NO BOFA, EVENTOS SOBRE DIVERSIDADE SÃO ‘PRIORIDADE’ PARA CEO

NO BOFA, EVENTOS SOBRE DIVERSIDADE SÃO ‘PRIORIDADE’ PARA CEO

(Bloomberg) — Na última década, o CEO do Bank of America, Brian Moynihan, usou sua presença para mostrar comprometimento com a melhora da diversidade no banco.

“É uma enorme prioridade”, disse Sheri Bronstein, executiva global de recursos humanos do banco, em conferência dedicada ao empoderamento feminino no ambiente de trabalho, na terça-feira. “Ele não perdeu nenhum dos nossos conselhos de diversidade e inclusão em 10 anos. O exemplo vem de cima para baixo.”

Moynihan preside o conselho global, que visa a desenvolver estratégias em torno da diversidade e da inclusão no ambiente de trabalho no banco com sede em Charlotte. Bronstein também é líder do conselho e ajuda a manter a a diretoria atualizada em relação às metas e ao progresso do conselho.

Líderes corporativos de Wall Street têm afirmado que desejam aumentar a porcentagem de funcionárias mulheres e de trabalhadores não brancos em suas empresas. Eles têm firmado compromissos e analisado dados sobre a força de trabalhadores não brancos em suas empresas. Eles têm firmado compromissos e analisado dados sobre a força de trabalho, e alguns divulgaram ao público metas para a contratação e a promoção de funcionários de grupos sub-representados.

No Bank of America, 54 por cento da força de trabalho nos EUA foi composta por mulheres em 2017, segundo registros da empresa. Elas representam um terço dos funcionários e gerentes de níveis executivo e sênior do banco. Dessas mulheres, 82 por cento são brancas.

Ainda assim, as operações do banco que geram receita estão divididas em quatro divisões, todas chefiadas por homens.

Bronstein disse que nos últimos anos o departamento de recursos humanos, do qual ela faz parte, deixou de analisar apenas as estatísticas do alto escalão e passou a produzir dados para “todos os níveis da organização, para todas as métricas”.

“Como estamos em um banco no qual as pessoas estão acostumadas a analisar muitos números, e acho que elas se acostumaram com isso, teremos o mesmo foco para os dados de RH”, disse Bronstein. “Temos tido uma grande adesão.”

Fonte: https://economia.uol.com.br/

CÉSAR WEDEMANN, CEO DO QEDU E PAINELISTA DO EVENTO “CSR LEADERS”, FALA SOBRE BIG DATA PARA A EDUCAÇÃO

CÉSAR WEDEMANN, CEO DO QEDU E PAINELISTA DO EVENTO “CSR LEADERS”, FALA SOBRE BIG DATA PARA A EDUCAÇÃO

No dia 7 de Novembro teremos mais um evento do CSR Leaders promovido pelo Grupo +Unidos em parceria com o Atados. No evento, vamos abordar a tendência do “Data For Good”, portanto, o uso de Big Data para promover Impacto Social.

Teremos três painéis durante o evento e um deles falará sobre o papel do “Data For Good” na Educação. Entrevistamos um dos nossos painelistas, César Wedemann, CEO do QEdu, para dar para vocês uma prévia do que está por vir!

 

Sobre o QEdu

O QEdu nasceu com a crença de que os dados têm muito a oferecer para o impulsionamento da educação, acreditando que é possível dar vida aos dados educacionais para auxiliar gestores, diretores, professores e todos os interessados a fazerem melhores escolhas na educação brasileira. E, com esse ideal, o QEdu aplica tecnologias inovadoras e design moderno para facilitar o acesso aos dados educacionais, usando referenciais teóricos sólidos.

De acordo com César Wedemann, o QEdu tem dois principais produtos: o Portal QEdu, que oferece indicadores de avaliação dos estudantes do Brasil de forma fácil, somado ao QEdu Redes, que oferece um viés pedagógico através de uma análise mais profunda dos dados, podendo ser explorado por diferentes regiões do Brasil. Além disso, desde maio de 2017, há o QEdu Provas, que têm como objetivo preencher a demanda de dados mais atualizados das avaliações dos alunos das escolas públicas brasileiras. Atualmente, o QEdu Provas dá suporte para as organizações fazerem suas próprias provas e avaliações com apoio e suporte prévio, aplicação e pós prova.

 

Insight do Projeto

O QEdu vem do sentimento de “como fazer”, não do sentimento de “o que fazer”, diz César. Para eles, o QEdu não deveria ser uma consultoria, mas sim uma solução em si. O desafio financeiro existia no começo, como no início de qualquer projeto, e ele foi superado  com o apoio da Fundação Lemann, que decidiu financiá-lo. Frisou-se na conversa a dificuldade de estabelecer parcerias com entidades públicas, à barreiras legais e à falta de recursos viáveis.

 

Big Data para o Impacto Social no Brasil

César Wedemann vê muitas oportunidades em relação ao Big Data em prol do Impacto Social no Brasil. De acordo com ele, o nosso país está entre os 10 países que mais disponibilizam publicamente seus dados, em um esforço do governo nos últimos anos para mostrar transparência à população.

 

Quer saber mais sobre como aplicar o Data For Good na sua empresa? Inscreva-se no CSR Leaders 2018 aqui e aprenda com mais de 10 especialistas no assunto!

O DATA FOR GOOD NO SEU DIA-A-DIA

O DATA FOR GOOD NO SEU DIA-A-DIA

Se você leu nosso primeiro texto, já entendeu que o conceito de Data for Good é o uso do Big Data de empresas ou governos para trazer mais alcance a iniciativas e organizações sociais, certo?

Mas este conceito pode parecer muito distante da nossa realidade e hoje estamos aqui para dizer que, pelo contrário, ele já vem sendo aplicado no dia-a-dia do brasileiro. Vamos conhecer alguns exemplos?

OPERAÇÃO SERENATA DE AMOR

Nestes últimos meses a discussão acerca dos candidatos para as eleições 2018 esquentou e o projeto Operação Serenata de Amor pode trazer embasamento para essa escolha. Eles criaram um sistema que utiliza o big data dos gastos públicos para examinar contas públicas de deputados brasileiros em busca de irregularidades.

A partir dos dados de reembolso publicados pelo próprio governo, Rosie, a inteligência artificial criada pela Operação, identifica por exemplo se um deputado teve gastos em diferentes estados do Brasil em um período de tempo muito curto ou gastos incoerentes de refeição no estabelecimento citado no reembolso.

Até hoje, Rosie já identificou de 8.270 reembolsos suspeitos de mais de 730 deputados, os quais você pode conferir no site do projeto e, quem sabe, definir seu voto.

99 TAXI

Quando você chama um motorista pelo aplicativo da 99 Taxi, você gera informações. No seu blog, a companhia revelou que usa dados como a duração das viagens, os locais de origem e destino das corridas e o horário das chamadas para identificar demandas recorrentes em grande cidades e buscar soluções para atendê-las.

Na prática, esses dados são compartilhados com o Poder Público para auxiliar na formulação de políticas de combate ao congestionamento, na proposição de medidas de segurança e também em projetos de integração com o transporte público.

No Rio de Janeiro, por exemplo, foi observado que uma parcela significativa dos cariocas utilizavam o aplicativo para fazer a primeira ou a última parte da viagem — entre suas casas e terminais de ônibus ou estações de trem e metrô.

A partir disso, a 99 desenvolveu um cartão especial que oferecia descontos especiais neste trajeto para os moradores do Rio de Janeiro.

Compreender fluxos na cidade também pode auxiliar na decisão de investimento de infra-estrutura necessária e até na alocação de equipes de apoio ao trânsito, como aconteceu no diálogo entre a empresa e a prefeitura de São José dos Campos.

ATADOS

O Atados está reestruturando as inscrições na sua plataforma para entender com mais profundidade as necessidades das organizações sociais, as aptidões dos voluntários e suas maiores afinidades com as causas.

No futuro, será possível identificar o perfil completo do voluntário brasileiro, as cidades mais solidárias do país, as causas que mais atraem voluntários e quais mais precisam de apoio, entre outras características da rede que podem orientar organizações sociais na busca e engajamento de voluntários.

LETRUS

Na área da educação, também é possível encontrar novas ideias e soluções a partir da análise de dados, e isso pode ir além da análise dos dados disponibilizados pelo MEC a partir de provas nacionais.

O pessoal do Letrus desenvolveu um sistema para correção de redações e identificação de padrões nos erros frequentes, detectando assim as áreas de ensino da escrita que não estão claramente aprendidos pelos alunos. Ainda, é possível observar se estes erros estão se repetindo por escola, região ou cidade.

A plataforma de letramento digital alia, portanto, a análise de dados com o incentivo a prática da escrita e o desenvolvimento da competência escrita dos estudantes.

 

Quer saber mais o que o Big Data pode fazer para o Impacto Social? Conhecer especialistas e ver exemplos ao vivo? Compareça a mais um evento do CSR Leaders! Saiba mais e inscreva-se aqui: http://maisunidos.org/csr-leaders/

VOCÊ SABE O QUE É O DATA FOR GOOD E O UTILIZA NA SUA EMPRESA?

VOCÊ SABE O QUE É O DATA FOR GOOD E O UTILIZA NA SUA EMPRESA?

Se você está lendo este texto agora, provavelmente já foi despertado pelo seu celular, viu seu feed em alguma rede social, postou ou curtiu algum status, buscou a melhor rota e o melhor veículo para se locomover, viu notícias que lhe interessavam, viu um vídeo ou escutou uma música, certo?

A cada uma dessas ações, você produziu dados com informações sobre seu local ou teve seus interesses pessoais armazenados e analisados por empresas de tecnologia.

O uso desses dados normalmente é associado ao aparecimento de anúncios melhor direcionados para atingir seu público-alvo. Mas já imaginou se estes mesmos algoritmos coletados para gerar lucro a grandes empresas fossem utilizados para trazer mais alcance a iniciativas e organizações sociais?

É neste contexto que nasce o conceito de Data For Good: a geração de dados seguida de uma análise voltada para o impacto social pode identificar necessidades de transporte, prevenir doenças, fiscalizar o uso do dinheiro público, estimular o voluntariado, entre outras infinitas possibilidades.

Como apontou este estudo anual do think-thank JWT Intelligence, a filantropia dos dados, que aqui chamamos de Data for Good, é uma das 10 tendências na área de inovação em 2018.

Vamos entender um pouco mais sobre este assunto?

No dia 7 de Novembro você poderá compreender como esses dados estão sendo analisados e utilizados no Brasil para promover e/ou aumentar o impacto social de iniciativas do governo ou da sociedade civil.

 

CSR LEADERS | DATA FOR GOOD: Um evento +Unidos & Atados

Data: 7/11

Horário: 8:30-12h

Local: A definir

 Agenda

08h30 – 09h00 Receptivo

09h00 – 09h20 Abertura

09h20 – 10h45 Painel Data for Good

10h45 – 11h00 Coffee Break

11h00 – 12h00 Painéis Big Data na Educação e Política

INSCREVA-SE AQUI

BANK OF AMERICA E EDUCAÇÃO FINANCEIRA NO CEARÁ

BANK OF AMERICA E EDUCAÇÃO FINANCEIRA NO CEARÁ

Um projeto inédito de Educação Financeira com um jogo de tabuleiro e outro de cartas, que visa exercitar, de forma lúdica, as habilidades de poupar, empreender e investir! A iniciativa, lançada pelo Bank of America Merrill Lynch com implementação do Instituto Brasil Solidário, como projeto piloto em escolas da rede pública de Beberibe, Pindoretama e Cascavel, no Ceará, em pouco mais de um ano de ação já apresenta resultados significativos nas mais de 90 escolas envolvidas nas atividades com os jogos Piquenique e Bons Negócios.

Uma avaliação externa do projeto apontou que os alunos melhoraram não só no desempenho voltado para a matemática e noções básicas de investir e poupar, mas despertaram para um novo olhar sobre o consumo consciente, ações de cidadania e até educação ambiental, levando esse aprendizado para além dos muros da escola, com resultados efetivos junto aos familiares.

Os resultados apontaram que 77% das escolas que receberam as ações melhoraram indicadores em conhecimento de educação financeira, estimulando o interesse dos alunos e educadores em aplicar as práticas adquiridas através dos jogos em seu planejamento financeiro pessoal, seja em sua rotina pessoal diária, em família ou visando uma possibilidade futura de empreender. Vale ressaltar que a educação financeira sendo trabalhada no contexto escolar, é um tema atual e foi sugerido pelo Ministério da Educação do Brasil (MEC) para compor a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Seminário “Jogos de Educação Financeira – Avanços e Estratégias”

O sucesso do projeto no Ceará, permitiu a expansão das ações para escolas em São Paulo, que desde o mês de junho de 2018 já estão aplicando a mesma metodologia e utilizando o material dos jogos de forma interdisciplinar, envolvendo toda a comunidade escolar. Após essa primeira etapa de avaliação externa e monitoramento da equipe do Instituto, o projeto avançou para um próximo passo de expansão e compartilhou os resultados em um grande Seminário “Jogos de Educação Financeira – Avanços e Estratégias”, que foi realizado no dia 21 de setembro, às 08h, no Hotel Jangada da Caponga, em Cascavel/CE.

O momento foi de partilhar as boas práticas vivenciadas nas escolas que fizeram parte do projeto piloto, dando espaço para educadores, coordenadores pedagógicos, técnicos das secretarias de educação e gestores municipais de Cascavel, Beberibe e Pindoretama, expressarem suas impressões sobre as estratégias didáticas trabalhadas durante todo o ano, e até apontarem sugestões de melhoria para aprimorar a utilização dos jogos como ferramenta pedagógica. O evento contou ainda com uma palestra sobre “Investir e Poupar a partir dos jogos Piquenique e Bons Negócios”, ministrada pela especialista em educação para sustentabilidade e autora de oito livros sobre educação financeira, Andyara de Santis, que deu dicas de planejamento e organização financeira para alcançar metas de curto, médio e longo prazo.

“A avaliação nos trouxe indicadores de que o jogo é realmente muito bom como ferramenta didática e pedagógica. Nós temos um material que dialoga com diferentes disciplinas e atende muito mais do que os conceitos básicos de educação financeira, estamos conseguindo estimular os alunos a uma consciência crítica sobre o consumo consciente e até ações de cidadania, isso sendo dito pelos próprios educadores das escolas, então queremos mostrar no evento os resultados que já alcançamos e falar sobre as perspectivas futuras de expansão dos jogos para outros Estados. Nossa expectativa é alcançar 1 milhão de alunos em 2019, não só no Ceará, mas em diversos Estados do país”, ressalta o Presidente do Instituto Brasil Solidário, Luis Salvatore.

Sobre o Projeto no Ceará

O Estado do Ceará foi escolhido para sediar o projeto piloto, inédito, em educação financeira, que desenvolveu dois jogos voltados para alunos e educadores do Ensino Fundamental I e II. A estrutura e conceituação dos jogos foram desenvolvidas pelo Bank of America Merrill Lynch, uma das maiores instituições financeiras do mundo, com o apoio de profissionais da área de ensino e especialistas em técnicas de jogos.

O Instituto Brasil Solidário entrou como um parceiro estratégico da iniciativa, ainda com a missão de implementar inicialmente os jogos em escolas da rede pública dos municípios de Beberibe, Pindoretama e Cascavel, no Ceará, onde foi possível abranger mais de 90 escolas e cerca de 20 mil alunos nesse processo de aprendizado. O projeto teve início em junho de 2017, onde os educadores passaram por várias etapas de avaliação e monitoramento, até as informações serem niveladas em todas as escolas com formações e entrega de um material completo com sequências didáticas para auxiliar nas atividades dentro e fora de sala de aula.

Recentemente o IBS está produzindo pequenos vídeos que retratam como os jogos contribuem com os conhecimentos dos alunos, educadores e suas famílias além do mundo acadêmico. Intitulado “Além dos muros da Escola” estão programados a produção de 6 mini documentários sobre o tema.

O primeiro vídeo da série já está disponível em: https://www.youtube.com/user/BrasilSolidario

Sobre os Jogos Piquenique e Bons Negócios

Com formatos direcionados para cada idade e etapa escolar, os Jogos “Piquenique” e “Bons Negócios”, trazem uma proposta dinâmica e didática de apresentar os desafios recorrentes do dia a dia, desde a estratégia de compra e venda até a tomada de decisões na aplicação dos recursos disponíveis, que podem se multiplicar ou se esgotar de acordo com a ação do jogador. Os jogos se complementam, na medida em que “Piquenique” visa familiarizar os alunos com o conceito e a prática de poupar, e o “Bons Negócios” o conceito e a prática de investir, ou seja, multiplicar o que foi poupado.

Para os alunos entre 6 a 10 anos de idade, o jogo de tabuleiro “Piquenique”, traz um formato leve e divertido, através do qual os pequeninos poderão imaginar um passeio ao ar livre com um grupo de crianças. Ao longo do percurso vão surgindo desafios que exigem tomadas de decisões e cumprimento de responsabilidades do dia a dia, como pagamento de contas. O objetivo é transmitir o conceito de poupar de maneira natural e próxima a realidade desses alunos.

Já os estudantes entre 10 e 14 anos, receberão o jogo de cartas “Bons Negócios”, que visa primordialmente aproximá-los a experiência prática de investir e abrange ótimas oportunidades de instigar a negociação e uma visão ampla da rotina de um empreendedor já atuante.

Fonte: http://tribunadoceara.uol.com.br/