EXXONMOBIL DOA MAIS DE UM MILHÃO DE DÓLARES A PROJETOS SOCIAIS

EXXONMOBIL DOA MAIS DE UM MILHÃO DE DÓLARES A PROJETOS SOCIAIS

Um milhão e duzentos e cinquenta mil dólares americanos foram doados, em Luanda, pela companhia petrolífera e petroquímica ExxonMobil Foundation, para apoiar esforços da luta contra a malária, incentivo a construção de mais escolas, desenvolvimento das mulheres rurais e preservação da Palanca Negra.

As organizações beneficiárias incluem a Organização de Apoio ao Desenvolvimento de Povo para Povo (ADPP Angola), a Africare/CORE GROUP, a Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID), Kickstart, RiSE International e a Fundação Kissama.

A Esso Angola e a Fundação ExxonMobil, em parceria com os ministérios da Saúde, Educação, Ambientem e Acção Social, Família e Promoção da Mulher apresentaram os fundos às respectivas organizações.

O presidente da ExxoMobil Foundation, Kevin Murphy, afirmou que as contribuições vao permitir a continuação dos projectos comunitários estratégicos nas diversas áreas, em 2019.

De acordo com o responsável, a fundação é o principal meio filantrópico para ajudar no combate a malária e aumentar o acesso aos cuidados primários de saúde, bem como na promoção da mulher como catalisadora para o empoderamento económico e educação avançada.

Desde 2003, a empresa já investiu mais de 30 milhões em programas de saúde, além de mais cinco milhões em outras acções desde 2005.

Para este ano as contribuições serão aplicadas para desenvolver ainda mais as competências agrícolas e a literacia empresarial para mulheres agrícolas.

A preservação da Palanca Negra Gigante foi igualmente referenciada como um contributo de sucesso, para resgatar a simbologia nacional angolana que esteve em vias de extinção.

Fonte: https://mercado.co.ao/

COMO FOMENTAR A DIVERSIDADE? NA 3M A RESPOSTA É LEVANTAR A BANDEIRA DO RESPEITO

COMO FOMENTAR A DIVERSIDADE? NA 3M A RESPOSTA É LEVANTAR A BANDEIRA DO RESPEITO

A 3M tem nas mãos o desafio de fomentar a diversidade entre seus funcionários, seja ela de gênero, orientação sexual, étnica ou até de bagagem cultural. Para alcançar o objetivo, no entanto, a companhia precisa fugir de discussões polarizadas e pavimentar uma trilha única, capaz de levar as pessoas a um consenso. Sandra Barquilha, 39, diretora de recursos humanos da organização, aponta ter encontrado uma solução: “Abordar a diversidade a partir da discussão sobre respeito”, diz.

A empresa começou a avançar por este terreno há cerca de cinco anos, após perceber este movimento ganhando força na matriz nos Estados Unidos. Sandra aponta que o primeiro time criado para abordar o tema foi o Fórum de Liderança Feminina: “O grupo de trabalho diagnosticou uma série de desafios para aumentar a participação das mulheres em cargos de comando, como a maternidade, o preconceito e, ainda, a falta de autoconfiança de algumas profissionais para pleitear cargos mais altos. O esforço rendeu bons resultados: “A presença de diretoras no board da organização, por exemplo, saltou de 7% para 30% nos últimos anos”.

Mais tarde a 3M criou o Comitê de Diversidade e Inclusão, uma iniciativa multidisciplinar que reúne profissionais de várias áreas. As pessoas se inscrevem para participar de forma voluntária, algo que Sandra entende ser essencial para a iniciativa dar certo. Assim, o grupo atraiu três diretores da companhia e uma série de outras lideranças.

O trabalho começou a se desdobrar em grupos de afinidade que precisam de fortalecimento na organização: há cerca de dois anos nasceu um destinado à promoção da presença de pessoas LGBT e, mais recentemente, em 2018, foi estabelecido o grupo de afinidade de etnia e raça, focado principalmente em aumentar a participação de negros no ambiente de trabalho. Os times são formados por colaboradores que se identificam com o tema e querem fazer parte, e ajudar a construir um caminho de transformação.

Opinião é pessoal, mas respeito é obrigatório

Em paralelo às iniciativas do comitê, Sandra diz que a 3M vem abordando a diversidade em sua comunicação e reconhece que há, sim, alguma resistência ao tema. Até agora ninguém se opôs de forma direta e clara, mas aqueles mais conservadores demonstram certa surpresa diante de algumas iniciativas, principalmente quando o assunto envolve orientação sexual. “Há uma série de paradigmas pessoais envolvidos”, diz.

Segundo Sandra, a intenção da empresa é colocar o assunto em pauta internamente, provocando uma discussão necessária, ainda que ela não seja muito confortável. “É normal encontrarmos um olhar mais conservador, mas decidimos tratar estes temas de forma aberta e transparente”, diz. E prossegue:

“Não abordamos a diversidade simplesmente porque está moda, é bonito ou para que as pessoas concordem. É impossível controlar a opinião de todo mundo, mas aqui estamos falando de respeito. Você pode discordar, mas precisa respeitar”

Assim, o principal antídoto da companhia para eventuais resistências internas é fugir de discussões filosóficas e abordar tudo sob o mesmo guarda-chuva, o do respeito, independentemente da origem, gênero, orientação sexual ou cor de cada um. Sandra conta que a 3M tem feito uma série de iniciativas para provocar esta reflexão.

Ao trazer para o Brasil a campanha global Wonder, que promoveu uma Post-It War entre funcionários, a empresa usou o nome “Mentes diferentes inspiram” para fomentar a colaboração e a construção coletiva entre pessoas diferentes. Outra ação foi levar o Museu da Empatia para dentro da 3M. A iniciativa traz experiências para que as pessoas olhem o mundo através dos pontos de vista de outras pessoas: é só calçar o sapato de alguém e fazer uma imersão por meio de um áudio. São depoimentos diversos, crianças, transexuais, idosos, negros e representantes de outros grupos. Tudo feito para sensibilizar a audiência e criar novas conexões, estabelecer o diálogo.

“É uma experiência que te coloca no lugar do outro ainda que você não acredite nas mesmas coisas que ele”, resume Sandra. Segundo ela, as mensagens são cuidadosas, mas direto ao ponto, justamente o tipo de comunicação em que a 3M tem apostado para tratar do tema.

Diversidade na contratação

A abordagem da 3M inclui também buscar a diversidade na hora de contratar, uma missão nem sempre tão simples, como conta Sandra:

“Precisamos colocar a diversidade no olhar dos gestores que contratam. Sem perceber, muitos deles descrevem o próprio perfil quando vão falar sobre o tipo de profissional que procuram”

Ela reforça que a tendência é que as pessoas sempre busquem semelhantes – e é justamente este ciclo que precisa ser rompido. “Há também perfis de cargo para os quais nem sempre há mulheres que se candidatam para a vaga”, exemplifica.

Um esforço importante para a companhia é medir de forma mais precisa a diversidade interna. Parece simples, mas na prática as coisas trazem uma camada de complicação, conta Sandra. “Quando falamos de gênero é tranquilo, mas quando entramos na discussão LGBT eu dependo de uma autodeclaração, algo que não é tão frequente, principalmente em uma empresa industrial”, conta.

Com o esforço para fazer da 3M uma empresa mais diversa, Sandra diz ter realizado uma imersão no tema, estudado, ido a eventos e discutido exaustivamente. A diretora entende que os avanços da 3M acontecem passo a passo, mas foram grandes até aqui. Segundo ela, é melhor focar e construir lentamente, mas garantir que as bases sejam sólidas, do que evoluir rápido sem a mesma consistência. “Fico feliz de ver o tanto de gente que se ofereceu de forma voluntária para participar dos grupos, para levar a discussão sobre diversidade adiante”, diz.

Sandra acredita que tratar de um assunto tão humano é mais do que uma simples tarefa no trabalho: inevitavelmente precisa existir um pouco de compromisso com a causa. “É impressionante ver como, ao se envolver com o tema, nos tornamos pessoas melhores”, conclui, levantando bem alto a bandeira do respeito.

Fonte: https://projetodraft.com/

‘EDUCAÇÃO É TRANSFORMAR, LIBERTAR E FAZER PENSAR CIÊNCIA’, DIZ AUTORA DE TESE PREMIADA SOBRE LETRAMENTO CIENTÍFICO

‘EDUCAÇÃO É TRANSFORMAR, LIBERTAR E FAZER PENSAR CIÊNCIA’, DIZ AUTORA DE TESE PREMIADA SOBRE LETRAMENTO CIENTÍFICO

Como o método de ensino de um país faz com que a população alcance o letramento científico? Por que o Japão se sai bem em provas de avaliação internacional de ensino de ciência e o Brasil apresenta resultados pífios?

Para entender as diferenças e semelhanças entre o ensino de ciências do Brasil e do Japão, a hoje doutora em educação Andriele Ferreira Muri foi atrás de dados. Ela analisou os resultados dos dois países no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) das edições voltadas a ciências (2006 e 2015), acompanhou como são dadas as aulas, e comparou políticas públicas.

O resultado foi a tese “Letramento científico no Brasil e no Japão a partir dos resultados do Pisa”. O estudo foi considerado a melhor tese em educação do país e ganhou o Grande Prêmio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) de Humanas na edição de 2018.

O que motivou Muri a pesquisar o Pisa e comparar resultados foi a convicção de que a educação pode transformar a sociedade.

“Educação é transformar, libertar e fazer pensar ciência. É nisso que eu acredito: em uma educação que transforma, informa, que forma o cidadão crítico para que atue ativamente na sociedade”, disse Muri, em entrevista ao G1.

Letramento científico

O conceito de letramento científico é vasto. Mas, pela definição da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), responsável pelo Pisa, letramento científico é conseguir replicar os conhecimentos básicos de ciência aprendidos na escola nas experiências cotidianas, interpretar dados e tirar uma conclusão válida.

No Brasil, o contexto não é favorável. Em um país em que 55% dos estudantes de 8 anos do 3º ano do ensino fundamental de escolas públicas têm conhecimento insuficiente em matemática e leitura e que 7 em cada 10 alunos do ensino médio não têm níveis suficientes de compreensão e leitura nestas mesmas disciplinas, saber e entender ciência é ainda um vasto campo a ser desenvolvido.

“Um cidadão cientificamente letrado é um cidadão crítico, capaz de participar ativamente das questões como um todo em um país. Questões não apenas científicas e tecnológicas, mas também sociais. Um país cientificamente letrado significa um povo que entende e participa das decisão do dia a dia e transforma a sua realidade”, disse Andriele Muri, em entrevista ao G1.

Conclusões da tese

  • Pisa é um bom instrumento para comparar alunos brasileiros e japoneses. Não foram identificados problemas de compreensão com traduções, por exemplo, ou questões que privilegiassem uma cultura ou outra;
  • Japão se sai melhor porque as crianças veem química e física em meio ao ensino de ciência desde as primeiras séries do ensino fundamental;
  • Não reprovar estudantes tem impacto positivo na aprendizagem no Japão;
  • O Japão tem um currículo nacional comum. Ele foi considerado coerente e focado em tópicos e exploração conceitual. Além disso, ele é revisado a cada dez anos, levando em conta os resultados da avaliação do Pisa;
  • formação dos professores faz diferença: no Japão, os professores têm as aulas analisadas por outros colegas. Esta troca permite aperfeiçoar o método, “acelerando a disseminação das melhores práticas em toda a escola ou comunidade”, escreve Muri;
  • uso do tempo em sala de aula é mais otimizado no país asiático: 20% do tempo de aula no Brasil é perdido com questões como orientações gerais, recados administrativos e controle de alunos em sala. No Japão, o índice é de 2%;
  • Resultados de avaliações guiam a educação: “No Japão, os testes são utilizados como forma de monitoramento e de diagnóstico do desempenho do sistema educacional”, analisa Muri. Segundo ela, em 2006, quando o país repetiu uma tendência de baixa no desempenho, o Japão implementou uma reformulação do ensino. Outro ponto apontado pela doutora é que o Japão não publica resultados por escola, o que evita o ‘ranking’ das instituições.

Para chegar a esses resultados, Andriele fez uma imersão na cultura japonesa ao longo do doutorado da Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC-Rio) e com a Universidade Gakugei de Tóquio, onde passou oito meses.

Por meio do programa Ciências Sem Fronteiras, ela pode frequentar escolas e observar como os japoneses davam aulas de ciência. Foi assim que ela constatou que as crianças do Japão veem química e física desde as primeiras séries do ensino fundamental em meio ao conteúdo de ciência, enquanto no Brasil o ensino é específico e fica para as séries posteriores.

“A gente tem pouco contato com conteúdo de química e física, somos mais focados em ciências naturais e biologia. No ensino fundamental, guardamos só para o nono ano uma pincelada dessas disciplinas e depois só retomamos no ensino médio. Os japoneses promovem mais a investigação e a autonomia”, compara.

Antes, no mestrado, ela já havia analisado os resultados do Brasil no exame, o que resultou no livro “A Formação Científica no Brasil e o Pisa”. Também participou do programa de formação de professores, o Teacher Training Program, entre 2007 e 2009, onde teve aulas teóricas por seis meses e depois foi atuar com desenvolvimento de material didático para alunos do ensino fundamental e médio.

Ao voltar do Japão, Andriele diz que ela mesma reviu a forma como dava aulas. “Minhas aulas eram bem tradicionais e eu reproduzia muito o que tinha tido [como aluna]. Só então eu vi que havia outras formas [de ensinar].”

Currículo nacional no Brasil e no Japão

Em dezembro de 2018, o Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do ensino médio. Em 2017, foi aprovada a BNCC do ensino infantil e fundamental.

Antes, o Brasil não tinha um currículo nacional obrigatório. No ensino médio, as únicas disciplinas exigidas por lei eram português, matemática, artes, educação física, filosofia e sociologia. Agora, são matemática e portugês. Os demais conhecimentos deverão ser distribuídos ao longo dos três anos (seja concentrado em um ano, ou em dois, ou mesmo em três). No ensino infantil e fundamental, a BNCC não contempla, nas competências gerais, o ensino de ciência ou conteúdos que desenvolvam o letramento científico das crianças.

“Acho a nossa língua e a matemática de fato importantes, mas não dá para não reconhecer a importância das demais disciplinas. A falta de consenso [entre educadores, na formulação das BNCCs] é visível e notória. Sou a favor de uma base nacional curricular, mas que contemple coisas que são básicas, incluindo ciências”, diz.

No Japão, o Pisa é usado como diagnóstico sobre o desenvolvimento da educação. Quando, em 2006, o país caiu no ranking comparado à edição anterior, foi feita uma reformulação de ensino e o resultado na edição seguinte melhorou, conta Andriele.

Já no Brasil, os números do Pisa não influenciam em decisões de políticas educacionais. “Sem avaliação, não temos diagnóstico. Mas tão importante quanto o diagnóstico é saber o que fazer com ele, e não só usar para ranking”, diz. “Não é preparando o aluno para a prova que vamos resolver o problema”, analisa.

O que é o Pisa

Pisa é a sigla para Programme for International Student Assessment, ou, em português, Programa Internacional de Avaliação de Estudantes. Ele é coordenado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e, no Brasil, a aplicação é responsabilidade do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao Ministério da Educação (MEC).

O Pisa é aplicado a cada três anos para estudantes a partir do 7º ano do ensino fundamental, com média de 15 anos (idade em que a maioria dos estudantes de todos os países concluem o ensino médio). Na última edição, em 2016, 70 países participaram. Cada edição tem foco em uma área de conhecimento. As edições analisadas pela Andriele (de 2006 e 2015) tiveram foco em ciência.

Em 2016, o Brasil ficou na 63ª posição em ciências, na 59ª em leitura e 66ª em matemática. O Japão ficou em 2º lugar em ciências, 8º em leitura e em 5º em matemática.

Sobre a autora

Andriele Ferreira Muri Leite concluiu o doutorado em educação pela PUC-Rio em 2017. Fez doutorado sanduíche na Universidade Gakugei de Tóquio (8 meses) onde antes já havia sido bolsista no Teacher Training Program (2007 a 2009). Atualmente é professora adjunta do Departamento de Educação do Campo da Universidade Federal de Rondônia (UNIR). É autora do livro “A Formação Científica no Brasil e o PISA”. Suas pesquisas situam-se nos campos da educação e do ensino de ciências, com ênfase em Avaliação de Sistemas e Programas Educacionais, Avaliação Internacional Comparada e Desigualdades Educacionais.

Prêmio Capes

Criado em 2005, o Prêmio Capes de Tese é oferecido anualmente às melhores teses de doutorado de cada uma das 49 áreas do conhecimento. Em 2018, 939 trabalhos foram inscritos. Os critérios de premiação consideram a originalidade do trabalho, sua relevância para o desenvolvimento científico, tecnológico, cultural, social e de inovação, além da valorização dada pelo sistema educacional ao candidato.

Fonte: https://g1.globo.com/

CUMMINS INTENSIFICA AÇÕES NA ÁREA SOCIAL

CUMMINS INTENSIFICA AÇÕES NA ÁREA SOCIAL

A Cummins Brasil celebra o balanço positivo das atividades promovidas pela sua área de responsabilidade corporativa ao longo de 2018, ano em que registrou o engajamento recorde de 92% dos seus colaboradores nos trabalhos realizados junto às comunidades nas quais atua.

Além da inauguração da Escola Victor Civita, em Guarulhos (SP), fruto de um ivestimento de R$ 5,5 milhões, a Cummins deu continuidade às ações permanentes voltadas aos campos da educação, meio ambiente e justiça social.

“O recorde de engajamento dos nossos colaboradores é a prova mais concreta de que conseguimos enraizar a cultura do voluntariado nos valores da companhia”, diz Soraia Senhorini Franco, gerente da área de responsabilidade corporativa da Cummins. “Todos os nossos sites têm um plano para o desenvolvimento de suas comunidades e, com isso, estamos fazendo uma transformação na nossa região”.

Dentre os projetos realizados pelos voluntários, destacam-se aulas de inglês, rodas da leitura e ensino de matemática para as instituições próximas de sua fábrica de Guarulhos.

Os colaboradores também doam sangue frequentemente e realizam visitas e asilos, além de terem plantado no ano passado total de 480 árvores como parte do programa Ilhas Verdes. Outro projeto da empresa é o De gota em gota, que envolve a fabricação de cisternas para minimizar os impactos da crise hídrica na região.

“E 2019 tem mais”, garante Soraia. “Vamos trabalhar com o fortalecimento de ONGs, ministrando treinamentos de qualificação para melhor servirem a comunidade. “Será um bom ano para todos nós”.

Além de já ter selecionado a 7ª turma do Formare, a fabricante de motores também desenvolverá  trabalho de consultoria técnica na oficina de costura Pano Pra Manga e intensificará os projetos já implementados dentro da companhia.

Fonte: https://www.autoindustria.com.br/

MICROSOFT TEM NOVA PRESIDENTE NO BRASIL; CONHEÇA

MICROSOFT TEM NOVA PRESIDENTE NO BRASIL; CONHEÇA

A Microsoft brasileira está com novidades no comando: Tânia Cosentino assumiu a presidência da filial brasileira da empresa, substituindo Paula Bellizia, que vai passar a atuar nas operações latino-americanas da gigante da tecnologia.

Cosentino se junta à Microsoft após atuar durante anos na francesa Schneider Electric, onde ocupava a vice-presidência global de qualidade e satisfação do cliente desde outubro do ano passado. Em seu período na multinacional europeia, a executiva liderou a transformação digital da companhia na América do Sul, além de estimular o desenvolvimento de soluções diferenciadas e sustentáveis com o objetivo de agregar valor aos negócios dos clientes.

Dentro da Microsoft brasileira, a expectativa é alta com a chegada da nova comandante. “Tânia traz uma sólida experiência em diferentes empresas e um foco em agregar valor aos negócios dos clientes, totalmente alinhado ao nosso objetivo prioritário de contribuir para a transformação digital de nossos clientes com soluções inovadoras. Tenho certeza que sua ampla visão de negócio e operações e sua liderança em temas extremamente relevantes como diversidade e inclusão, serão fundamentais para a evolução de nossos negócios no Brasil”, disse Cesar Cernuda, presidente da Microsoft América Latina.

Cosentino vai ocupar a vaga que desde julho de 2015 era ocupada por Paula Bellizia. A executiva vai, após mais de três anos no comando da filial brasileira da Microsoft, vai passar a atuar nas operações latino-americanas da companhia, tendo sido promovida a a vice-presidente de Vendas, Marketing e Operações da Microsoft América Latina.

Fonte: https://olhardigital.com.br/