COCA-COLA E O DEPARTAMENTO DE ESTADO DOS EUA USAM A BLOCKCHAIN PARA COMBATER O TRABALHO FORÇADO

COCA-COLA E O DEPARTAMENTO DE ESTADO DOS EUA USAM A BLOCKCHAIN PARA COMBATER O TRABALHO FORÇADO

De acordo com a Organização Internacional do Trabalho, mais de 25 milhões de pessoas em todo o mundo são obrigadas a trabalhar em péssimas condições e sem qualquer benefício e 47% delas estão na região Ásia-Pacífico.

A empresa de pesquisa KnowTheChain está convencida de que as empresas de alimentos e bebidas não podem resolver adequadamente o problema do trabalho forçado em países onde a cana-de-açúcar é extraída para suprir sua demanda pelo produto.

A Coca-Cola comprometeu-se e até 2020 realizar 28 estudos sobre casos de trabalho infantil e trabalho forçado em suas cadeias de suprimentos de açúcar. A empresa usará a blockchain para criar um registro seguro de funcionários e seus contratos de trabalho.

“Estamos trabalhando em um projeto piloto para melhorar a transparência e eficiência do processo de verificação da política trabalhista da empresa dentro de nossas cadeias de suprimentos“, disse Brent Wilton, diretor de questões de direitos trabalhistas da Coca-Cola.

Este será também o primeiro projeto de blockchain no campo da proteção ao trabalho com a participação do Departamento de Estado dos EUA, cujos representantes enfatizaram que um registro protegido de trabalhadores forçará as empresas a cumprir os contratos de trabalho.

A Bitfury Group e Emercoin participarão do desenvolvimento da nova plataforma blockchain.

Fonte: guiadobitcoin.com.br

60% DAS MAIORES EMPRESAS DO MUNDO NÃO RECONHECERAM OS OBJETIVOS GLOBAIS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EM SEUS RELATÓRIOS EMPRESARIAIS, APONTA KPMG

60% DAS MAIORES EMPRESAS DO MUNDO NÃO RECONHECERAM OS OBJETIVOS GLOBAIS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EM SEUS RELATÓRIOS EMPRESARIAIS, APONTA KPMG

De acordo com um estudo realizado pela KPMG, 60% das maiores empresas do mundo não reconheceram os objetivos globais de desenvolvimento sustentável (ODS) em seus relatórios. O levantamento “Como informar os ODS: o que parece ser bom e por que isso importa” (How to report on the SDGs: What good looks like and why it matters) analisa a preparação e divulgação de informações das 250 maiores empresas do mundo sobre os objetivos de desenvolvimento sustentável.

A pesquisa também constata que, em dois anos após o anúncio dos ODS, apenas 8% das empresas incluídas no levantamento apresentaram um estudo de caso para tomada de medidas que visam à implementação dos ODS e 10% estabeleceram metas de desempenho empresarial específicas e mensuráveis em relação às metas globais.

“Existem grandes oportunidades de negócio inerentes ao gerenciamento dos problemas mais difíceis do mundo, no entanto, até o momento, somente um pequeno número de grandes empresas demonstrou que entende esse ponto. Esse grupo beneficia-se por reconhecer os ODS como um poderoso catalisador de inovação, parcerias e transformações de mercado capazes de desenvolver as empresas. Por isso estarão em vantagem quando se comunicarem com os inúmeros investidores, governos e outras partes interessadas que estão demonstrando um interesse cada vez maior pela contribuição das empresas com os ODS”, afirma o diretor da KPMG líder para a área de sustentabilidade, Ricardo Zibas.

Outras constatações do estudo:

  • Os ODS geralmente priorizados pelas maiores empresas são os seguintes: Ação contra a Mudança Global do Clima, Trabalho Decente e Crescimento Econômico e Saúde e Bem-estar.
  • Os ODS geralmente menos priorizados são: Vida Terrestre, Fome Zero e Agricultura Sustentável e Vida na Água .
  • 75% das empresas que preparam e divulgam informações sobre os ODS discutem o impacto de suas empresas sobre esses objetivos; entretanto, existe um desequilíbrio considerável na divulgação dessas informações, pois a maior parte das empresas discute os impactos positivos, e não os negativos.
  • 39% que divulgam informações sobre o ODS incluem os objetivos globais nas mensagens de seus CEOs e Presidentes.
  • Somente 20% das empresas divulgam informações sobre algumas das 169 metas de ODS individuais definidas pela ONU.

Para o estudo completo acesse www.kpmg.com/sdgreporting.

Sobre a KPMG

A KPMG é uma rede global de firmas independentes que prestam serviços profissionais de Audit, Tax e Advisory. Estamos presentes em 155 países, com mais de 174.000 profissionais atuando em firmas-membro em todo o mundo. As firmas-membro da rede KPMG são independentes entre si e afiliadas à KPMG International Cooperative (“KPMG International”), uma entidade suíça. Cada firma-membro é uma entidade legal independente e separada e descreve-se como tal.

No Brasil, somos aproximadamente 4.000 profissionais distribuídos em 13 Estados e Distrito Federal, 22 cidades e escritórios situados em São Paulo (sede), Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Joinville, Londrina, Manaus, Osasco, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador, São Carlos, São José dos Campos e Uberlândia.

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PRIMEIRO LABORATÓRIO DE IDIOMAS DE 2018 É INAUGURADO NA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS

PRIMEIRO LABORATÓRIO DE IDIOMAS DE 2018 É INAUGURADO NA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS

A parceria entre o Grupo +Unidos, US AID e Ministério da Educação chegou até a única Universidade Federal do estado do Amazonas. A escolha, segundo o vice-representante do programa Idioma Sem Fronteiras, Virgílio Almeida, foi especial.

Nesta terça feira 13, ocorreu às 10h a inauguração do primeiro Laboratório de Idiomas do ano, alocado no Centro de Convivência da UFAM – Universidade Federal do Amazonas. O laboratório faz parte da parceria com o Programa Idiomas Sem Fronteiras, coordenado pelo Ministério da Educação.

O objetivo dos laboratórios é auxiliar na internacionalização das universidades, tornando discentes e docentes capazes de desenvolver projetos e estudos em língua estrangeira. A UFAM sedia o 10º Laboratório de Idiomas, e a estimativa é que junto aos outros some 20 mil jovens capacitados em 2018.

“O momento representou um grande avanço para o Estado e para a Ufam. Isso representa para nós mais um passo efetivo rumo a uma Universidade internacionalizada.” segundo a fala do reitor Sylvio Puga.

Dentre as autoridades presentes, estavam Michael Eddy – Diretor da US AID Brasil, Augusto Corrêa – Diretor Executivo do Grupo +Unidos, a Prof Dra Leda Brasil – Diretora do Departamento de Relações Internacionais da UFAM, Prof Dr Wagner Teixeira, atual Coordenador do programa de idiomas da UFAM, o reitor da Universidade Prof Dr Sylvio Puga e o vice-presidente do Programa Idioma sem Fronteiras, Virgílio Almeida.

A fala de todos os presentes demonstrou unanimidade em reconhecer que é preciso preparar o jovem para o mercado global, essa iniciativa aliada ao Governo já vem trazendo benefícios aos universitários e agora chegou no Amazonas para agregar com outros projetos já existentes do Curso de Letras. “É uma quebra de barreiras (do idioma) para desenvolver nossos jovens” – complementou Leda Brasil. Wagner Teixeira, também deixou seu depoimento: “As ações em prol da internacionalização da Universidade vem crescendo desde o início do Ciência e Idioma Sem Fronteiras”.

A cerimônia também contou a presença dos cônsules da Colômbia – José Gilberto Florez , Venezuela – Faustino Torella, Cuba – Túrcios Lopez, do vicecônsul do Japão – Yoshinari Oda, da representante consular dos EUA – Shere Nelson e também dos professores Ingo Daniel Wahnfried, Maria Regina Marinho e Marta Cunha.

QUANTO MAIS EXECUTIVAS MULHERES, MAIS LUCRO, SEGUNDO O BANK OF AMERICA

QUANTO MAIS EXECUTIVAS MULHERES, MAIS LUCRO, SEGUNDO O BANK OF AMERICA

Bank of America Merrill Lynch parece ter encontrado um caminho para que empresas tenham resultados financeiros melhores: mais mulheres em cargos de liderança. Em comunicado a seus clientes, o banco explica que companhias nas quais elas ultrapassam um quarto da equipe executiva tiveram melhores resultados nos sete anos analisados.

A análise foi feita com base nas empresas presentes no índice S&P 500. “Diversidade de gênero tende a garantir um retorno maior”, diz o comunicado feito por estrategistas do banco, liderados por Savita Subramanian.

Para chegar à conclusão, segundo informou o Business Insider, foram analisados os Retornos sobre o Patrimônio (ROE) de todas as empresas da lista. Elas foram, então, divididas em dois grupos. Aquele formado por companhias com mais de 25% dos cargos executivos ocupados mulheres superou as demais de 2010 a 2016.

O Bank of America também cita um estudo da consultoria McKinsey que ranqueia as empresas conforme sua diversidade de gênero e mostra que o primeiro quarto delas tem maior probabilidde de resultados acima da média. Segundo o banco, essas companhias também têm historicamente ações com preços menos voláteis.

“Companhias que investem em mulheres tendem a ter atributos fundamentais mais favoráveis e, devido ao aumento de investimentos de impacto, uma base de investidores crescente”, afirma o Bank of America.

Fonte: epocanegocios.globo.com

INICIATIVAS PRÓ-DIVERSIDADE NÃO SÃO MODA, SÃO NECESSIDADE

INICIATIVAS PRÓ-DIVERSIDADE NÃO SÃO MODA, SÃO NECESSIDADE

O painel que encerrou o Fórum CLAUDIA #EuTenhoDireito discutiu ações concretas das empresas em relação à diversidade. No entanto, esses programas se cruzam com experiências pessoais das CEOs.

Ana Paula Assis, primeira mulher a liderar a operação da IBM na América Latina, onde começou como estagiária em 1996, contou ter acompanhado a dor de uma pessoa próxima em sua chamada “saída do armário”. “Isso me tornou mais sensível a quem não está no grupo considerado ‘normal’”. Na empresa, há um programa de mentoria reversa, que estimula profissionais a entender as dificuldades enfrentadas por mulheres, afrodescendentes, homossexuais e pessoas com deficiência. “É quando, de uma forma muito honesta e corajosa, contam suas histórias para os executivos. São encontros emocionantes.”

“É importante ter um canal de escuta. A organização tem que fazer o diagnóstico, ouvir”, disse Ligia Sica, da FGV-SP, que fez a mediação do painel.

Promovida a CEO da PayPal no mês em que voltou da licença-maternidade, Paula Paschoal passou a prestar mais atenção a coisas como o local de trabalho não ter uma sala para que a mulher tirasse leite _que ela implantou. Para os funcionários transgêneros, há banheiro que não é nem de mulher nem de homem. “Eu preciso que as pessoas se sintam confortáveis. E não é porque é moda, mas porque, quando vou discutir um projeto ou novo produto, com uma equipe diversa, com idade, formação, classe social diferentes, há uma ganho de opiniões, o que no fim aumenta a rentabilidade.”

Com Sandrine Ferdane (BNP Paribas), foi o cutucão de uma amiga que a despertou. “Você não pode ser mulher e CEO sem fazer nada para contribuir com o debate. Você quer ser uma abelha-rainha, com os homens ao redor?”, questionou a colega. Em um programa que ela pretende amplificar, as mulheres da empresa tiveram direito a um coaching com homem. “Foi um duplo benefício, porque os homens também perceberam muita coisa.”

No painel “Diversidade de Verdade: quando novos modelos de gestão vencem o preconceito“, elas também falaram da solidão que muitas vezes acomete quem está na posição de CEO.  “Quando virei CEO comecei a ver como é difícil, pela solidão, pela falta de outras. Temos que aumentar a representatividade, não por métrica, para dizer que tem, mas porque só vamos entender o feminino assim”, afirmou Ana Paula.

“Uma CEO não foi sempre CEO. Cada uma teve que fazer o seu caminho. Às vezes é aí a sua jornada, às vezes é contribuindo de outra forma. Toda CEO já foi uma menina e fez sua trajetória”, encerrou Sandrine.

Fonte: https://claudia.abril.com.br