 72% das crianças entre 10 e 12 anos já têm seu próprio equipamento.

Outra informação que vem ao encontro do que estamos assistindo diz respeito à espantosa adoção da tecnologia 4G, que acaba de superar a 3G e se tornar a mais ampla cobertura no Brasil – bateu a casa dos 95 milhões de acessos nos dois últimos meses do ano, segundo a Anatel.

Além disso (ou, talvez, por causa disso), o brasileiro é um entusiasta da tecnologia. Qualquer uma, mas, mais especificamente, a que o acompanha em todos os lugares. E percebeu, rapidamente, que os aplicativos para celular poderiam se tornar seus amigos fiéis. Uma prova de que o mercado olhou para a direção correta nos últimos anos são os apps de mobilidade urbana. No início de 2014, quase ninguém entendia como seria possível pedir um táxi ou similar a partir de um smartphone e pagar online. Hoje, é quase impensável ter de sacar dinheiro no caixa eletrônico para pagar por esse tipo de serviço.

Via smartphone, você chama o carro que preferir, com os opcionais que necessitar, onde estiver, e o pagamento pode ser feito via carteira eletrônica, como o PayPal, sem que lhe seja pedido nem mesmo um login ou uma senha.

Atualmente, o mobile permite que você abasteça o carro em um posto de combustíveis sem nem sair do veículo – o que sugere facilidade e segurança. Ou enfrentar uma fila para pagar o estacionamento do shopping, por exemplo: com um app no smartphone, você debita o valor em sua conta e recebe um código de barras na tela do celular que libera o carro na cancela.

Ou, ainda, faz com que uma compra online em um supermercado ou loja virtual seja possível em duas ou três telas – e o produto é entregue em sua casa. O setor que mais cresce nesse mercado é o de moda, que já ostenta índices de mais de 60% de suas vendas provenientes de compras online em equipamentos móveis.

E nem estamos falando (ainda) sobre as possibilidades que já vivem fase de testes em países mais avançados tecnologicamente do que o nosso e devem se tornar realidade dentro de pouco tempo – entre elas os drones.

Isso tudo que já usamos no nosso dia a dia (e também o que sairá do forno das empresas de tecnologia e logística avançada nos próximos meses e anos) só é possível porque entendemos, há algumas temporadas, que o ativo mais importante em nossas vidas é o tempo. E ele está cada vez mais restrito, ou seja, raro.

Por isso, tenho certeza de que as empresas que trabalharem para poupar tempo de seus clientes/usuários verão seus resultados ampliados de forma exponencial. Faz todo o sentido, quando imaginamos que a busca pela felicidade – movimento contínuo de nossa época – precisa mesmo de alguns minutos a mais de liberdade para acontecer.

MOTOROLA NOMEIA SERGIO BUNIAC PRESIDENTE DA EMPRESA PARA A AMÉRICA LATINA E EUROPA

MOTOROLA NOMEIA SERGIO BUNIAC PRESIDENTE DA EMPRESA PARA A AMÉRICA LATINA E EUROPA

A Motorola elegeu o presidente da empresa para a América Latina, Sergio Buniac, também para assumir o comando da marca na Europa. O principal desafio do executivo será implementar práticas de sucesso e expandir os excelentes resultados conquistados pela empresa na América Latina em sua nova região.

Na segunda-feira (08), a Motorola ocupou a segunda posição em market share na América Latina, tendo apresentado resultados muito acima da indústria nos últimos três anos, ao mesmo tempo em que a marca registrou crescimento de 68% no terceiro trimestre de 2017, em comparação com 2016, o mercado de smartphones na região ficou em 10% no mesmo período. Um crescimento sete vezes maior do que a indústria.

Com uma trajetória de sucesso, em 2007, Sergio Buniac assumiu a gerência geral do Brasil. Em 2011, passou à liderança do Cone Sul. E, um ano depois, foi promovido a presidente da Motorola para a América Latina. O executivo possui MBA pela Universidade de Chicago (EUA), pós-graduação pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e graduação em Engenharia Elétrica pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP). Além disso, conta com uma vasta experiência em treinamento, desenvolvimento e gerenciamento de equipes.

Fonte: www.oficinadanet.com.br

72% DAS EMPRESAS AINDA NÃO RECONHECEM AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS COMO UM RISCO FINANCEIRO

72% DAS EMPRESAS AINDA NÃO RECONHECEM AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS COMO UM RISCO FINANCEIRO

No mundo inteiro, 72% das empresas de médio e grande portes com ações negociadas em bolsas de valores ainda não reconhecem os riscos financeiros oriundos das mudanças climáticas em seus relatórios anuais financeiros, de acordo com a Pesquisa 2017 de Relatórios de Responsabilidade Corporativa da KPMG (The KPMG Survey of Corporate Responsibility Reporting 2017, em inglês). O levantamento estudou relatórios anuais financeiros e relatórios de responsabilidade corporativa das 100 maiores empresas por receita de 49 países, dentre eles o Brasil.

Ainda de acordo com a pesquisa, da parcela minoritária que reconhece o risco das mudanças climáticas, apenas 4% fornece uma análise aos investidores do potencial valor de negócio em risco.

Em termos de setores, as empresas que operam em recursos florestais e papel (44%), mineração (40%), e petróleo e gás natural (39%) têm as mais altas taxas de reconhecimento do risco relacionado ao clima em seus relatórios. Já serviços de saúde (14%), transporte e entretenimento (20%) e varejo (23%) são setores menos propensos a reconhecer o risco climático.

“A pesquisa mostra que, mesmo entre as maiores empresas do mundo, uma parcela extremamente reduzida está disponibilizando indicações adequadas do valor em risco a partir das mudanças climáticas. A pressão sobre as empresas para que se esforcem para melhorar, no que se refere à divulgação, cresce diariamente. Alguns investidores já estão adotando uma abordagem linha dura para exigir a divulgação; alguns países estão avaliando a regulamentação para impô-la; e alguns agentes reguladores financeiros alertaram para o fato que a não identificação e a não gestão do risco climático seja uma violação do dever fiduciário de um Conselho. Neste contexto, estimulamos as empresas a se mexer rapidamente. Aquelas empresas que não o fizerem, poderiam começar a perder investidores em um futuro bem próximo, e constatar que o custo do capital e da cobertura de seguro aumentam rapidamente”, analisa o diretor da KPMG no Brasil e líder para a prática de sustentabilidade, Ricardo Zibas.

Tendências

A pesquisa da KPMG também explorou as tendências futuras nos relatórios de responsabilidade corporativa, incluindo relatórios sobre as Metas de Desenvolvimento Sustentável (SDGs) das Nações Unidas, que relatam sobre os direitos humanos e preparam e divulgam metas de redução de emissão de carbono.

As principais constatações incluem:

• As Metas de Desenvolvimento Sustentável (SDGs) da ONU tiveram forte receptividade junto às empresas em todo o mundo, em menos de dois anos contados a partir do seu lançamento. Trinta e nove porcento dos relatórios estudados conectam as atividades de responsabilidade corporativa das empresas com as SDGs. A proporção cresce para 43% quando são examinadas especificamente as 250 maiores empresas do mundo (G250).
• 73% dos participantes reconhecem os direitos humanos como uma questão de responsabilidade corporativa que a empresa precisa tratar. Esta proporção cresce para 90% no grupo G250.
• 67% das 250 maiores empresas do mundo divulgam as suas metas visando reduzir as emissões de carbono da empresa. Todavia, 69% desses relatórios não se alinham com as às metas climáticas que estão sendo estabelecidas pelos governos, pelas autoridades regionais ou pela ONU.

O estudo completo está disponível em www.kpmg.com/crreporting

Sobre a KPMG

A KPMG é uma rede global de firmas independentes que prestam serviços profissionais de Audit, Tax e Advisory. Estamos presentes em 155 países, com mais de 174.000 profissionais atuando em firmas-membro em todo o mundo. As firmas-membro da rede KPMG são independentes entre si e afiliadas à KPMG International Cooperative (“KPMG International”), uma entidade suíça. Cada firma-membro é uma entidade legal independente e separada e descreve-se como tal.

No Brasil, somos aproximadamente 4.000 profissionais distribuídos em 13 Estados e Distrito Federal, 22 cidades e escritórios situados em São Paulo (sede), Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Joinville, Londrina, Manaus, Osasco, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador, São Carlos, São José dos Campos e Uberlândia.

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Fonte: segs.com.br