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EMPRESAS DE TECNOLOGIA BANEM E ENCERRAM CONTAS DE PESSOAS QUE DEFENDEM SUPREMACIA BRANCA NOS EUA



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Companhias de tecnologia anunciaram que estão encerrando contas e banindo usuários ligados ao protesto a favor da supremacia branca em Charlottesville, nos Estados Unidos.

No último final de semana, a cidade foi palco de um protesto racista e xenofóbico que acabou em tragédia. Um grupo de supremacistas brancos se reuniram a líderes da extrema-direita para o evento “Unir a Direita”, que aconteceu no sábado.

O ato, que protestava contra negros, imigrantes, gays e judeus na cidade do estado de Virgínia, acabou em um embate com americanos que protestavam contra os nacionalistas brancos e um dos membros dos supremacistas, James Alex Fields, de 20 anos, atropelou ativistas e matou Heather Heyer, de 32 anos. Outras 19 ficaram feridas.

A tragédia gerou uma reação entre as empresas de tecnologia. A plataforma de hospedagem Airbnb foi a primeira a anunciar que cancelou reservas e removeu permanentemente usuários que utilizaram o site para se hospedar na cidade e participar do protesto.

Bastou para outras gigantes americanas a se pronunciarem sobre o assunto. A PayPal e a Patreon baniram usuários que utilizavam as plataformas de pagamentos para arrecadar dinheiro para a “causa”.

O site de hospedagem GoDaddy deu 24 horas para o site neonazista The Daily Stormer trocar de registro. Em comunicado, o GoDaddy se solidarizou com a morte de Heyer e afirmou que o site “passou do limite e encorajou e promoveu a violência”. Em horas, o Daily Stormer trocou seu registro para o Google — e a empresa rapidamente anunciou que também não aceitaria hospedar um site “que viola seus termos de uso”.

A empresa de crowdfunding GoFundMe decidiu remover a campanha para arrecadar dinheiro para ajudar James Alex Fields, que foi preso pelo assassinato de Heyer.

Conjuntamente, o Facebook anunciou nesta semana que links do Daily Stormer violam as regras da rede social e que serão removidas automaticamente. Apenas posts que condenem o nacionalismo branco, tomando os artigos e publicações do site neonazista como exemplos, serão mantidos.

A rede social também baniu a página do evento “Unir a Direita”, usada para promover os protestos. Todas as postagens e vídeos que “glorificam o horrendo ato em Charlottesville” também serão removidos.

Retaliação a Trump

A ausência de uma dura condenação contra os supremacistas brancos e neonazistas por parte do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, irritou CEOs de companhias americanas. Ao menos três executivos anunciaram a saída do comitê de conselheiros de negócios criados pelo presidente.

Só na segunda-feira, dois dias depois da tragédia, condenou explicitamente o atentado em Charlottesville.

“O racismo é malvado, e aqueles que causam violência em seu nome são criminosos e bandidos, incluindo KKK [Klu Klux Klan], neonazistas, supremacistas brancos e outros grupos de ódio, são repugnantes a tudo o que consideramos importantes como americanos”, declarou Trump em um pronunciamento na Casa Branca, após ser amplamente criticado por poupar o ato no sábado.

O discurso não convenceu executivos de seu comitê e o primeiro a renunciar ao cargo de conselheiro de negócios de Trump foi o CEO da companhia farmacêutica Merck, Ken Frazier. “Todos precisamos rejeitar o ódio e a intolerância”, disse. “Sinto que tenho a responsabilidade de me posicionar”, completou. Horas depois foi a vez do CEO da Under Amour, Kevin Plank, de deixar o comitê.

O CEO da Intel, Brian Kzranich, foi o terceiro. “Eu desisti de chamar a atenção para os sérios problema que nosso clima de divisão política está causando, incluindo as sérias necessidade do declínio da produção americana”, explicou o presidente da Intel.

Fonte: http://www.huffpostbrasil.com

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