O NOVO PRESIDENTE MUNDIAL DA MOTOROLA É BRASILEIRO

O NOVO PRESIDENTE MUNDIAL DA MOTOROLA É BRASILEIRO

A Motorola não está no top 5 das fabricantes que mais vendem smartphones no mundo, mas detém a vice-liderança desse mercado no Brasil. A empresa acredita que um brasileiro pode ajudá-la a crescer globalmente.

O novo presidente mundial da Motorola é Sergio Buniac. Ele foi gerente geral da empresa no Brasil entre 2007 e 2011; foi promovido para a liderança do Cone Sul; e em 2012, assumiu a presidência da marca na América Latina.

Sob o comando de Buniac, a Motorola chegou ao segundo lugar em market share na América Latina. Ela cresceu 68% no terceiro trimestre de 2017 (em relação a 2016), enquanto o mercado de smartphones na região aumentou 10% no mesmo período.

Desde janeiro, Buniac também era presidente da Motorola na Europa. Agora, ele vai substituir o atual presidente mundial da Motorola, Aymar de Lencquesaing — que “decidiu diminuir o ritmo do trabalho para dedicar mais tempo a sua vida pessoal e à sua família”, segundo a empresa.

“Nessa função, Sergio vai liderar todas as facetas da divisão Mobile da Lenovo, incluindo pesquisa e desenvolvimento, produtos, vendas, estratégia e cadeia de suprimentos nos mercados globais, exceto na China”, explica a Motorola.

Buniac vai responder diretamente ao CEO da Lenovo, Yang Yuanqing. O brasileiro é formado em engenharia elétrica pela Escola Politécnica da USP, tem pós-graduação pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e MBA pela Universidade de Chicago.

Outros brasileiros também vêm assumindo cargos globais em empresas de tecnologia. Cristiano Amon se tornou presidente da Qualcomm Incorporated este ano; e Marcel Campos é diretor global de marketing da Asus desde o ano passado.

Fonte: https://tecnoblog.net/

DE ALUNO A PROFESSOR: COMO O INGLÊS POSSIBILITA MAIS OPORTUNIDADES

DE ALUNO A PROFESSOR: COMO O INGLÊS POSSIBILITA MAIS OPORTUNIDADES

“Sentia que o inglês que aprendi na escola não era suficiente. Eu queria mais, queria avançar”. Foi com esse desejo que Rafael Rocha decidiu continuar estudando uma língua estrangeira. Através de uma amiga, ele foi apresentado à ONG Cidadão Pró-Mundo, instituição que ensina inglês como ferramenta de integração social para jovens e adultos. A partir daí, não parou mais.

Com um bom desempenho na prova de nível e um pouquinho de sorte, ele e sua amiga entraram na mesma turma, já na metade do ciclo de cinco anos do curso. “Tinha um certo receio de não me enturmar com o restante da sala, que já estava junto há um bom tempo”, comenta. Mas essa preocupação não se justificou: após finalizar a formação, Rafael decidiu retribuir o apoio e o conhecimento recebidos na Cidadão Pró-Mundo e se tornou professor voluntário – ou Volunteacher – na instituição.

Há mais de um ano e meio dando aulas, ele mantém a modéstia quando conta alguns episódios com os estudantes: “eu daria aula para um nível mais avançado e tinha medo de não conseguir acompanhar ou ensinar. Foi quando um aluno veio falar comigo: ‘Rafa, você consegue. Você ensina bem!’; aquilo me tocou e me motivou muito”. A relação entre professores e alunos na Cidadão Pró-Mundo é bem diferente das escolas tradicionais de idiomas. Na maioria das vezes, não é só o inglês que é ensinado: “já dei e recebi muito conselho sobre vida pessoal e profissional”, completa.

Morador da Vila das Belezas, zona sul de São Paulo, o agora estudante de Engenharia Mecânica está buscando estágio na sua área. Ciente de que o mercado de trabalho vê como diferencial o domínio de outro idioma, Rafael sabe do seu potencial: “mesmo que ter inglês seja algo básico, poucas pessoas falam a língua no Brasil e isso limita as oportunidades em grandes empresas.” E ele tem outra vantagem, já que muitos professores voluntários da Cidadão Pró-Mundo trabalham em multinacionais e complementam suas horas-aula orientando os alunos, que aprendem sobre o mundo corporativo, recebem dicas de como se portar em uma entrevista de emprego e ficam sabendo de oportunidades de suas próprias empresas.

E saber inglês não abre portas apenas no mundo profissional. Existe um novo mundo a ser explorado que, anteriormente, era inalcançável devido às barreiras linguísticas. “Notícias, documentários, filmes… há uma produção muito grande em inglês que eu não tinha acesso.” Dessa forma, dominar um outro idioma permite a inserção das pessoas nos grandes debates globais.

Rafael também dá aulas particulares para complementar sua renda. A experiência diária com alunos de várias regiões da cidade o permite fazer um diagnóstico do ensino de língua estrangeira nas escolas públicas: “a impressão que tenho é que os alunos continuam sempre no mesmo nível, sempre num estágio inicial”, lamenta. Felizmente, iniciativas como a Cidadão Pró-Mundo podem contribuir para mudar esse cenário e permitir que outras pessoas, assim como Rafael, continuem avançando no ensino e aprendizado de inglês.

O Grupo +Unidos apoia a Cidadão Pró-Mundo porque também acredita que o inglês promove a inserção do cidadão na economia global. Quer conhecer um pouco mais ou ser voluntário na organização? Clique aqui.

COMO USAR O CURSO MY ENGLISH ONLINE PARA APRENDER INGLÊS

COMO USAR O CURSO MY ENGLISH ONLINE PARA APRENDER INGLÊS

O curso de idioma My English Online é totalmente gratuito e oferece cinco níveis de aprendizado de inglês: iniciante, básico, pré-intermediário, intermediário e avançado. Ele é desenvolvido pelo programa Idiomas sem Fronteiras (IsF), do Ministério da Educação.

Com o método didático MyELT, criado pela National Geographic Learning, o curso está disponível para estudantes de graduação e pós-graduação, professores ou servidores de instituições de ensino superior públicas e privadas que sejam parceiras do programa.

O cadastro exige o CPF e a vinculação institucional, no entanto, a plataforma libera rapidamente o acesso ao conteúdo. Confira neste tutorial como se inscrever no site do governo e utilizar as principais funções do curso My English Online.

O curso My English Online é gratuito para alunos, professor e servidores em instituições do Idiomas sem Fronteiras (Foto: Daniel Ribeiro)O curso My English Online é gratuito para alunos, professor e servidores em instituições do Idiomas sem Fronteiras (Foto: Daniel Ribeiro)

O curso My English Online é gratuito para alunos, professor e servidores em instituições do Idiomas sem Fronteiras (Foto: Daniel Ribeiro)

Passo 1. Na tela inicial do My English Online (https://myenglishonline.com.br), clique em “Cadastre-se” para fazer o registro pelo programa Idiomas sem Fronteiras;

Aperte no botão em destaque para se cadastrar no My English Online (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Aperte no botão em destaque para se cadastrar no My English Online (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)

Aperte no botão em destaque para se cadastrar no My English Online (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)

Passo 2. Na página do IsF, clique em “Solicitar Acesso” para receber login e senha por meio do e-mail vinculado à instituição de ensino superior. Após essa etapa, digite o CPF e a senha de cadastramento nos campos em destaque;

Nas opções marcadas, registre login e senha pelo CPF e acesse o programa Idiomas sem Fronteiras (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Nas opções marcadas, registre login e senha pelo CPF e acesse o programa Idiomas sem Fronteiras (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)

Nas opções marcadas, registre login e senha pelo CPF e acesse o programa Idiomas sem Fronteiras (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)

Passo 3. Ao entrar no site do Idiomas sem Fronteiras, selecione o comando “Curso Online” para registrar o acesso ao My English Online;

Selecione “Curso Online” para cadastrar-se no curso de inglês My English Online (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Selecione “Curso Online” para cadastrar-se no curso de inglês My English Online (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)

Selecione “Curso Online” para cadastrar-se no curso de inglês My English Online (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)

Passo 4. Preencha os dados cadastrais e clique em “Salvar” para efetivar a inscrição no programa Idiomas sem Fronteiras;

Insira seus dados cadastrais para registrar sua inscrição no Idiomas sem Fronteiras (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Insira seus dados cadastrais para registrar sua inscrição no Idiomas sem Fronteiras (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)

Insira seus dados cadastrais para registrar sua inscrição no Idiomas sem Fronteiras (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)

Passo 5. Na página do curso My English Online, vá em “Entrar” e digite o CPF e a senha recebida por e-mail;

Aperte o botão “Entrar” e preencha os dados de login no site MyEnglishOnline (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Aperte o botão “Entrar” e preencha os dados de login no site MyEnglishOnline (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)

Aperte o botão “Entrar” e preencha os dados de login no site MyEnglishOnline (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)

Passo 6. Em seguida, preencha os dados socioeconômicos e atualize as informações sobre o vínculo institucional para ativar a inscrição no My English Online;

Complete as informações socioeconômicas e institucionais no site MyEnglishOnline (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Complete as informações socioeconômicas e institucionais no site MyEnglishOnline (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)

Complete as informações socioeconômicas e institucionais no site MyEnglishOnline (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)

Passo 7. Feito o login na página do curso My English Online, clique em “Ir para o curso” para iniciar as aulas do método didático MyELT;

Terminada a inscrição, clique no botão em destaque (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Terminada a inscrição, clique no botão em destaque (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)

Terminada a inscrição, clique no botão em destaque (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)

Passo 8. Na página inicial, o usuário irá encontrar breves instruções de uso e a avaliação do grau de conhecimento em inglês. Clique em “Iniciar teste de nivelamento” para começar a verificação;

Aperte na opção destacada para começar o teste de nivelamento no site MyEnglishOnline (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Aperte na opção destacada para começar o teste de nivelamento no site MyEnglishOnline (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)

Aperte na opção destacada para começar o teste de nivelamento no site MyEnglishOnline (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)

Passo 9. Leia os textos e escute os áudios das perguntas, marque as opções corretas e prossiga no teste de nivelamento ao clicar na seta localizada na parte inferior da lateral direita da tela;

Preencha as dezenas de respostas da avaliação no site MyEnglishOnline (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Preencha as dezenas de respostas da avaliação no site MyEnglishOnline (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)

Preencha as dezenas de respostas da avaliação no site MyEnglishOnline (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)

Passo 10. Ao terminar o teste de nivelamento, o curso My English Online estará disponível de acordo com o seu grau de conhecimento. Vá em “Iniciar” para começar as lições ou na opção de menu, no canto superior esquerdo, para acessar o “Índice” e os “Dicionários”;

Aperte nas opções em destaque para acessar o menu do curso ou iniciar as aulas no site MyEnglishOnline (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Aperte nas opções em destaque para acessar o menu do curso ou iniciar as aulas no site MyEnglishOnline (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)

Aperte nas opções em destaque para acessar o menu do curso ou iniciar as aulas no site MyEnglishOnline (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)

Passo 11. Em “Índice” é possível escolher lições de níveis anteriores e verificar quais exercícios devem ser feitos antes de avançar de grau;

No Índice é possível acompanhar o desenvolvimento no nível e retornar a lições anteriores (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)No Índice é possível acompanhar o desenvolvimento no nível e retornar a lições anteriores (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)

No Índice é possível acompanhar o desenvolvimento no nível e retornar a lições anteriores (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)

Passo 12. Em “Dicionários”, o estudante pode consultar gratuitamente dois dicionários inglês-inglês;

A opção Dicionários no site MyEnglishOnline possibilita consultar obras de referência para tirar dúvidas (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)A opção Dicionários no site MyEnglishOnline possibilita consultar obras de referência para tirar dúvidas (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)

A opção Dicionários no site MyEnglishOnline possibilita consultar obras de referência para tirar dúvidas (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)

Pronto. Aproveite e aprenda inglês na plataforma do curso MyEnglishOnline do programa Idioma Sem Fronteiras.

Fonte: https://www.techtudo.com.br

CITIGROUP QUER MAIS MULHERES EM DIREÇÕES NOS MERCADOS ASIÁTICOS

CITIGROUP QUER MAIS MULHERES EM DIREÇÕES NOS MERCADOS ASIÁTICOS

(Bloomberg) — O Citigroup quer alcançar a paridade de gênero entre os diretores administrativos de sua unidade de mercados asiáticos dentro de três a cinco anos, unindo-se a bancos de todo o mundo que estão ampliando os esforços para reduzir uma antiga diferença de gênero.

O banco com sede em Nova York tem um longo caminho pela frente. Apesar de as mulheres constituírem cerca da metade da força de trabalho do Citigroup, de 60.000 funcionários, em todas as divisões da região Ásia-Pacífico, o negócio de mercados regionais atualmente tem 80 por cento de homens e 20 por cento de mulheres no nível dos diretores administrativos, segundo Aditi Mahadevan, chefe de recursos humanos da unidade.

O plano de chegar à paridade dentro de cinco anos “não só nos coloca em maior sintonia com nossos clientes, mas também provou ser melhor para o desempenho”, disse Mahadevan. “Isso leva a melhores decisões e a um pensamento mais equilibrado.”

Bancos de todo o mundo estão sob crescente pressão para melhorar as perspectivas de remuneração e carreira das mulheres. A iniciativa na Ásia segue-se à promessa feita pelo Citigroup, no início do ano, de quantificar, publicar e adotar medidas para reduzir as diferenças salariais entre homens e mulheres em três países e entre as minorias nos EUA. O Goldman Sachs informou na semana passada que pretende fazer com que as mulheres representem metade de sua força de trabalho no futuro, a começar por uma divisão uniforme na classe de graduados na faculdade até 2021.

“As metas do Citi são ambiciosas”, disse Laura Deal Lacey, diretora-executiva do Milken Institute na Ásia. “Não existem muitos bancos dispostos a assumir esses compromissos. É maior a probabilidade de atingir um objetivo quando as metas e os cronogramas são definidos com clareza.”

Redução da rotatividade

Além de promover e contratar mais mulheres para cargos executivos, o Citigroup espera alcançar a meta da igualdade de gênero reduzindo a rotatividade entre as novas mães. Em novembro, o banco lançou um programa em Hong Kong e Cingapura para mães que trabalham na divisão de mercados, oferecendo licença-maternidade mais longa, horários flexíveis e capacitações.

Atualmente, o Citigroup tem cerca de 130 diretores administrativos, homens e mulheres, no negócio de mercados e títulos da região Ásia-Pacífico, segundo uma pessoa com conhecimento do assunto. Mahadevan preferiu não comentar o número.

A divisão de mercados do Citigroup inclui a unidade primária e secundária de ações e renda fixa, vendas e trading para clientes em renda fixa, commodities, moedas e ações. A receita do grupo de clientes institucionais da região Ásia-Pacífico, que tem entre os maiores colaboradores os serviços de mercados e títulos, chegou a US$ 7,1 bilhões em 2017, segundo comunicado do banco.

“As salas de operações são difíceis. Tem muita testosterona no ar em um só lugar”, disse Nick Marsh, CEO da firma de recrutamento Meraki Executive Search & Consulting, com sede em Hong Kong. “Por outro lado, se houver equilíbrio, haverá também processos de pensamento completamente diferentes em andamento.”

Fonte: http://www.jornalfloripa.com.br/

DOW FOMENTA REÚSO E DESSALINIZAÇÃO NO 8º FÓRUM MUNDIAL DA ÁGUA

DOW FOMENTA REÚSO E DESSALINIZAÇÃO NO 8º FÓRUM MUNDIAL DA ÁGUA

O Brasil recebe, entre 18 e 23 de março, o 8º Fórum Mundial da Água. Essa é a primeira vez que o evento, que reúne cidadãos, academia, empresas e governantes para discutir sobre a importância e o futuro dos recursos hídricos do planeta, é sediado no Hemisfério Sul. O momento e a escolha do país não poderiam ser mais simbólicos, uma vez que o Brasil já vivencia uma séria crise de falta de água em alguns estados, como o Ceará, e corre risco iminente em outros, como São Paulo. A Dow Water Solutions, detentora de um dos mais abrangentes portfólios de tecnologias de purificação e separação de líquidos para operações industriais e municipais, estará presente no fórum para fomentar debates sobre temas fundamentais para driblar os problemas atuais de gestão da água: dessalinização e reúso.

A companhia trabalha há mais de 50 anos para oferecer soluções eficazes e produtivas para tratar a água com as mais diferentes origens e características e, assim como o fórum, promove o uso consciente, engajamento dos atores para conservação, planejamento e uso eficiente do recurso hídrico existente. O volume de água doce no Planeta Terra é inferior a 3% e em 2030 a demanda de água será 40% maior que os recursos hídricos disponíveis, se os atuais padrões de consumo forem mantidos.

“É de extrema importância fazer uma melhor gestão da água para garantir o futuro do planeta. Nosso país tem um grande potencial para reúso de água, além de ter uma ampla costa marítima que pode ser usada para dessalinização e auxiliar no abastecimento de áreas com carência hídrica. Queremos demonstrar que a tecnologia é fundamental neste processo e que sua adoção é completamente viável em nosso país. Nosso compromisso é promover uma economia circular, que reduz, reutiliza e recupera os recursos existentes”, explica Fábio de Carvalho, especialista técnico da Dow Water Solutions e coordenador do painel sobre inovação em tecnologias para reúso de água do Fórum.

Um novo olhar sob a água

Os recursos hídricos são limitados e sofrem uma grande pressão pela exploração, poluição e mudanças climáticas. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), dois terços da população mundial vivem em áreas onde há escassez de água ao menos um mês por ano, enquanto 500 milhões de pessoas vivem em locais em que o consumo excede em duas vezes os recursos hídricos renováveis. Além disso, mais de 80% das águas residuais são despejadas sem tratamento adequado. “Não é sustentável viver dessa forma. Se não mudarmos o modo de pensar e agir, ficaremos sem água, como é o caso da Cidade do Cabo, na África do Sul, que está contando os dias para suas torneiras se esvaziarem de vez”, ressalta Carvalho.

Para que isso não aconteça, não é possível contar com as chuvas. É necessário haver novas abordagens para a gestão de diferentes recursos hídricos, eliminando todos os contaminantes e garantindo água limpa e potável para consumo humano. As tecnologias para isso já existem e estão disponíveis no mundo todo há alguns anos, mas os municípios continuam utilizando métodos tradicionais de tratamento de água que, em poucos anos, não conseguirão mais tratar com eficiência os contaminantes atuais da água. “A resposta para a adoção de soluções mais modernas passa pela mudança de comportamento e pelo senso de urgência. Nós disponibilizamos tecnologias que permitem trabalhar com as qualidades dos mananciais e entregar a água tratada nos parâmetros estabelecidos pelo Ministério da Saúde”, cita o especialista, referindo-se às membranas de osmose reversa e ultrafiltração, já comumente utilizadas em outros países.

Gestão dos recursos hídricos

As cidades de Brasília (DF) e Bertioga (SP) já utilizam um sistema mais moderno em substituição aos sistemas tradicionais de tratamento de água, que permite a transformação dos recursos hídricos locais existentes em água de alta qualidade para consumo humano. A tecnologia de ultrafiltração é capaz de remover 99,99% dos patógenos e outros contaminantes da água, ou seja, apresenta resultados superiores aos sistemas convencionais. No ano passado, Brasília implementou a ultrafiltração no Lago Paranoá, localizado dentro da cidade e que nunca havia sido utilizado como fonte de abastecimento da população, passou a oferecer uma alternativa de água de alta qualidade para driblar a crise hídrica. A estação tem capacidade de produção de água potável de 700 l/s.

Já Bertioga adotou, em 2014, o sistema de ultrafiltração para viabilizar o consumo de água de parte da cidade durante as altas estações e tratar o manancial em condições de alta turbidez que dificultam o tratamento convencional existente há décadas. A ultrafiltração apresenta diversas vantagens técnicas, como remoção de partículas inferiores a 0,02 mícron (incluindo bactérias e vírus) menor consumo de produtos químicos e de energia (somente 0,08 kwh/m³ de água produzida); menor espaço ocupado e tempo de instalação inferior.

Dessalinização

Cidades como Barcelona (Espanha), San Diego (Estados Unidos), Copiapó (Chile) e Puerto Deseado (Argentina) já utilizam a tecnologia de osmose reversa para dessalinizar água do mar e abastecer suas populações. “Mais de 97% da água da Terra é salgada e esse recurso pode ser muito melhor explorado. Com essa solução é possível purificar a água do mar, removendo sais e outras impurezas para melhorar a cor, o odor, o sabor e garantir a potabilidade para consumo humano”, afirma Carvalho.

Dow no 8º Fórum Mundial da Água
Um sistema só não serve para tudo! Controlando os custos para a gestão da água urbana
Data: 22/03 – das 9h às 10h30
Sala: 11

Parece existir uma combinação eterna – e frequentemente confusa – dos desafios e soluções quando se trata da gestão da água urbana, principalmente quando se refere aos custos. Quais são os benefícios e contrapartidas de sistemas centralizados, semicentralizados e descentralizados? Quais são os assuntos relacionados à saúde humana devem ser abordados? Como a acessibilidade econômica pode influenciar? Por meio de uma série de estudos de casos, esta sessão discutirá os custos, incluindo os de capital, operacionais e a gestão de ativos, bem como a operação, manutenção e distribuição dos custos entre interessados.

Side Event
ETA Lago Norte – Membranas Ultrafiltrantes no tratamento de água de Brasília
Data: 22/03 – às 13h30
Sala: 42

Para enfrentar a crise hídrica e continuar oferecendo água de qualidade à população, a cidade de Brasília (DF) implementou, em 2017, sua primeira estação de tratamento de água utilizando o moderno sistema de membranas ultrafiltrantes. A tecnologia remove 99,99% dos contaminantes da água, incluindo vírus e bactérias, e necessita uma quantidade muito inferior de químicos. Além disso, tem valor acessível, baixo consumo de energia e ocupa um espaço instalado menor. O projeto da capital federal foi desenvolvido pela Dow em parceria com a Enfil e tem capacidade de produção de água potável de 700 L/s.

Sobre a Divisão de Produtos Especializados da DowDuPont

A Divisão de Produtos Especializados da DowDuPont, uma divisão da DowDuPont (NYSE: DWDP), é uma líder global em inovação que oferece materiais, ingredientes e soluções de base tecnológica que ajudam a transformar as indústrias e a vida cotidiana. Nossos funcionários aplicam ciência e expertise diversificadas para ajudar os clientes a acelerarem suas melhores ideias e oferecerem inovações essenciais para mercados-chave, entre eles, produtos eletrônicos, transporte, construção, saúde e bem-estar, alimentos e segurança do trabalhador. A DowDuPont pretende separar a Divisão Produtos Especializados em uma empresa independente e de capital aberto. Informações adicionais estão disponíveis em www.dow-dupont.com.

Fonte: http://www.doisamaisfarma.com.br