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KPMG REVELA MANUAL ANTI-PANDEMIA PARA AS EMPRESAS



É a capacidade dos gestores das empresas em ajustarem rapidamente as suas decisões ao contexto da pandemia que fará a diferença entre as empresas que vão conseguir encontrar uma resposta eficaz à Covid-19 e aquelas que vão sossobrar. A consultora KPMG, que identifica esta envolvente, produziu uma espécie de manual de resposta à crise que vale a pena conhecer.

Assim, e sendo certo que “os governos terão também um papel decisivo – no muito curto prazo na protecção das empresas e dos trabalhadores, de forma a assegurarem a sua solvabilidade e no curto/médio prazo na adopção de políticas orçamentais que estimulem o crescimento económico”, cabe aos gestores a maior responsabilidade.

O estudo refere que “as nossas recomendações centram-se nas áreas que consideramos fundamentais para navegar neste clima de incerteza”. A primeira preocuração deve ser a criação de um centro de decisão: constituir uma equipa que inclua os gestores executivos e os responsáveis pelas áreas críticas do negócio. “É no seio deste comité que se tomam as decisões, que se gere o risco, que se centraliza a informação e que se cria o alinhamento da estratégia com todos os stakeholders”.

Proteger os colaboradores tem também de ser uma prioridade. “Neste contexto, as organizações, quando necessário, devem ajustar os seus modelos organizacionais e os seus níveis de actividade. Sempre que possível, os colaboradores devem executar as suas funções em regime de teletrabalho”.

Fundamental é “assegurar a sustentabilidade financeira: gerir a liquidez e reduzir custos, de forma a garantir a solvabilidade do negócio. Em simultâneo, garantir a protecção de todo o ecossistema do negócio, apoiando os fornecedores e os clientes a resistirem ao processo de ajustamento”.

Adaptar a política de vendas e marketing revela-se essencial: “identificar e mitigar os riscos resultantes da quebra do volume de negócios, sem deixar de atender às necessidades dos clientes. Neste processo, o contacto rápido e diligente com os clientes a par da criação de uma plataforma de comunicação digital eficiente serão, certamente, factores críticos de sucesso para a grande maioria dos negócios”.

Finalmente, a KPMG diz que é necessário “preservar e monitorizar as cadeias de abastecimento: avaliar os riscos da cadeia de abastecimento e pôr em prática um plano para fazer face ao impacto disruptivo criado pelo processo de quarentena”.

Fonte: Jornal T.

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