EVENTO REÚNE JOVENS NORTE-AMERICANOS E BRASILEIROS PARA CONHECEREM INICIATIVA SOCIAL NA PERIFERIA DE SÃO PAULO

EVENTO REÚNE JOVENS NORTE-AMERICANOS E BRASILEIROS PARA CONHECEREM INICIATIVA SOCIAL NA PERIFERIA DE SÃO PAULO

Na última semana, 27 Jovens Embaixadores americanos, depois de três semanas de imersão cultural em diferentes regiões do Brasil, participaram de um dia de muitas atividades e integração na periferia de São Paulo. Acompanhados de outros 20 jovens brasileiros, vinculados a outras iniciativas de impacto social, passaram a tarde na sede da ONG ORPAS (Obras Recreativas, Profissionais, Artísticas e Sociais) e puderam conhecer mais profundamente o trabalho realizado pela organização.

Durante o evento, promovido pela Missão Diplomática dos Estados Unidos no Brasil e pelo Grupo +Unidos, os presentes puderam acompanhar o pré-lançamento da edição 2020 do programa Jovens Embaixadores, iniciativa de responsabilidade social da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil. 

Há mais de quinze anos o programa tem como alvo alunos brasileiros que são exemplos em suas comunidades, em termos de liderança, atitude positiva, trabalho voluntário, excelência acadêmica e conhecimento da língua inglesa. Assim, objetiva fortalecer o ensino público por meio desses alunos e estreitar os laços de amizade, respeito e colaboração entre o Brasil e os Estados Unidos, a partir de intercâmbios entre os dois países.

A 18ª edição dos Jovens Embaixadores terá como foco o empreendedorismo de impacto social e ideias empreendedoras voltadas para desafios nas comunidades. Assim, possibilitará que os jovens participantes construam uma base sólida para que possam se transformar em empreendedores sociais bem sucedidos e impactar positivamente o dia-a-dia das suas comunidades.

Por isso, foi muito significativo que a cerimônia de pré-lançamento do programa acontecesse na sede de uma organização como a ORPAS, que, a partir de um trabalho de fortalecimento da cultura e do empreendedorismo periférico, garantem a inovação, a geração de emprego e renda e o impacto social dentro do Jardim São Luís, bairro da zona sul da cidade de São Paulo.

Os Jovens Embaixadores norte-americanos, junto aos alunos das redes do programa English Access e da organização Em Movimento, foram recebidos por Daniel Faria, fundador da ORPAS, para uma palestra sobre empreendedorismo social e, em seguida, tiveram a oportunidade de conhecer o Sônego Bistrô, negócio de impacto que alimenta centenas de pessoas atendidas pela ONG e acolhe uma escola de gastronomia.

Ao longo de sua palestra, Daniel reforçou o quão fundamental é que a juventude se sinta sempre inspirada e apontou como estratégia para a expansão de iniciativas como a ORPAS a formação de pessoas que atuem como multiplicadores. “Escolhemos, a partir da fundação da ORPAS há quinze anos, transformar o Jardim São Luís em um lugar melhor (…) A gente ajuda quem precisa, sem colocar barreiras e limitações. (…) Mas é claro que precisamos de mais pessoas fazendo esse trabalho, para que possamos alcançar outras comunidades. E é por isso que eu me dirijo a vocês, jovens”, disse.

Você gostaria de participar da edição 2020 do Jovens Embaixadores? As inscrições para o programa começam hoje, dia 25/06, e ficarão abertas até o dia 11 de agosto. Para saber mais informações e realizar a inscrição, acesse a página do Facebook ou o site oficial do programa. Também é possível acessar o edital e o cronograma do programa por meio deste link

Para ver as fotos do evento na ORPAS, acesse: maisunidos.org/fotos-e-videos/

PROGRAMA FORMARE: EMPRESAS PROTAGONISTAS NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE JOVENS PARA O FUTURO

PROGRAMA FORMARE: EMPRESAS PROTAGONISTAS NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE JOVENS PARA O FUTURO

O Formare é um programa da Fundação Iochpe destinado a dar formação inicial e oportunidades no mundo do trabalho para jovens de baixa renda.

A partir de parcerias com empresas de médio e grande porte, o Programa Formare investe na formação profissional destes jovens em situação de vulnerabilidade socioeconômica, com idades de 16 a 19 anos, residentes nas comunidades do entorno das empresas.

Em 30 anos de história, o Formare já formou mais de 22.500 jovens. O Programa gera um impacto de 80% de inserção no mercado de trabalho após a conclusão dos cursos e conta hoje com 46 empresas parceiras, entre elas a Cummins, que adota o Formare há cinco anos e compõe também a rede do Grupo +Unidos.

“O Formare, para nós da Cummins, é motivo de orgulho, por ser um programa que desenvolve tanto habilidades técnicas como comportamentais e mais ainda, desperta o potencial de cada jovem para trilhar seu projeto de vida. Ter os nossos colaboradores envolvidos como voluntários é outro grande ganho, seja na aplicação de seus conhecimentos e habilidades nas diversas fases do projeto, seja pela satisfação do impacto de cada voluntário na vida desses jovens!” conta Soraia Senhorini Franco, Gerente de Responsabilidade Corporativa na empresa.

A formação acontece dentro das próprias empresas. O que isso significa? Aprende-se na prática, vivenciando os desafios e saberes peculiares de cada empresa. E como não há melhores professores do que os próprios colaboradores da empresa, são eles que ministram as aulas e compartilham seu conhecimento como educadores voluntários do Formare.

Assim, o Programa transforma a empresa em um ambiente de aprendizagem inovador e duplamente impactante: tanto os jovens quanto os colaboradores passam por um processo de desenvolvimento profissional. O impacto social é certo: o Programa Formare é reconhecido por garantir alto índice de empregabilidade para seus alunos.  Promove o aperfeiçoamento profissional dos colaboradores das empresas, a integração entre áreas, melhoria da motivação para o trabalho e do clima organizacional.

Os cursos são desenvolvidos pela equipe pedagógica do Fundação Iochpe, de acordo com as características de cada empresa e a realidade do mercado local. A abordagem pedagógica é orientada pelo desenvolvimento de competências para o trabalho e para o exercício da cidadania.

Para além da responsabilidade social, em 2018 a Fundação Iochpe comprovou que existem também benefícios econômicos para as empresas que adotam o Formare. Em parceria com o Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVces) foi lançada uma ferramenta que mede o retorno econômico-financeiro sobre o investimento social de sustentabilidade (ROI-S) feito por empresas no Programa Formare.

A nova ferramenta de medição do ROI-S do Formare traz um argumento novo para que lideranças corporativas olhem para o campo da sustentabilidade de forma mais estrutural e estratégica, aliando o papel social das empresas ao desenvolvimento econômico do país e de seus próprios negócios.

Mais informações: https://fiochpe.org.br/

EDUCAÇÃO E EMBAIXADA DOS ESTADOS UNIDOS FORTALECEM PARCERIA COM FORMAÇÃO BILÍNGUE PARA PROFESSORES

EDUCAÇÃO E EMBAIXADA DOS ESTADOS UNIDOS FORTALECEM PARCERIA COM FORMAÇÃO BILÍNGUE PARA PROFESSORES

São Paulo – Desenvolver o inglês atualmente não está mais atrelado apenas à expansão profissional ou mudança de carreira, agregar o idioma ao seu cotidiano possibilita novas oportunidades em diferentes áreas e amplia seu contato com pessoas de outras nacionalidades.  

A Secretaria da Educação recebeu nesta quinta-feira (23) uma formação para professores sobre ensino bilíngue de inglês e português por meio da metodologia STEM. Batizado “Bilinguismo na Educação Pública do Brasil”, o encontro foi promovido pelo Escritório Regional de Língua Inglesa (RELO) e é direcionado a Professores Coordenadores de núcleos pedagógicos (PCNPs) de várias diretorias de ensino no estado.

O encontro tem o intuito de preparar PCNPs para unir e disseminar conhecimentos sobre a aprendizagem da língua inglesa por meio da abordagem pedagógica STEM. Sigla para Science, Technology, Engineering e Mathematics (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, em português), a abordagem metodológica une conhecimentos dessas quatro áreas em torno da construção de uma solução para um desafio.

“Queremos ensinar inglês de um jeito diferente, mais prático e divertido. Para isso, usamos conteúdos de ciências e tecnologias e transformamos a sala num maker space, no qual o aluno é estimulado a criar raciocínios lógicos em inglês desde os anos iniciais”, explica a especialista norte-americana Barbara Noel, consultora em formação de alunos há mais de 28 anos.

O secretário Rossieli Soares visitou o grupo de estudos e reafirmou a importância dessa parceria para a aprendizagem no estado. “É um desejo de São Paulo ter escolas bilíngues, e acreditamos que esse é um dos passos a serem dados em torno desse objetivo”, pontua.

Os professores tiveram aulas sobre as bases teóricas do STEM e do ensino bilíngue e exemplos de atividades práticas, como a construção de estruturas ou desafios em sala de aula. “Sabemos que estimulando o cérebro, as crianças ficam mais interessadas no processo de aprendizagem, e quando deparadas com manuais ou nomes em inglês, elas conseguem formular palavras e sentenças ao mesmo tempo que resolvem problemas”, explica Barbara.

Feira de ciências foi ponto inicial da parceria

Já disseminada na rede pública, a união do STEM com a língua inglesa veio da percepção que muitos estudantes participantes da Feira de Ciências das Escolas Estaduais de São Paulo (FeCEESP) tinham bons projetos, mas não conseguiam se inscrever em outras feiras por conta da língua. “Queremos dar a chance para que os alunos da rede pública de São Paulo participem de feiras de ciências e competições estrangeiras com o domínio da língua. É um projeto de impacto duradouro no ensino de inglês”, pontua a pedagoga Jucimeire Bispo.

Já disseminada na rede pública, a união do STEM com a língua inglesa veio da percepção que muitos estudantes participantes da Feira de Ciências das Escolas Estaduais de São Paulo (FeCEESP) tinham bons projetos, mas não conseguiam se inscrever em outras feiras por conta da língua. “Queremos dar a chance para que os alunos da rede pública de São Paulo participem de feiras de ciências e competições estrangeiras com o domínio da língua. É um projeto de impacto duradouro no ensino de inglês”, pontua a pedagoga Jucimeire Bispo.

Já para Gilmara Aparecida Prado Cavalcante, da diretoria de ensino de Mauá, os professores saem do evento fortalecidos. “O próximo passo é que essa ideia saia no núcleo pedagógico e vá direto para a sala de aula”, finaliza.

Localizado na Embaixada dos Estados Unidos em Brasília, o RELO no Brasil é um dos vinte e cinco escritórios desse tipo em todo o mundo. A instituição é mantida pelo Departamento de Estado dos EUA, Escritório de Assuntos Educacionais e Culturais, Escritório de Programas de Língua Inglesa.

Fonte: educacao.sp.gov.br

É DE CRIANÇA QUE SE FORMA UM INVESTIDOR CONSCIENTE

É DE CRIANÇA QUE SE FORMA UM INVESTIDOR CONSCIENTE

São Paulo – Desenvolver o inglês atualmente não está mais atrelado apenas à expansão profissional ou mudança de carreira, agregar o idioma ao seu cotidiano possibilita novas oportunidades em diferentes áreas e amplia seu contato com pessoas de outras nacionalidades.  

Depois de impactar, em dois anos, cerca de 20 mil alunos num piloto feito em escolas públicas de cidades como Beberibe, Pindoretama e Cascavel, na região metropolitana de Fortaleza, no Ceará, e outros 5 mil em São Paulo, o projeto “Jogos de Educação Financeira” está pronto para voos mais altos.

Desenvolvido pelo Bank of America Merrill Lynch, em parceria com o Instituto Brasil Solidário (IBS), o programa agora avança para outros 28 municípios brasileiros, no Norte, Nordeste e no Sudeste. E também ganha um novo sotaque, com versões adaptadas para escolas em Santiago, no Chile.

No Brasil serão distribuídos 14 mil jogos, com o objetivo de alcançar 160 mil crianças até o fim de 2019. O projeto, certificado pela Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), casa com a nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que desde o ano passado classificou a educação financeira como habilidade prioritária para alunos dos ciclos médio e fundamental. Só em Sobral, no Ceará, vitrine brasileira de educação pública, serão 20 mil crianças que vão conhecer os primeiros conceitos de finanças.

O programa é composto por dois jogos. “Piquenique” é um tabuleiro que promove a reflexão sobre decisões de consumo e finanças pessoais para crianças a partir de 6 anos. Ao longo do passeio surgem desafios que exigem decisões nem sempre fáceis para os pequenos: comprar uma fruta, mais barata e nutritiva, ou uma barra de chocolate? É preciso também cumprir certas responsabilidades, como fazer o pagamento de contas. Ganha quem termina o jogo com mais dinheiro no bolso.

Já as cartas do baralho “Bons Negócios” estimulam a negociação entre os alunos, que exercitam habilidades de empreendedorismo e de investimentos, para a faixa a partir dos 10 anos. Fazer sobrar uma reserva financeira também determina quem é o vencedor.

“O nosso diagnóstico social, no Brasil e na América Latina, é que faltava [para as crianças e as suas famílias] a experiência com a sobra do dinheiro. O jogo oferece a experiência emocional num ambiente de simulação seguro que é entendido pela mente como real”, resume Thiago Fernandes, responsável pela área social e de governança do BofA na América Latina.

“Se a criança perde para o amigo é porque não fez escolhas inteligentes para poupar. Essa experiência, ela transfere de maneira automatizada para o dia a dia. Há mudanças de hábitos quase que imediatos”, completa Fernandes.

Segundo Luis Salvatore, presidente do IBS, após duas avaliações externas, os resultados dão confiança para que os jogos com conceitos de educação financeira ganhem escala e se transformem em política pública.

A um custo de R$ 8 por estudante, por ano, as metas do Bank of America para 2020 são ambiciosas. A intenção, a partir da avaliação da expansão deste ano, é buscar outros parceiros privados e pessoas físicas para alcançar 1 milhão de alunos. Seriam necessários R$ 8 milhões para tal implementação. Isso também permitiria ter um custo de R$ 1 por criança por mês, cita Fernandes.

Para todos

A partir do ano que vem, o plano é que os jogos sejam licenciados para o IBS tendo como alvo entidades de ensino particulares. “O déficit de educação financeira não é específico da escola pública, é um déficit de Brasil, um problema mundial”, diz Salvatore. Com esse desenho, seria possível construir um subsídio cruzado: cada jogo pago financiaria um gratuito.

Na fase piloto nas escolas do Ceará, um grupo de controle recebeu os jogos e seus educadores um treinamento de como aplicá-los em sala de aula. Um outro apenas ganhou o tabuleiro e as cartas para usar se quisesse, sem informações extras, enquanto um terceiro permaneceu sem nenhuma ação. No primeiro caso, 77% das escolas trabalhadas tiveram melhores índices em conhecimentos de educação financeira, segundo métricas desenvolvidas pela Move Social.

Entre os resultados, houve aumento na capacidade de calcular riscos e oportunidades, autonomia e autocontrole para gerenciar ganhos e gastos, além do entendimento do conceito de poupar e investir.

“Quando a gente pega os resultados de dois anos de avaliação consegue entender que o jogo estimula o letramento e pode, de maneira transversal, ser aplicado em diferentes disciplinas”, diz Salvatore. “A gente está falando de educação financeira, trazendo-a de maneira contextualizada e começa a entender que pode ir para a fase de escala.”

Para não perder qualidade nesta fase foi criado um portal (vamosjogareaprender.com.br) com tutoriais que ensinam a jogar, com dicas pedagógicas e a sequência didática para os educadores. A ideia é que os jogos não estejam restritos à sala de aula e fiquem disponíveis nas bibliotecas, podendo ser levados para casa.

No Chile, o projeto chegou há cerca de um mês para cerca de 5 mil estudantes, de 10 escolas de Santiago. O IBS pretende fazer uma visita ao país em 60 dias para coletar as primeiras impressões. “É bacana perceber que um projeto que nasceu no Brasil pode servir para dar respostas globais”, diz Salvatore.

Ele ainda chama a atenção para o fato de um jogo de tabuleiro e outro de cartas provarem-se atraentes para crianças mesmo em tempos tão tecnológicos, em meio à disseminação dos “games”. Por mais que o brasileiro tenha acesso a celulares, isso não quer dizer que ele esteja conectado se não tiver uma rede wifi por perto, acrescenta Fernandes. E essa é a realidade da maioria das escolas brasileiras.

Fonte: Valor Investe

ENCERRAMENTO DO PROJETO E2C MARCA ENTREGA DE CERTIFICADOS E TROCA DE EXPERIÊNCIAS

ENCERRAMENTO DO PROJETO E2C MARCA ENTREGA DE CERTIFICADOS E TROCA DE EXPERIÊNCIAS

São Paulo – Desenvolver o inglês atualmente não está mais atrelado apenas à expansão profissional ou mudança de carreira. Agregar o idioma ao seu cotidiano possibilita novas oportunidades em diferentes áreas e amplia seu contato com pessoas de outras nacionalidades.  

Dessa forma, ao longo dos últimos quatro meses, 16 jovens negros estiveram envolvidos com as diferentes atividades da primeira fase do projeto de ensino de inglês E2C (English to Connect, Communicate, Catalyze), realizado pelo Grupo +Unidos, em parceria com o Consulado Geral EUA / US Consulate – São Paulo e o Instituto Lira de Inclusão Social (ILIS).

Na noite dessa quarta-feira, 22 de maio, em São Paulo, alunos e representantes das instituições encerraram a primeira fase do projeto piloto com a entrega dos certificados, além do compartilhamento de experiências que marcaram a trajetória de cada participante, desde o processo de seleção às vagas ao final deste primeiro ciclo.

Madelina Young-Smith, adida Cultural e Educacional do Consulado Geral dos EUA no Brasil, ressaltou que o espírito deste programa não é somente aprender o inglês, mas também praticar uma habilidade mundial, onde os alunos possam avançar na carreira e, assim, dialogar com outras pessoas ao redor do mundo. “Durante todo o processo, eu e minha equipe do Consulado trabalhamos muito com o Grupo +Unidos e ILIS. Mantivemos contato com os alunos semanalmente para sentir a evolução do idioma. Estou muito feliz, porque o projeto superou as minhas expectativas. Sabemos que quase 80% dos jovens estão usando o inglês agora. É muito significativo. Não sabemos agora o futuro deles, porém esperamos que eles avancem muito a partir desse aprendizado”.

Coordenadora e idealizadora do projeto de idiomas do ILIS, Karin Colantonio conta que este projeto consistiu em uma ação bastante desafiadora para a instituição de Diadema. Entretanto, ao final desta etapa inicial, ela destaca que ocorreram casos de alunos que já atingiram o nível B1, o que era esperado somente no final das 200 horas de curso, com a conclusão da fase dois. “Acreditamos muito na causa, por isso reunimos os melhores profissionais que tínhamos. Os alunos são muito comunicativos, querem falar o inglês, e os quatro professores selecionados seguem este perfil de classe, sobretudo, considerando a diversidade dessas pessoas”.

Iniciadas em fevereiro, o projeto resultou em 100 horas de atividades que focaram na capacitação dos jovens profissionais e empreendedores, classificados inicialmente no nível de inglês A2 (segundo o padrão internacional), e que buscavam desenvolver habilidades linguísticas para oferecer valor em suas respectivas carreiras.

Entre as experiências compartilhadas durante o evento de encerramento está a aluna Noemi Lima, que atua como líder de projetos na América Latina da empresa Corteva Agroscience. “Os quatro meses foram incríveis, de muito aprendizado e importante para mim pois, no mês que começaram as aulas, fui promovida e convidada para assumir um projeto da América Latina. Eu já tinha uma base do inglês, mas precisava elevar o meu nível do idioma muito rápido. Recentemente fui à Índia, para uma reunião global onde recordei e pude aplicar diversos conhecimentos e dicas das aulas. O que ganhei com o curso é imensurável”.

Já Gabriel Oliveira, aluno do E2C e coordenador da área tributária da SBC Law, recorda que muitas portas foram fechadas por não ter o inglês. Hoje ele descreve o ambiente das aulas citando o compartilhamento de conhecimento e a bagagem de vida de cada um. “Me entreguei ao máximo que pude. Foi uma escalada de esforços e ganhos, passo a passo. Com muito cuidado para alcançar o que nós obtivemos hoje. Todo mundo está muito engajado em continuar o curso, pois nos forneceu muito mais que aulas teóricas, mas também amigos que levarei para a vida”.

Antes da entrega dos certificados, o diretor executivo do Grupo +Unidos, Augusto Corrêa, definiu a experiência com os jovens durante estes meses como algo singular, que possibilitou abordar diversas temáticas além da língua estrangeira. “Atuar com a questão do inglês, engajada em algo que é maior que o idioma, oferece mais sentido para o nosso trabalho. Os resultados que temos visto são muito satisfatórios. Nos surpreenderam bastante, positivamente. Os alunos trouxeram assuntos do seu cotidiano para dentro da sala de aula, o que deu sentido maior ao projeto”.   

Texto: Monique Oliveira, voluntária do Grupo +Unidos

AUMENTA A PARTICIPAÇÃO FEMININA NAS EMPRESAS FAMILIARES, APONTA PESQUISA DA KPMG

AUMENTA A PARTICIPAÇÃO FEMININA NAS EMPRESAS FAMILIARES, APONTA PESQUISA DA KPMG

A participação feminina nas empresas familiares teve um aumento, passando de 21% em 2017 para 31% em 2018, de acordo com a última edição da pesquisa “Retratos de família” realizada pela KPMG. Em 28% das empresas, elas ocupam um cargo em número reduzido, uma queda em relação ao ano anterior (34%). O estudo contou com a participação de 217 empresas familiares de 19 estados de todas as regiões do país.

Os dados do levantamento mostraram que um número significativo de mulheres ainda não ocupa uma posição de destaque, mas que houve uma queda nesse índice: 45% em 2018 e 41% em 2017.

“Os dados indicam que a participação das mulheres nos cargos de liderança nas empresas familiares em todos os níveis tem aumentado nos últimos anos, mesmo que lentamente. Mas, o fato de eles ocuparem um lugar de liderança ainda é um desafio”, analisa o sócio da KPMG e responsável pela pesquisa, Sebastian Soares.

Para ter acesso à pesquisa, basta acessar este link.

Sobre a KPMG

A KPMG é uma rede global de firmas independentes que prestam serviços profissionais de Audit, Tax e Advisory. Estamos presentes em 154 países e territórios, com 200.000 profissionais atuando em firmas-membro em todo o mundo. No Brasil, são aproximadamente 4.000 profissionais, distribuídos em 22 cidades localizadas em 13 Estados e Distrito Federal.

Orientada pelo seu propósito de empoderar a mudança, a KPMG tornou-se uma empresa referência no segmento em que atua. Compartilhamos valor e inspiramos confiança no mercado de capitais e nas comunidades há mais de 100 anos, transformando pessoas e empresas e gerando impactos positivos que contribuem para a realização de mudanças sustentáveis em nossos clientes, governos e sociedade civil.

Fonte: segs.com.br/