INCENTIVANDO STEM DE FORMA COLABORATIVA

INCENTIVANDO STEM DE FORMA COLABORATIVA

Uma das habilidades necessárias para a completa inserção dos cidadãos na economia global atual é a capacitação tecnológica. Em um mundo cada vez mais conectado e informatizado, o letramento digital já é visto como uma disciplina que deve ser incentivada pelas escolas, setor privado e poder público.

Na sua missão de compartilhar iniciativas e experiências que fomentem a educação e a democratização da tecnologia, o Grupo +Unidos, em companhia de empresas de sua rede, participou do STEM Techcamp Brasil, que reuniu professores e gestores de todos os estados brasileiros para discutir novas ações de aprendizagem ativa de STEM (da sigla em inglês para ciências, tecnologia, engenharia e matemática) na educação básica.

O termo STEM, além de ser uma sigla para as disciplinas às quais ele se refere, também carrega consigo o desafio de como promover o ensino e o aprendizado no Brasil. “Um dos nossos objetivos enquanto organização é capacitar os jovens com as competências do século XXI para que eles possam entrar no mercado internacional de trabalho”, comenta Augusto Correa, gerente executivo do Grupo +Unidos, na sua fala de abertura. Ele também lembrou da falta de equidade de gênero nesses campos do conhecimento – tradicionalmente compostos por homens – e discutiu a importância de bolsas e outros tipos de financiamento para mulheres em cursos STEM.

Dando continuidade ao evento, o Grupo +Unidos convidou alguns parceiros da sua rede para dividir com os convidados exemplos de iniciativas do setor privado que impulsionam projetos voltados à STEM. A primeira delas foi a 3M, representada por Paulo Gandolfi. Como uma empresa de base científica e com grande foco de tecnologia baseada em materiais, a 3M também acredita que o ensino de STEM faz parte de uma estratégia de responsabilidade social e é uma inovação sustentável. Paulo cita a criação do Instituto 3M, com cursos e formações reconhecidos por diversas Secretarias de Educação, e a Mostra 3M, feira de projetos com participantes de escolas públicas e particulares, como formas de aplicações práticas no ensino de STEM.

Posteriormente, Jaqueline Lee, da Qualcomm, contou sobre a parceria firmada com a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, em que algumas escolas públicas participarão de um projeto piloto em STEM. Nelas, serão criados laboratórios de robótica, com aulas de programação e impressão 3D. “Queremos trazer as experiências que já ocorrem no exterior e em escolas particulares para a rede pública”, declara.

Por fim, João Vitor Caires, do Impact Hub, espaço colaborativo para pequenos empreendedores, makers, estudantes e pessoas que trabalham com impacto social, também apresentou algumas ações da sua organização, como a parceria que já formou mais de dois mil jovens em São Paulo através das ETECs do Centro Paula Souza em conjunto com a Fundação Telefônica do Brasil e a AES Eletropaulo, sempre envolvendo tecnologia e resolução de problemas.

A diversidade de ações compartilhadas pelas empresas da rede do Grupo +Unidos mostra como a atuação colaborativa pode alavancar ainda mais os resultados para o ensino e o aprendizado STEM. Juntamente com o poder público ou com organizações sociais, empoderar os jovens para a economia global não deve ser o objetivo de uma ou outra instituição, mas de todos nós.

HORTA DO CENTRO POP SERÁ MELHORADA COM O PROJETO NATUREZA E CORPO

HORTA DO CENTRO POP SERÁ MELHORADA COM O PROJETO NATUREZA E CORPO

A Secretaria Municipal de Assistência Social (SAS) de Três Lagoas, por meio do Departamento de Gestão Pública e do Departamento de Proteção Social Especial iniciou os trâmites legais para viabilizar parceria com o Instituto International Paper (IIP).

A finalidade dessa parceria será a implantação do Projeto Natureza e Corpo na horta das dependências do Centro de Referência para População em Situação de Rua – Centro POP, unidade da SAS, no Bairro Santa Terezinha.

Para tanto, representantes do IIP e responsáveis pela execução desse projeto, Gabriel Lima e o estagiário de RSC (Responsabilidade Social Corporativa) e Sustentabilidade, Douglas Ferreira, estiveram na sede da SAS, na quarta-feira (21).

Os dois se reuniram com o diretor do Departamento de Proteção Social Especial, Luiz Fernando Tordeli Fochi; diretora de Gestão Pública, Daiane Caroline Queiroz Ramos; e com a nutricionista da SAS, Silvana Cristina Dinalli Sozzo.

Como informou Luiz Fernando da SAS, outra reunião foi agendada para a próxima quarta-feira (28), quando se iniciará a implantação do Projeto Natureza e Corpo no Centro POP.

O Projeto Natureza e Corpo foi criado em 2012, inicialmente focado apenas no cultivo de ervas aromáticas e, atualmente, vem sendo desenvolvido pelo IIP, com o objetivo de cultivar hortaliças e legumes, ao mesmo tempo que educa posturas ambientalmente corretas, criando nas pessoas a consciência da sustentabilidade.

Essa mesma parceria, que será firmada com a SAS, já existe com a Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SEMEC) de Três Lagoas, desde o início do Projeto Natureza e Corpo, implantado nas Escolas Municipais “Joaquim Marques de Souza” e Parque São Carlos.

Fonte: http://jornaldiadia.com.br

COCA-COLA FEMSA BRASIL PROMOVE AÇÃO DE INCENTIVO À EDUCAÇÃO COM COLABORADORES E COMUNIDADE

COCA-COLA FEMSA BRASIL PROMOVE AÇÃO DE INCENTIVO À EDUCAÇÃO COM COLABORADORES E COMUNIDADE

A Coca-Cola FEMSA Brasil, maior engarrafadora de produtos Coca-Cola no mundo em volume de vendas, acaba de promover mais uma ação de incentivo à educação, desta vez, para os filhos dos colaboradores das unidades do oeste paulista.

Com o objetivo de reforçar a importância da educação na formação das crianças, adolescentes e jovens, a iniciativa integra a plataforma de boas práticas para o desenvolvimento dos funcionários e familiares, um dos principais valores da companhia.

Neste sentido, colaboradores das unidades da região de Marília, Bauru e São José do Rio Preto foram beneficiados pela ação que compreendeu a entrega de mais de 9 mil kits escolares, contendo mochila e cadernos, para o ano letivo de 2018 para alunos dos ensinos Fundamental (1º ao 9º ano) e Médio (do 1º ao 3ºano).

Mais incentivo à Educação

No início do fevereiro, a Coca-Cola FEMSA Brasil por meio de seu comitê de Desenvolvimento Social de Marília, promoveu a doação de 700 itens de material escolar, como mochilas, cadernos, pastas, lápis, canetas, borrachas, para os alunos do projeto SEMEAR. Soma-se a isso a entrega de mais 30 kits às crianças da ‘ONG Alimento SIM, Fome NÂO’, que visitaram à fábrica neste mês.

Sobre a Coca-Cola FEMSA

Coca-Cola FEMSA, SAB de C.V produz e distribui Coca-Cola, Fanta, Sprite, Del Valle, Schweppes e outras bebidas do portfólio da The Coca-Cola Company em 10 países: México (uma parte substancial da região central, incluindo a Cidade do México, bem como sudeste e nordeste do país); Guatemala (Cidade da Guatemala e região metropolitana); Nicarágua (todo o país); Costa Rica (todo o país); Panamá (todo o país); Colômbia (maior parte do país); Venezuela (todo o país); Brasil (parte do país); Argentina (Buenos Aires e arredores) e Filipinas (todo o país).

A empresa é considerada a maior franquia do sistema Coca-Cola no mundo e também engarrafa e distribui água, sucos, chás, isotônicos, cervejas e outras bebidas em alguns desses territórios. Ao todo, possui 63 fábricas e 327 centros de distribuição, atendendo mais de 358 milhões de consumidores por meio de aproximadamente 2,8 milhões de pontos de vendas e conta com mais de 120 mil funcionários em todo o mundo.

No Brasil está presente como Coca-Cola FEMSA Brasil em 48% do território nacional, empregando cerca de 20 mil funcionários e atendendo mais de 88 milhões de consumidores, distribuídos nos estados de São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e em parte do estado de Goiás. No país, conta com uma estrutura de 44 centros de distribuição, 24 Cross Dockings e 21 Cross Trucks, 10 fábricas, sendo a unidade de Jundiaí (SP) a maior no mundo em volume de vendas em produtos Coca-Cola.

Fonte: http://jornaldiadia.com.br

EMPRESAS PREPARAM NEGROS E PARDOS PARA O TOPO DO PAÍS

EMPRESAS PREPARAM NEGROS E PARDOS PARA O TOPO DO PAÍS

Cinquenta jovens universitários trabalham hoje como estagiários na agência de comunicação J. Walter Thompson, em São Paulo. Eles seguem uma rotina semelhante à dos selecionados todos os anos no programa existente há quase quatro décadas. Um fator inédito, porém, difere a turma atual de todas as outras. Quinze deles são negros e pardos.

É a primeira vez que o grupo não reflete a homogeneidade do perfil observado entre os profissionais da agência. Há um ano, 4% dos cerca de 300 funcionários eram negros.

Com o novo programa de estágio, a proporção já aumentou para 10%. A mudança é o primeiro resultado de uma meta batizada de 20/20: o objetivo de ter pelo menos 20% do quadro composto de negros e pardos até 2020. “A criatividade e a pluralidade que a empresa precisa só existem num ambiente diverso”, diz Ricardo John, vice-presidente de criação da agência.

Segundo um levantamento realizado pelo Instituto Ethos com 500 grandes empresas brasileiras, 12% delas dizem ter medidas afirmativas para promover negros e pardos. Em 2010, o percentual era de 9% — e, em 2000, de apenas 1%. Na agenda de diversidade das empresas, trata-se de uma discussão mais recente, embora venha ganhando espaço.

O percentual de companhias com políticas voltadas para igualdade de gênero, por exemplo, é de 28%. Em 2017, um grupo de 20 empresas decidiu dar origem à Coalizão Empresarial para a Equidade Racial e de Gênero, organizada pelo Instituto Ethos, pela ONG Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades e pela organização inglesa Institute for Human Rights and Business, com o apoio do Movimento Mulher 360 e do Banco Interamericano de Desenvolvimento.

Entre elas estão a varejista Carrefour e a fabricante de bebidas Coca-Cola, que se comprometeram a adotar medidas práticas para ampliar a diversidade étnica de suas equipes.

“Até pouco tempo atrás, não havia a percepção de que as empresas pudessem fazer algo para aumentar a presença de negros nos escritórios”, afirma Caio Magri, diretor-presidente do Instituto Ethos. “Isso começa a mudar.”

Num país em que 54% da população se autodeclara negra ou parda, a baixa escolaridade dificulta a ascensão profissional. Em 2015, o ensino superior era realidade para apenas 12,8% desses jovens, segundo o IBGE.

No caso de brancos, o percentual sobe para 26,5%. A disparidade dessa proporção é ainda maior nos cursos e nas universidades de elite que costumam abastecer os processos de seleção de grandes empresas.

Por essa razão, buscar profissionais negros implica mirar locais que estão fora do radar. A agência J. Walter Thompson integrou os novos estagiários a seu time com o serviço da consultoria EmpregueAfro, que desenvolve um banco de dados com candidatos negros e pardos por meio de redes sociais, contato com ONGs e com outras instituições especializadas.

Os interessados foram pré-selecionados e convidados a participar do mesmo processo seletivo junto com os que chegaram por outro caminho.

Outras empresas têm buscado a faculdade paulistana Zumbi dos Palmares, na qual 90% dos 1 500 estudantes são negros. Criada em 2003 com o propósito de colocar mais afrodescendentes no mercado de trabalho, a faculdade oferece cursos de administração, direito, recursos humanos e gestão pelo valor de 300 reais por mês, e incentiva a ascensão de seus alunos por meio de parcerias com empresas como Coca-Cola, Dow e SAP.

“A quantidade de parcerias com as empresas dobrou nos últimos cinco anos”, afirma  José Vicente, um dos fundadores e reitor da faculdade. A Coca-Cola também buscou ajuda no braço institucional da própria empresa.

Os 15 escolhidos para cursar o programa de jovem aprendiz deste ano foram selecionados entre os 400 estudantes que se formaram no último ciclo do Coletivo Jovem — projeto de capacitação para adolescentes de baixa renda do Rio de Janeiro apoiado pelo Instituto Coca-Cola.

Capacitação

Reforçar a formação desses jovens tem sido uma necessidade. É o que se vê no caso da fabricante de cosméticos Avon. Em 2017, os executivos da empresa determinaram pela primeira vez a meta de preencher pelo menos 10% das vagas de estágio com candidatos negros ou pardos. Ao buscar jovens em comunidades em que o Instituto Avon atua, a meta foi atingida.

“Um dos próximos passos é fornecer um curso de inglês para eles”, diz Mafoane Odara, coordenadora de projetos do Instituto Avon. Em 2018, a meta será de 20%. O banco Goldman Sachs faz algo semelhante no Brasil desde 2014.

Em parceria com o escritório de advocacia Linklaters e a escola de idiomas Alumni, patrocina um curso de inglês por dois anos para universitários negros de baixa renda selecionados. Hoje, 30 jovens são beneficiados. Eles também participam de um programa de mentoria com executivos.

Aproximar altos executivos desses jovens tem sido considerado fundamental para preparar a ascensão deles a cargos mais altos. Na indústria química Dow, desde janeiro 13 executivos tornaram-se mentores de um funcionário negro. Na companhia de tecnologia IBM, executivos participam há quatro anos de encontros com jovens de escolas de baixa renda, selecionados com uma redação sobre empregabilidade. Eles depois são convidados a se inscrever nos programas de estágio e de trainee regulares da companhia. Uma das executivas a participar dos encontros é a gerente de projeto Marianne Lucilio, que ajudou o avô pedreiro na adolescência.

Numa ocasião, um dos estudantes disse que tinha passado pela mesma experiência e nunca tinha se imaginado em outra carreira. “Histórias reais como essas mostram para esses jovens que é possível”, afirma Adriana Ferreira, líder de diversidade e inclusão da IBM para a América Latina. Theo van der Loo, presidente da empresa de agronegócio e farmacêutica Bayer no Brasil, adotou a causa quando soube que um amigo negro não havia sido recebido por um recrutador que “não entrevista negros”.

Uma das primeiras medidas foi o diagnóstico: 41% dos funcionários da empresa são negros, mas eles ocupam apenas 4,3% dos cargos de liderança. Para tentar mudar essa realidade no futuro, em 2017 estabeleceu que 20% dos cerca de 100 estagiários contratados por ano serão negros ou pardos. Ao mesmo tempo, incentivou os diretores a participar de grupos de diversidade da companhia.

Todos os meses eles se reúnem para discutir os temas que surgem nessas conversas. “Não adianta impor metas e esperar que as coisas aconteçam sem mudar a maneira como as pessoas pensam”, diz Van der Loo. Segundo estimativas do Instituto Ethos, sem ações afirmativas como essa, só daqui a 150 anos a equidade será alcançada no país. Para Van der Loo e outros executivos, é possível abreviar essa espera. 

Fonte: exame.abril.com.br

+UNIDOS PELO INVESTIMENTO COLABORATIVO EM REDE

+UNIDOS PELO INVESTIMENTO COLABORATIVO EM REDE

Atuar em rede sempre esteve no DNA do Grupo +Unidos. Sua fundação, em 2006, fruto de uma mobilização da embaixada americana no Brasil e a USAID (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional), reflete isso: o primeiro grupo formador contava com 30 empresas norte-americanas com atuação no Brasil, unidas pelo desejo de investir de forma estruturada em iniciativas sociais com impacto.

“Naquela época, os investimentos eram pulverizados e não havia uma agenda global de atuação”, comenta Augusto Correa, gerente executivo do Grupo +Unidos desde 2016. A percepção atual, por outro lado, é de evolução. Com o crescente interesse pelos temas de Sustentabilidade e Responsabilidade Social, o grupo tem se firmado como facilitador e impulsionador de vários projetos inovadores com os setores público e privado.

Uma delas é CSR Leaders, encontro anual de executivos e que tem como objetivo compartilhar e discutir boas práticas em governança corporativa e responsabilidade socioambiental. Mais de 40 executivos participaram do evento em 2017, ao lado de organizações sociais, investidores e outros atores do setor. Para 2018, Augusto espera um evento maior: “Queremos ampliar nossa rede e contar com, pelo menos, 100 executivos na próxima edição.”

O grupo também quer conectar organizações e iniciativas sociais aos líderes e tomadores de decisão das empresas membro. Segundo Augusto, após várias reuniões entre o Comitê Gestor, um edital voltado para organizações sociais foi a melhor opção encontrada para diversificar o portfólio de projetos apoiados. “A previsão é que o edital seja lançado ainda no primeiro semestre de 2018. Depois da seleção inicial, todo o refinamento dos projetos será feito a quatro mãos, em um trabalho colaborativo entre as empresas do grupo e as organizações escolhidas.”

Augusto acredita que o amadurecimento da percepção, por parte das empresas, de como são feitos os investimentos em responsabilidade social, tem reflexos na nova postura do Grupo +Unidos. A elaboração de um novo posicionamento, que reforça o poder de união, é outra aposta de perspectivas positivas para 2018. Com isso, ele espera que mais organizações possam se juntar ao grupo para compartilhar experiências e metodologias que tragam resultados positivos não apenas nos negócios, mas para a sociedade como um todo.

Quer conhecer essa nova fase do Grupo +Unidos? Leia nosso manifesto e venha fazer parte da nossa rede!


#UNIDOSSOMOSMAISFORTES