A DISCUSSÃO EM TORNO DO “NOVO PODER” NO FESTIVAL SGB

A DISCUSSÃO EM TORNO DO “NOVO PODER” NO FESTIVAL SGB

“Na era das tecnologias exponenciais, o que é ser humano?”

Foi a partir dessa pergunta que o Social Good Brasil (SGB) nos convidou a refletir e debater temas relacionados à inovação e ao impacto social durante a sétima edição do Festival SGB. O evento aconteceu nos dias 31 de agosto e 01 de setembro em Florianópolis e contou com palestras, painéis, rodas de conversas e workshops inspiradores.

Líder do movimento internacional “Data for Good”, o SGB teve como principais objetivos em 2018 promover o uso de tecnologias como a ciência de dados e provocar a ação dos participantes do Festival em direção à uma transformação positiva da sociedade. Henry Timms (92nd Street) e Jeremy Heimans (Avaaz), nomes referência do ativismo digital, foram responsáveis pela fala de abertura do evento e apresentaram as ideias centrais que embasaram seu novo livro “O Novo Poder em um Mundo Hiperconectado”, lançado na ocasião.

Movidos pela vontade de entender quem prospera e quem fica para trás no mundo atual, os pensadores visionários entendem que o poder ganha um novo significado na Nova Economia. Não funciona mais como uma moeda ou como um recurso escasso detido por poucos, nos moldes do “antigo poder”. Em contraposição, ao passo da evolução de novas tecnologias, o poder torna-se cada vez mais aberto, participativo, colaborativo e, sobretudo, movido por indivíduos comuns. A partir dessa perspectiva inovadora, os keynote speakers do evento mostraram que a batalha entre esses dois modelos determinará quem nos governa, como trabalhamos e até como nos sentimos. “O futuro é uma batalha por mobilização e quem se mobiliza melhor vence”, comentou Timms.

Nesse sentido, para possibilitar a resolução de problemas sociais históricos, é importante entender quem são as pessoas mais beneficiadas pelas atuais tecnologias e diversificar o hall daqueles responsáveis pela sua direção. “Mais do que nunca, o “Data for Good” está conectado com os assuntos pertinentes à nossa sociedade e as pessoas querem se sentir engajadas, parte desse processo de mudança”, afirmou Jeremy Heimans.

Os dois dias de evento seguiram enriquecidos pelas contribuições de muitos profissionais engajados em iniciativas pertinentes ao movimento Data for Good, tais como Nina Silva (Movimento Black Money), Pedro Godoy (Pluvi.On), Andrew Means (Referência nos EUA em Data For Good), Fábio Santos (Letrus) e Jaque Buckstegge (IBPAD).

Acreditamos que iniciativas como essa abrem caminhos de inovação: é a partir da sensibilização e do engajamento de pessoas comuns que geramos verdadeiras mudanças de comportamento na sociedade. O Grupo +Unidos trabalha pela construção coletiva de um futuro promissor para todos. Acreditamos na potência do Novo Poder. Venha com a gente.

#unidossomosmaisfortes

MICROSOFT E RNP ASSINAM ACORDO COM FOCO EM EDUCAÇÃO E EMPREENDEDORISMO

MICROSOFT E RNP ASSINAM ACORDO COM FOCO EM EDUCAÇÃO E EMPREENDEDORISMO

A Microsoft anunciou nesta semana uma parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) para apoiar a educação e o empreendedorismo nas instituições que participam da organização.

Assinado na última terça, 28/8, o acordo fornecerá acesso a diferentes plataformas da Microsoft, como Office 365, Outlook, Skype, Yammer, One Drive e Teams, para cerca de 1.200 campi de instituições de ensino do país.

A iniciativa também inclui soluções para suporte acadêmico e treinamentos, como STEM, um programa de aulas gratuito focado em Ciência, Tecnologia, Engenharia, e Matemática e que reúne pacotes de conteúdo para apoiar professores na construção de atividades práticas que incorporem pensamento computacional e de design ao currículo de ensino médio.

Por fim, vale citar ainda que o acordo oferecerá capacitação do corpo docente por meio de um programa gratuito chamado “Consultores Educacionais da Microsoft”, que fornecerá receber treinamentos para inserção de tecnologia no processo de aprendizagem e nas ferramentas cedidas no acordo.

“Com essa parceria, ampliaremos nossa capacidade para atender às necessidades da comunidade acadêmica brasileira em termos de infraestrutura e de serviços para viabilizar a comunicação, colaboração e desenvolvimento de novas aplicações”, afirma o diretor-geral da RNP, Nelson Simões.

Fonte: https://computerworld.com.br/