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GRUPO +UNIDOS, QUALCOMM E GERDAU COLABORAM COM GOVERNO DE SÃO PAULO PARA FORTALECER ENSINO DE TECNOLOGIA EM ESCOLAS PÚBLICAS



O Grupo + Unidos, a Qualcomm e a Gerdau anunciam colaboração com a Secretaria de Educação do Governo do Estado de São Paulo para o lançamento do componente de Tecnologia e Inovação do Programa Inova Educação. A iniciativa prevê que 2 milhões de alunos em 3,8 mil escolas da rede pública estadual tenham aulas semanais de tecnologia. O componente conta com três eixos: Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação, Letramento Digital e Pensamento Computacional, que abarcará questões de dados, segurança da Internet, Fake News, cidadania digital, programação e robótica.

Em 2018, o Grupo +Unidos trabalhou com a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo para realizar um piloto de ensino de programação e robótica em 10 escolas, tendo beneficiado mais de 500 alunos por meio do projeto Robolab. Os aprendizados obtidos demonstraram o impacto positivo do ensino de robótica e no interesse dos alunos pela escola (aumento de 26% para 79%) e por matérias relacionadas a matemática e ciências (crescimento de 2% para 63%).

O Inova Educação abrange toda a rede Estadual do 6º ano do Ensino Fundamental II ao 3º ano do Ensino Médio. Ao todo, 100 mil professores realizaram o curso de formação inicial e eles poderão se candidatar para ministrar as aulas de tecnologia e inovação. A Secretaria de Educação do Estado investirá recursos para a compra de equipamentos e adequação da infraestrutura das escolas.

“O Inova Educação surgiu da resposta que queremos dar aos nossos estudantes sobre o que eles sonham e esperam das escolas. Queremos que a escola faça sentido aos nossos alunos, por isso vamos oferecer três novas disciplinas: Tecnologia e Inovação, Projeto de Vida e Eletivas”, destaca Rossieli Soares, secretário da Seduc.

“Sabemos dos grandes desafios que a educação básica enfrenta no Brasil. Reconhecemos também que é responsabilidade de toda a sociedade se mobilizar para garantir formação humana e profissional de qualidade a todos.  Queremos que os jovens de hoje se tornem, num futuro breve, cidadãos capacitados e principais personagens de seu próprio desenvolvimento. Entendemos que a tecnologia tem papel fundamental neste intento, ao proporcionar acesso a novos conhecimentos, carreiras e possibilidades. Por este motivo, nos esforçamos para articular as inciativas pública e privada para que possam trabalhar em conjunto no sentido de garantir uma educação atual e coerente para a rede pública estadual de ensino”, declarou Augusto Corrêa, Diretor Executivo do Grupo +Unidos.

“A introdução de aulas de tecnologia e robótica para os alunos da rede pública é um importante fator de desenvolvimento das competências do século XXI para os jovens brasileiros, que irão se tornar protagonistas de um mundo cada vez mais conectado e digital. Por meio da Qualcomm Foundation, estamos felizes por dar suporte ao programa Inova Educação, um projeto de grande escala e que trará certamente impacto muito positivo para os alunos da rede estadual”,  afirmou Rafael Steinhauser, Presidente da Qualcomm para América Latina. A participação da Qualcomm Foundation neste projeto foi feita por meio de uma doação ao Grupo + Unidos por um fundo da Qualcomm Foundation na Charities Aid Foundation.

“O mundo está mudando cada vez mais rápido, assim como o mercado de trabalho e as profissões. A iniciativa Inova Educação, por meio do módulo de robótica, tem como objetivo preparar os jovens para esse novo mundo. Na Gerdau, acreditamos que a educação empreendedora é um importante meio para construirmos uma sociedade mais justa, com oportunidades para todos, empoderando esses jovens para que eles construam e sejam protagonistas de seu próprio futuro. Por isso, firmamos a parceria com o Grupo Mais Unidos e o Governo do Estado de São Paulo nesse projeto, a fim de aprimorar o ensino, contribuindo diretamente para o desenvolvimento de professores e alunos”, declarou Gustavo Werneck, CEO da Gerdau.

Componente de Tecnologia – Inova Educação

No Inova Educação, cada escola receberá investimentos de acordo com seu nível de maturidade, podendo receber novos equipamentos dependendo de sua evolução ao longo programa. Para efeito de mensuração, serão utilizados os seguintes critérios: aplicação da tecnologia relacionada à Proposta Pedagógica da escola, envolvendo os critérios dimensão, formação, infraestrutura e recursos digitais em que serão ouvidos os três grupos: gestão, professores e alunos.

Os alunos poderão se beneficiar das descobertas que a tecnologia permite, qualquer que seja a quantidade de computadores, qualidade da conexão à internet ou nível de familiaridade dos professores com as tecnologias digitais. O objetivo é usar a tecnologia como ferramenta para comunicação, criação de projetos e soluções.

Para este projeto, foi criado um Grupo de Trabalho voltado exclusivamente para a construção de um modelo pedagógico. Esse grupo é composto por professores, coordenadores, técnicos, consultores externos, especialistas em linguística e em desenvolvimento pedagógico

No total, 100 mil professores de toda rede pública do Estado de São Paulo se inscreveram no primeiro módulo de treinamento à distância. Mais de 3800 escolas de todo o Estado receberão investimentos em infraestrutura. A nova edição do projeto visa contemplar 2 milhões de estudantes do Fundamental II e Ensino Médio.

No que se refere à linha pedagógica, o foco passa a ser o desenvolvimento pleno do estudante, unindo habilidades cognitivas com habilidades socioemocionais, em que entram conteúdos sobre mídias digitais e cidadania digital nas aulas.

Resultados do projeto Robolab

O projeto piloto, inaugurado em abril de 2018, fez sucesso entre os estudantes e superou as expectativas dos professores e idealizadores. De acordo com uma pesquisa feita com as escolas participantes, ajudou a aumentar o interesse dos estudantes por matemática e ciências, de 2% para 63%, assim como o interesse em tecnologia em geral, de 53% para 84%.

O engajamento dos estudantes com a escola também cresceu de 26% para 79%, de acordo com os professores consultados. O levantamento mostra ainda que 93% dos estudantes que tiveram experiência com pensamento computacional e robótica disseram que pretendem aplicar a maior parte do conhecimento adquirido em sala de aula. 

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