O Instituto Avon investiu US$ 100 mil no Fundo Malala com o objetivo de treinar professores e líderes comunitários de 15 comunidades quilombolas no Brasil, que vão beneficiar a educação de mais de 3 mil meninas e meninos. A ação da Fundação Avon é parte da plataforma Stand4Her (“PorEla”, em português), iniciativa global para melhorar a vida de mulheres e meninas em todo o mundo.

O investimento do Instituto Avon possibilitará que uma das organizações parceiras do Fundo Malala no Brasil, o Centro de Cultura Luiz Freire, promova educação de qualidade, aprimore políticas públicas educacionais, trabalhe habilidades sociais e psicológicas para desenvolver lideranças quilombolas, com potencial de promover mudanças sociais necessárias. Atualmente, 1,5 milhão de meninas no país não têm acesso à educação pela sua condição social, econômica, racial e geográfica.

Para Malala Yousafzai, co-fundadora do Fundo Malala, “no Brasil, meninas indígenas e afro-brasileiras são desproporcionalmente marginalizadas e lutam para completar sua educação”. “Os parceiros pela educação do Fundo Malala no Brasil estão lutando por um futuro melhor para elas e somos gratos à Avon por investir neste trabalho.”

Esta parceria entre as instituições é uma oportunidade de unir esforços entre sociedade civil, empresas e o poder público, para que elas tenham oportunidades iguais, direitos básicos garantidos, que sejam felizes, independentes e empoderadas.

“Nosso papel é dar ferramentas para que essas meninas tenham a possibilidade de ter diversas trajetórias, escolhas e sonhos. A educação é uma dessas ferramentas importantes para que elas tenham vidas mais saudáveis, seguras e livres. Por isso, ficamos felizes em concretizar essa parceria com o Fundo Malala”, destaca Daniela Grelin, diretora executiva do Instituto Avon.

“Quando uma garota não tem acesso a direitos básicos, ela fica em uma condição mais vulnerável e com mais chances de sofrer múltiplas violências. Escola, família e sociedade são instituições com papéis fundamentais para elas tenham informação e direitos resguardados.”, afirma Mafoane Odara, gerente e líder da causa de enfrentamento à violência contra mulheres e meninas do Instituto Avon.

Fonte: Catraca Livre.