INCENTIVANDO STEM DE FORMA COLABORATIVA

por | fev 26, 2018

Uma das habilidades necessárias para a completa inserção dos cidadãos na economia global atual é a capacitação tecnológica. Em um mundo cada vez mais conectado e informatizado, o letramento digital já é visto como uma disciplina que deve ser incentivada pelas escolas, setor privado e poder público.

Na sua missão de compartilhar iniciativas e experiências que fomentem a educação e a democratização da tecnologia, o Grupo +Unidos, em companhia de empresas de sua rede, participou do STEM Techcamp Brasil, que reuniu professores e gestores de todos os estados brasileiros para discutir novas ações de aprendizagem ativa de STEM (da sigla em inglês para ciências, tecnologia, engenharia e matemática) na educação básica.

O termo STEM, além de ser uma sigla para as disciplinas às quais ele se refere, também carrega consigo o desafio de como promover o ensino e o aprendizado no Brasil. “Um dos nossos objetivos enquanto organização é capacitar os jovens com as competências do século XXI para que eles possam entrar no mercado internacional de trabalho”, comenta Augusto Correa, gerente executivo do Grupo +Unidos, na sua fala de abertura. Ele também lembrou da falta de equidade de gênero nesses campos do conhecimento – tradicionalmente compostos por homens – e discutiu a importância de bolsas e outros tipos de financiamento para mulheres em cursos STEM.

Dando continuidade ao evento, o Grupo +Unidos convidou alguns parceiros da sua rede para dividir com os convidados exemplos de iniciativas do setor privado que impulsionam projetos voltados à STEM. A primeira delas foi a 3M, representada por Paulo Gandolfi. Como uma empresa de base científica e com grande foco de tecnologia baseada em materiais, a 3M também acredita que o ensino de STEM faz parte de uma estratégia de responsabilidade social e é uma inovação sustentável. Paulo cita a criação do Instituto 3M, com cursos e formações reconhecidos por diversas Secretarias de Educação, e a Mostra 3M, feira de projetos com participantes de escolas públicas e particulares, como formas de aplicações práticas no ensino de STEM.

Posteriormente, Jaqueline Lee, da Qualcomm, contou sobre a parceria firmada com a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, em que algumas escolas públicas participarão de um projeto piloto em STEM. Nelas, serão criados laboratórios de robótica, com aulas de programação e impressão 3D. “Queremos trazer as experiências que já ocorrem no exterior e em escolas particulares para a rede pública”, declara.

Por fim, João Vitor Caires, do Impact Hub, espaço colaborativo para pequenos empreendedores, makers, estudantes e pessoas que trabalham com impacto social, também apresentou algumas ações da sua organização, como a parceria que já formou mais de dois mil jovens em São Paulo através das ETECs do Centro Paula Souza em conjunto com a Fundação Telefônica do Brasil e a AES Eletropaulo, sempre envolvendo tecnologia e resolução de problemas.

A diversidade de ações compartilhadas pelas empresas da rede do Grupo +Unidos mostra como a atuação colaborativa pode alavancar ainda mais os resultados para o ensino e o aprendizado STEM. Juntamente com o poder público ou com organizações sociais, empoderar os jovens para a economia global não deve ser o objetivo de uma ou outra instituição, mas de todos nós.

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