USAID LAUNCHES MUNICIPAL WASTE RECYCLING PROGRAM IN SOUTHEAST ASIA

USAID LAUNCHES MUNICIPAL WASTE RECYCLING PROGRAM IN SOUTHEAST ASIA

By Darren Manning, Urban Development Officer, USAID’s E3/Land and Urban Office

Asian countries are responsible for more than half of the plastic waste in the world’s oceans. To help address this critical issue, USAID has launched a new program that focuses on identifying and scaling innovations to improve municipal waste recycling in three Asian countries — Sri Lanka, Vietnam, and the Philippines — which are among the world’s top five producers of plastics waste.

Improving the management of municipal waste in these countries, which border two oceans, is imperative to reducing plastics pollution that threatens human health and adversely affects the marine environment.

In late 2016, I traveled to the Philippines to meet with local organizations and finalize work plans for the Municipal Waste Management Recycling Program with implementing partner Development Innovations Group (DIG).

The Municipal Waste Recycling Program (MWRP) is a four-year, $9 million initiative to address the global problem of marine plastics pollution. Implemented under USAID’s Making Cities Work program, MWRP will provide $3.5 million in grants and technical assistance to support promising municipal waste recycling efforts in Asia, evaluate their effectiveness, and make recommendations for future USAID investments in the sector.

Manila

Outside of Manila, Philippines, thousands of tons of seaweed, garbage and sewage were washed by floods into the streets of low-lying poorer suburbs. Photo Credit: Arlynn Aquino/EU

Tragedy and Inspiration

The Philippines has an estimated population of 100 million and produces more than 40,000 tons of garbage every day, or 14.6 million tons a year, thereby making solid waste management a serious health and environmental issue. The indiscriminate dumping of garbage kills rivers and other water bodies and prevents the free flow of water causing environmental hazards and flooding.

During the trip, I visited two communities that turned environmental threats into opportunities to change behavior and inspire political action around better waste management.

On July 10, 2000, after two consecutive typhoons and the constant deluge of the seasonal monsoon, Payatas, a massive mountain of garbage on the outskirts of Manila collapsed. At least 300 people — men, women, and children who lived and worked on the mountain — were buried alive in the avalanche of garbage. As an immediate result, the Philippine government swiftly shut down the Payatas dump and passed the Ecological Solid Waste Management Act. This law sought to manage Manila’s trash problem and reduce the amount of garbage through recycling and composting programs.

aterial Recovery Facility in Batangas

Workers at a Material Recovery Facility in Batangas, Philippines. Photo Credit: Darren Manning/USAID

A few months after the disaster, the Payatas dump was reopened, at the request of the waste-pickers who depended on it for income, and because trash was piling up in the streets of Manila. New steps were taken to reduce the steepness of the slopes thus reducing the possibility of another fatal avalanche, and pipes were installed to vent methane gas emitted by the rotting garbage. Along with extensive intervention from the public and private sector, Payatas has become a model example of how to formalize a dump into a properly managed landfill. Through government and civil society support, the surrounding waste picker community of 30,000 was formally incorporated into the management, collection, separation, and recycling of all garbage arriving at Payatas. Supporting service industries have flourished and local residents benefit from new social programs in education, health, and financial management.

Thirteen years after the act was passed, less than a quarter of metro Manila’s barangays, or urban villages, have a working materials recovery facility. These recovery facilities are the lynchpin of the waste management plan. This is where food scraps become compost, glass bottles and plastics are routed to the right facilities, and residual trash is picked up and trucked to a landfill.

Material Recovery Facility

A Material Recovery Facility in Batangas, Philippines. Photo Credit: Darren Manning/USAID

In the riverside barangay of Potrero in Malabon City, the solid waste gathering in storm sewer grates and clogging waterways caused constant flooding during the rainy season. During this visit, I met with the Mother Earth Foundation and the Potrero Village Council who have initiated a Reduction/Reuse/Recycling Campaign to comply with the Ecological Solid Waste Management Act and improve recovery of household solid waste. As part of the campaign, Potrero established a disaster risk reduction plan, new material recovery facilities, an environmental education campaign, and enforced household participation. This has led to successful recovery of 93 percent of Potrero’s household waste with only 7 percent of the residual waste headed to the landfill.

Houses in Manila

In Manila, a dark line on the houses shows the height of the water level during a recent flood. Solid waste gathering in storm sewer grates and clogging waterways often causes flooding during the rainy season. Photo Credit: Henri Disselkoen/Development Innovations Group.

USAID is optimistic that the focused ongoing efforts in the Philippines, from the national to local levels, will make a sustained impact on improving solid waste management practices throughout the country.  USAID’s new Municipal Waste Recycling Program seeks to support these innovative programs and others through the grants process and share the results and success stories with other countries in the region.

MICROSOFT, DELL, FACEBOOK, HP E MAIS 30 SE UNEM PELA SEGURANÇA DIGITAL

MICROSOFT, DELL, FACEBOOK, HP E MAIS 30 SE UNEM PELA SEGURANÇA DIGITAL

No dia 17 de abril de 2018, a Microsoft disponibilizou uma nota em seu site falando sobre a possibilidade de um acordo entre as várias empresas do setor de tecnologia em geral a fim de procurar maneiras de defender e proteger a todos. Já no ano passado, durante a realização da RSA Conference de 2017, em São Francisco, devido aos ataques cibernéticos realizados mundo afora — pouco antes do WannaCry e do NotPetya —, a solicitação foi de que novas medidas fossem adotadas para evitar danos que acabaram sendo tão grandes.

Já na RSA Conference deste ano, esse acordo inicial foi realizado, e 34 empresas mundiais assinaram o Acordo Tecnológico de Segurança Cibernética, que tem como objetivo promover a segurança e a resiliência online em todo o mundo e para todos os usuários. Esse é um passo importante para que possamos nos sentir mais seguros quanto às nossas informações que estão na internet. 

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O que o Acordo Tecnológico prevê?

Proteger todos os usuários e clientes em todos os lugares

Isso se aplica independentemente do que possam ser (pessoas, governos, empresas etc.) e do conhecimento que possuam. Conforme as próprias palavras da Microsoft: “Prometemos hoje que protegeremos, desenvolveremos e forneceremos produtos e serviços que priorizam segurança, privacidade, integridade e confiabilidade e, por sua vez, reduzam a probabilidade, a frequência, a exploração e a gravidade das vulnerabilidades”.

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Oposição aos ataques cibernéticos contra cidadãos e empresas inocentes de qualquer lugar do mundo

A intenção principal é promover a segurança e a proteção através do acordo para todos, e ainda é ressaltado que nenhuma das empresas incluídas nesse acordo ajudou, em nenhuma hipótese, governos ou qualquer outra entidade ou pessoa a lançar ataques cibernéticos contra qualquer cidadão, empresa ou governo inocente.

Capacitação de usuários, clientes e desenvolvedores a fim de fortalecer a proteção da segurança cibernética

Ataques cibernéticos se iniciam de alguma brecha encontrada em um sistema. É necessário, antes de tudo, melhorar a capacidade e fortalecer a rede do mundo, e para a isso a Microsoft, junto com as empresas que se uniram a ela, está disposta a fornecer a usuários, clientes e ecossistema como um todo mais informações e melhores ferramentas que permitam compreender as ameaças atuais e futuras e, assim, proteger-se contra elas.

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Parcerias visando melhorar a segurança cibernética

Parcerias formais e informais com pesquisadores, sendo da indústria, da sociedade civil e de segurança, em tecnologias proprietárias e de código aberto para melhorar a colaboração técnica. Divulgação de vulnerabilidades e compartilhamento de ameaças, minimizar os níveis de códigos maliciosos sendo introduzidos no ciberespaço. Incentivar o compartilhamento do conhecimento uns com os outros, de toda e qualquer informação que possa ajudar no processo de melhoria, podendo, dessa forma, identificar, prever, detectar, ter tempo de resposta para um ataque cibernético e garantir respostas flexíveis à segurança do ecossistema de tecnologia em geral.

As empresas que aderiram a esse acordo são somente o pontapé inicial desse grande projeto. A Microsoft espera que outras ainda entrem para esse grupo e que as ações comecem o quanto antes.

Fonte: https://www.tecmundo.com.br/

INSTITUTO INTERNATIONAL PAPER CELEBRA RESULTADOS POSITIVOS DE SEUS PROGRAMAS EM TRÊS LAGOAS

INSTITUTO INTERNATIONAL PAPER CELEBRA RESULTADOS POSITIVOS DE SEUS PROGRAMAS EM TRÊS LAGOAS

São Paulo, 23 de abril de 2018 – O Instituto International Paper, que completou uma década de existência em 2017, divulgou o relatório de resultados de todos os seus programas nas comunidades em que atuou durante 2017.

Em Três Lagoas o destaque foi o projeto Natureza e Corpo. Criado em 2013, a iniciativa tem objetivo de fomentar a educação ambiental e a alimentação saudável nas escolas por meio de plantio de hortas comunitárias.

“O cultivo de ervas e vegetais é um caminho prático à informação e desenvolvimento de uma alimentação saudável. Aqui, todo o conhecimento gerado é multiplicado entre as famílias de cada aluno impactado, gerando hábitos saudáveis para a comunidade local”, diz Gláucia Faria, gerente de sustentabilidade da International Paper.

Em 2017 a implementação de hortas e verduras completou a transição de ervas medicinais para plantio de hortaliças. Mais de 2,5 mil mudas foram utilizadas pelos alunos e profissionais das escolas parceiras. Além disso, mais de 60 famílias de baixa renda foram beneficiadas com as doações.

O IIP possui 11 programas voltados à educação, capacitação profissional e geração de renda para as comunidades das regiões em que a International Paper atua. Em 10 anos, já beneficiou diretamente 269 mil pessoas, atendidas em projetos fixos ou itinerantes em 47 cidades brasileiras.

O relatório completo com os resultados de 2017 pode ser acessado em http://institutoip.com.br/wp-content/uploads/2018/04/Relatorio_IIP_Bx.pdf..

Sobre o Instituto IP

O Instituto International Paper (IIP) é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), responsável por desenvolver, coordenar e executar ações e programas relacionados à responsabilidade social corporativa da International Paper do Brasil. O objetivo do IIP é mobilizar, engajar e comprometer a comunidade, seus parceiros e colaboradores a participarem de programas de educação e responsabilidade social, visando contribuir para o fortalecimento da consciência socioambiental de crianças e jovens para o desenvolvimento sustentável da comunidade. Criado no fim de 2007 com a colaboração voluntária dos próprios profissionais da International Paper, o Instituto conseguiu ampliar a sua atuação gradativamente. Prova disso, em 2016 seus projetos beneficiaram diretamente mais de 28.500 pessoas e o investimento total nas ações de responsabilidade social corporativa chegou a R$ 1,2 milhão.

Sobre a International Paper

A International Paper (NYSE: IP) é líder mundial na fabricação de celulose, papel e embalagens à base de fibras renováveis. Com operações na América do Norte, América Latina, Europa, África do Norte e Rússia, a IP produz embalagens de papelão ondulado que protegem e promovem produtos e permitem o comércio mundial; Celulose para fraldas, tecidos e outros produtos de higiene pessoal que promovem saúde e bem-estar; e papéis que facilitam a educação e a comunicação. Com sede em Memphis, Tennessee, emprega cerca de 52 mil pessoas e está localizada em mais de 24 países. As vendas líquidas para 2016 foram de US $ 21 bilhões. 

No Brasil atua nos negócios: papéis para imprimir e escrever, papel para embalagens e embalagens de papelão ondulado, empregando aproximadamente 5 mil profissionais.  

O sistema integrado de produção de papel para imprimir e escrever da International Paper no Brasil é composto por três fábricas: duas no Estado de São Paulo e uma no Mato Grosso do Sul. Seus produtos, as linhas de papéis para imprimir e escrever Chamex e Chamequinho e a linha gráfica de papéis Chambril, são 100% produzidos a partir de cultivos de eucalipto certificados. 

O negócio de embalagens é formado por três fábricas de papel para embalagens, localizadas no Estado de São Paulo, e quatro unidades produtoras de chapas e embalagens de papelão ondulado: duas no Estado de São Paulo, uma em Goiás e uma no Amazonas.  

Para saber mais sobre a International Paper, seus produtos e seu compromisso com a cidadania global, acesse: www.internationalpaper.com/pt.

QUALCOMM VAI LIBERAR GRATUITAMENTE LICENÇA DO SOFTWARE SIM PARA CONTROLE DE DIABETES

QUALCOMM VAI LIBERAR GRATUITAMENTE LICENÇA DO SOFTWARE SIM PARA CONTROLE DE DIABETES

A Qualcomm está implementando no Morro do Alemão, no Rio de Janeiro, um de seus projetos globais que visam aumentar o uso de tecnologia móvel. O projeto SIM – Saúde Inteligente Móvel –  envolve 400 pacientes com diabetes, 47 profissionais, 3 pesquisadores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e 2 coordenadores. Durante Essa equipe irá monitorar,  metade desses pacientes com as tecnologias móveis  disponíveis no programa e os outros 200 pacientes que não tiveram acesso à tecnologia.  E, no final do processo, os dois resultados serão confrontados e analisados.

Segundo o diretor de Relações Governamentais da empresa, Francisco Giacomini Soares, o programa, que começou a ser implementado em novembro do ano passado na favela carioca  já consumiu US$ 609 mil, dos quais US$ 189 mil referem-se ao desenvolvimento do aplicativo que é instalado nos tablets  dos pacientes. Esse software, afirmou Soares durante o Wireless Mundi, será liberado gratuitamente pela Qualcomm para outras clínicas que queiram implementar a solução.

Na experiência do Morro do Alemão, o paciente recebe uma mochila com uma balança digital, um medidor de pressão arterial, e um pedômetro (que mede o número de passos dados no dia). Mas é no software de seu tablete que estão as suas principais informações e é por intermédio dele  que os  médicos acompanham o paciente. “Acreditamos que os resultados irão confirmar que a tecnologia pode também tirar os pacientes dos hospitais e diminuir o impacto na rede pública de saúde”, afirmou.

Conforme Soares, com a conclusão desse teste-piloto, a expectativa é que se consiga construir um modelo de negócios a ser replicado por outras clínicas com o foco principal em doenças crônicas. Um dos gargalos para o avanço dessas tecnologias, apontou o executivo, está justamente no custo da conexão que, na maioria das vezes, é inacessível para o paciente de baixa renda.

Nesse projeto, o Instituto TIM é o aliado na oferta do pacote de dados. Para Soares, uma alternativa para a implementação de alternativas como esta para a população mais carente seria a contratação de brokers, pelas clínicas de saúde, que passariam, assim, a subsidiar o pacote de dados dos clientes. “Com isso, a solução pode ser rapidamente disseminada, pois todo o brasileiro tem um celular “, assinalou.

Fonte: http://www.telesintese.com.br

ESTUDO GLOBAL DE 3M REVELA: A CIÊNCIA É SUBESTIMADA

ESTUDO GLOBAL DE 3M REVELA: A CIÊNCIA É SUBESTIMADA

São Paulo, março de 2018 – A ciência precisa de defensores: essa é a conclusão a que a 3M chegou após a análise do seu primeiro Índice Anual do Estado da Ciência (State of Science Index – SOSI), um estudo global expondo as percepções da população em geral em relação à ciência. À primeira vista, os resultados do estudo sugerem que o sentimento em relação à ciência é extremamente positivo: metade acredita que os carros voadores serão uma realidade ainda em vida e 87% caracterizam a ciência como fascinante e não como algo chato.

No entanto, após uma análise aprofundada, a pesquisa expõe que muitas pessoas não conseguem visualizar o impacto que a ciência tem em suas vidas: quase 40% acreditam que a vida cotidiana não seria muito diferente se a ciência não existisse (38%). Um padrão de ceticismo em torno da ciência também prevalece. O estudo descobriu que quase um terço (32%) da população global que participou da pesquisa é cético em relação à ciência e 20% não confia em cientistas.

A pesquisa sobre a ciência foi realizada em 14 países de forma independente e foi encomendadapela 3M, uma empresa global de ciência e inovação, e conduzida pela Ipsos, empresa global de pesquisa de mercado. O estudo explora a imagem da ciência em todo o mundo. Os entrevistados foram questionados sobre o seu conhecimento, compreensão e valorização da ciência, bem como questões sobre a imagem e o futuro da ciência.

“Nós nos propusemos a pesquisar sobre o que o público em geral pensa e sente sobre ciência e seu impacto no mundo. A ciência é valorizada e confiável ou não é reconhecida?”, afirma John Banovetz, vice-presidente sênior de Pesquisa & Desenvolvimento e Chief Technical Officer da 3M. “Esses ricos insightsdão destaque à ciência e revelam diferenças de atitudes entre países emergentes e desenvolvidos, homens e mulheres, e até mesmo entre gerações. O mundo está se tornando cada vez mais tecnologicamente avançado todos os dias e a ciência está levando a esses avanços tecnológicos. Esperamos que, ao tornar os dados da pesquisa acessíveis, os defensores das ciências em todo o mundo poderão utilizá-los para focar ações na ciência e contribuir para sua maior valorização em nosso mundo”.

Dados do Brasil

Brasileiros são mais otimistas em relação a ciência e entendem o impacto da ciência mais do que a maioria dos outros países do mundo, mas não veem o país com líder em avanços científicos.

  • Brasileiros são otimistas quando se trata de ciência.

Quando brasileiros escutam a palavra “Ciência” eles se sentem…

94%esperançoso ante de desencorajado 6%

88%fascinados versus 12% entediados

90%acreditam que a ciência impulsiona a inovação

85%acreditam que o mundo é um lugar melhor graças à ciência

  • Sobre expectativas sobre ciência no futuro, os brasileiros estão entusiasmados e otimistas quanto ao impacto futuro da ciência:

66%pensam que os melhores dias da ciência ainda estão por vir.

63%estão entusiasmados com o impacto futuro da ciência na sociedade.

Três em cada quatro (76%)pensam que vão ver a cura do câncer em vida.

A metade (51%)pensa que teremos carros voadores durante a sua vida.

  • Os brasileiros entendem o impacto da ciência mais do que a maioria dos outros países do mundo.

83%pensam que a ciência é muito importante para a sociedade e 72%dizem que é muito importante para a vida cotidiana (versus média global de 63% e 46%, respectivamente).

Cerca de um terçoacredita que a ciência tem um impacto completamente positivo em sua vida cotidiana (34%) e na sociedade (37%) hoje, significativamente maior do que a média global (22% e 24%, respectivamente).

  • Brasileiros são mais propensos do que a média global a se arrepender de não prosseguir uma carreira na ciência (52% contra 46%, respectivamente).
  • Mais de metade (56%) sentiram-se mais entusiasmados com a ciência quando criança do que agora. No entanto, quase todos os pais brasileiros querem que seus filhos saibam mais sobre ciência.
  • Os brasileiros não veem seu país como um líder em avanços científicos:
    74%acreditam que o Brasil está ficando para trás de outros países quando se trata de avanços científicos.

42%acreditam que o financiamento inadequado para a pesquisa científica é o maior obstáculo para os avanços científicos no futuro.

84%acreditam que outros países atribuem maior valor à ciência do que o Brasil.

  • No Brasil, astronautas e jogadores de futebol são igualmente populares. Quando perguntados se preferem jantar com o jogador Neymar ou o astronauta Marcos Pontes a resposta foi:

51%Neymar X 49%Marcos Pontes

  • Já cantores superam doutores. Preferem jantar com:

58% Ivete Sangalo X 42% Celina Turchi*

*(descobriu a relação entre Zika e microencefalia)

Metodologia de estudo

A Ipsos realizou o estudo com 14.036 adultos em 14 países, entre 14 de junho de 2017 e 26 de agosto de 2017. A pesquisa foi realizada por meio de uma combinação de entrevistas on-line e offline. Aproximadamente mil pessoas maiores de 18 anos foram pesquisadas em cada país. Os países participantes foram: Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Japão, México, Polônia, Arábia Saudita, Singapura, África do Sul, Reino Unido e Estados Unidos. A amostra para cada país foi nacionalmente representativa com base na idade, gênero, região e raça/etnia (quando aplicável). No nível de confiança de 95%, a margem de erro para o total global de 14 países é de +/- 0,83 pontos percentuais. Os países emergentes e desenvolvidos foram agrupados da seguinte forma:

  • Desenvolvido: Canadá, França, Alemanha, Japão, Singapura, Reino Unido e Estados Unidos
  • Emergentes: Brasil, China, Índia, México, Polônia, Arábia Saudita e África do Sul

O que o estudo identificou?

  • Para muitos, a ciência é vista como acessível apenas para “gênios”.O estudo descobriu que mais de um terço das pessoas ficam intimidadas pela ciência, com 36% das pessoas concordando que apenas os gênios podem ter uma carreira na ciência.
  • Mais trabalho precisa ser feito para suprir a lacuna de gênero na ciência.As mulheres estão menos envolvidas e interessadas na ciência do que nos homens. Elas são mais propensas do que os homens a dizer que não sabem nada sobre ciência (21% contra 15%) e significativamente tendem menos a acreditar que uma carreira em engenharia seria satisfatória (9% contra 25%). Elas, no entanto, estão mais interessadas do que os homens em medicina (20% vs. 14%) e ciências da vida (15% vs. 10%).
  • A ciência é apreciada mais no nível macro (nível social), do que no nível micro (dia a dia).Significativamente, mais pessoas acreditam que a ciência é muito importante para a sociedade em geral (63%) do que para a vida cotidiana (46%).
  • As pessoas são amplamente inconscientes sobre a ciência e impacto em suas vidas. A maioria (66%) pensa “pouco ou nunca” sobre o impacto da ciência em sua vida cotidiana.
  • Quase metade dos entrevistados desejaria ter seguido uma carreira na ciência.Enquanto uma pequena maioria de pessoas (54%) não se arrepende de prosseguir uma carreira não científica, quase metade queria ter escolhido uma carreira em ciência (46%).
  • Os céticos e os apoiadores da ciência estão alinhados quando se trata de seus filhos e da próxima geração. Quando se trata da próxima geração, tanto os céticos quanto os não-céticos estão surpreendentemente alinhados: 82% encorajariam as crianças a prosseguir uma carreira científica e 92% dos pais querem que seus filhos saibam mais sobre ciência; ao mesmo tempo, 33% pensam que os alunos precisam de uma melhor compreensão de como a ciência melhora o mundo para inspirá-los a prosseguir uma carreira nesta área.

Os dados completos do estudo, incluindo as informações de cada um dos 14 países e ferramenta para explorar os dados com profundidade, podem ser encontrados em: 3M.com/scienceindex.

Otimismo para o futuro da ciência

Apesar do ceticismo e baixo entendimento generalizado sobre ciência, a expectativa sobre o futuro dos avanços científicos é alta. Quando perguntados sobre o que acreditam que a ciência alcançará ainda durante a vida deles, as principais respostas incluíram robôs em todos os locais de trabalho (64%) e em cada casa (55%), além de carros voadores (51%). Também há expectativas de ver antes de morrer a vida submarina (41%) e habitar Marte (35%).

Em geral, o estudo descobriu que os países emergentes são mais otimistas sobre os avanços científicos futuros do que os entrevistados de países desenvolvidos. Os países emergentes são muito mais propensos a pensar que os carros voadores (58% nos emergentes vs. 43% nos desenvolvidos) e o controle do clima (43% contra 22%) seriam possíveis ainda durante a vida deles.

Olhando para problemas sociais, as pessoas estão se voltando para a ciência em busca de soluções, particularmente em torno de energia e prevenção de doenças. Globalmente, as pessoas têm uma visão otimista de que a ciência pode resolver desafios relacionados à disponibilidade de energia renovável com um preço acessível (75%) e fornecimento de energia (74%). As pessoas também acreditam na ciência para resolver os desafios relacionados ao tratamento de doenças (75%) e de água limpa e saneamento (73%).

“Grandes avanços científicos são fruto de múltiplas descobertas ao longo dos anos de trabalho”, esclarece Banovetz, vice-presidente sênior de Pesquisa & Desenvolvimento e Chief Technical Officer da 3M. “Se os estudantes pensam que apenas os gênios podem ter uma carreira na ciência e as pessoas permanecem indiferentes à ciência, como podemos prosperar como sociedade e continuar inovando? Para garantir um futuro melhor, precisamos estar atentos para ajudar as pessoas a entender todas as incríveis oportunidades e inovações que a ciência nos trouxe, bem como a dedicação, disciplina e investimento necessários para alcançar esses resultados”.

Compromisso da 3M com a ciência

Reconhecendo a necessidade de defender a ciência, a 3M nomeou Dra. Jayshree Seth como a primeira Chief Science Advocate (defensora chefe da ciência) da empresa. Ela será a embaixadora responsável por promover e contribuir para diálogos sobre a imagem da ciência e a importância que desempenha na melhoria das vidas ao redor do mundo.

Uma cientista renomada com PhD em Engenharia Química e 60 patentes em seu nome, a Dra. Seth foi reconhecida com o título de Cientista Corporativa – a posição mais alta dentro da comunidade técnica em 3M. Além das suas realizações na inovação científica, ela adora ser mentora de jovens cientistas e outros funcionários da 3M.

“Tenho a honra de assumir esse papel porque, como estudante, enfrentei muitos desafios, comparando-me com os outros e pensando que não conseguiria. Eu tive a sorte de ter professores inspiradores e uma família encorajadora que realmente acreditava nos benefícios da ciência “, disse Jayshree. “No meu papel como Chief Science Advocate, vou me concentrar em esclarecer as questões que precisam ser abordadas para incentivar a valorização e o entusiamo pela ciência. Eu quero que as pessoas saibam que você não precisa ser um gênio para ser cientista. Desejo que as pessoas compreendam como a ciência melhora a vida e conduz as inovações em que confiamos a cada minuto todo dia. E, finalmente, eu pretendo ser uma parte da solução que cria uma nova geração de defensores da ciência”.

A nomeação da Dra. Seth para o papel de Chief Science Advocate baseia-se no compromisso de 40 anos da 3M de promover novas gerações de cientistas e melhorar vidas. Em todo os Estados Unidos e internacionalmente, o 3M apoia iniciativas em ciências, tecnologia, engenharia e matemática (Science, Technology, Engineering and Mathematics – STEM).

Nos Estados Unidos, há 10 anos a empresa realiza o “Discovery Education 3M Young Scientist Challenge” (“Descoberta na Educação – Desafio 3M para Jovens Cientistas”, em tradução livre), um importante concurso de ciência para alunos do ensino médio, conectando jovens aspirantes a cientistas com mentores de 3M. Globalmente, o braço filantrópico da empresa, o 3Mgives, apoiou dezenas de países  por meio de programas como  “Let’s Talk Science” (“Vamos Falar sobre Ciências”, em tradução livre), realizado no Canadá há mais de 10 anos. Já na Índia o 3MGives oferece uma Iniciativa de Laboratório de Ciência Móvel. No Brasil, há 5 anos o Instituto 3M realiza o Desafio de Inovação e a Mostra de Ciência, incluindo treinamento para professores e competição de estudantes. Sem falar do no apoio para equipes de Robótica e competições WorldSkills em todo o mundo.

Em 2018, o 3Mgives estará realizando um investimento significativo nas iniciativas STEM internacionais. Por exemplo, a empresa participará de um novo programa STEMania na Arábia Saudita para promover a igualdade de gênero e encorajar mulheres jovens da educação elementar e intermediária a prosseguir carreiras em ciências, tecnologia, engenharia e matemática.

Sobre a 3M

Na 3M, aplicamos a ciência de forma colaborativa para melhorar vidas diariamente. Com cerca de 91 mil funcionários conectados com clientes em todo o mundo e mais de 55 mil itens de produtos inovadores para diferentes mercados, a 3M atingiu US$ 31,7 bilhões em vendas globais em 2017. No Brasil, o Grupo 3M conta com cinco fábricas instaladas no Estado de São Paulo, que compõem a 3M do Brasil, além das empresas 3M Manaus, instalada no Amazonas e a Capital Safety, que opera no Paraná. Em 2017, alcançou faturamento bruto de R$ 3,8 bilhões no País, onde conta com cerca de 3.400 funcionários. Conheça nossas soluções criativas no site www.3M.com.bre cadastre-se para receber nossas notícias em http://news.3m.com/pt-br.